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OPORTUNIDADES | PROJETOS DE I&DT EM COPROMOÇÃO NO SECTOR DA SAÚDE

Em 36 meses passar de uma ideia a um produto é um desafio que choca com a realidade do sector da saúde caracterizado por longos períodos de desenvolvimento e validação clínica. Especialmente quando está em causa a necessidade de realizar ensaios clínicos (e.g. indústria farmacêutica), um novo produto pode precisar de mais de uma década para chegar ao mercado.

Enquadrar projetos deste sector nas oportunidades de financiamento do Portugal 2020 tem sido um exercício difícil, uma vez que programar todo o ciclo de desenvolvimento de uma nova solução em 3 anos torna esta tipologia de projetos desinteressante para algumas áreas de projeto, dentro do sector da saúde.

 

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O novo aviso publicado no passado dia 15 de Julho traz por isso uma importante alteração ao considerar que no caso particular dos projetos no sector da saúde, estes “poderão não contemplar atividades de Desenvolvimento Experimental”, desde que seja devidamente justificada a necessidade. Quer isto dizer que passa a ser possível candidatar projetos na área da saúde que contemplem apenas as primeiras fases do ciclo de desenvolvimento, ou seja atividades de Investigação Industrial (TRL1 a TRL4).

Este novo concurso é por isso uma oportunidade excecional para candidatar projetos que até aqui não eram enquadráveis por preverem ciclos de desenvolvimento consideravelmente superiores aos 36 meses até aqui previstos.

A Multisector possui uma equipa multidisciplinar com técnicos com formação na área da saúde e com larga experiência em projetos de I&DT. Se tiver uma ideia de projeto na área da saúde e necessite de apoio para definição da estratégia para o concretizar, não hesite em contactar-nos.

 

Pedro Reis
Engenheiro Biomédico e Consultor de I&DT na Multisector

FUNDOS DE CRÉDITO | ALTERNATIVA AO FINANCIAMENTO DAS EMPRESAS

No passado dia 18 de Julho, o Governo Português aprovou em Conselho de Ministros a criação dos Loan Funds (Fundos de Créditos), novos instrumentos financeiros que, de acordo com o comunicado distribuído após a reunião do Conselho, consistem num “canal complementar de financiamento das empresas portuguesas”.

 

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A medida entra em vigor a 1 de janeiro de 2020, passando estes instrumentos a ser comercializados no território nacional como uma forma de concorrência à banca no financiamento à economia, bem como de reforço do papel do mercado de capitais no financiamento das empresas.

Adicionalmente, foi também aprovado o decreto-lei que transfere para a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) “as competências de supervisão sobre as sociedades gestoras de fundos de investimento e de fundos de titularização de créditos”.

A supervisão da indústria dos fundos de investimento estava, até agora, repartida entre duas instituições:

 

A CMVM (Comissão do Mercado de Valores Mobiliários), que tinha como principal função a supervisão dos fundos;

→ O Banco de Portugal, que tinha como responsabilidade a que era responsável pela regulação prudencial das sociedades gestores dos fundos de investimento.

 

Com a alteração imposta pela aprovação deste decreto-lei, o Banco de Portugal deixará de intervir na indústria dos fundos, e a CMVM irá passar a concentrar em si ambas as funções.

Relativamente aos loan funds, refira-se que, em 2017, a CMVM tinha já submetido à discussão pública a possibilidade de os organismos de investimento coletivo (OIC) – como, por exemplo, os fundos de investimento mobiliário ou os fundos de pensões -, concederem empréstimos diretamente às empresas.

Ainda de acordo com a mesma instituição, esses empréstimos seriam concedidos “mediante a previsão no ordenamento jurídico nacional da figura dos fundos de créditos (usualmente conhecidos na designação em língua inglesa por ‘loan funds’), a qual pode ser configurada como uma submodalidade de organismo de investimento alternativo especializado”, tendo como principais objetivos:

 

A concessão de empréstimos diretamente pelos fundos aos mutuários;

 A participação em consórcios de concessão de crédito;

→ A aquisição pelos fundos de empréstimos originados por bancos ou outras entidades, por via de cessão de créditos.

A utilização deste tipo de fundos como forma de financiamento à atividade das empresas apresenta já algum historial, sobretudo na Europa onde surgiu na sequência da grave crise económica e financeira de 2007/2008, tendo-se destacado como um importante instrumento de apoio às empresas – sobretudo as pequenas e médias empresas (PME) – numa altura em que o setor bancário passava por grandes dificuldades, e via reduzida a sua capacidade de disponibilizar linhas de crédito.

No contexto económico atual, estes instrumentos continuam a revestir-se de particular interesse, novamente com destaque para as PME, que muitas vezes não têm dimensão ou garantias suficientes para convencerem os bancos a lhes darem crédito, e têm aqui uma nova forma de garantir capital para avançar com os seus projetos.

A preparação de um estudo rigoroso e consistente sobre a viabilidade do negócio das empresas, para apresentação a potenciais investidores, é uma condição fundamental para conseguir obter financiamento. E é aqui que a Multisector pode ajudar!

Somos uma empresa constituída por uma vasta equipa de consultores, oriundos de diversas áreas – gestão de empresas, economia, contabilidade, negócios internacionais, jornalismo, marketing, engenharia ou ciências sociais –, e com larga experiência em serviços de consultoria especializada de apoio às empresas.

Podemos ajudar na preparação de Planos Estratégicos, Planos de Investimento e Estudos de Viabilidade Económico-Financeira, visando a demonstração da viabilidade e rentabilidade do investimento, e auxiliando na obtenção de financiamento.

Entre em contacto connosco para mais informações.

 

Pedro Alves
Gestão Empresarial

CANDIDATURAS ABERTAS I&DT COPROMOÇÃO

Estão abertas as candidaturas Portugal 2020 I&D Empresarial para Projetos em Copromoção, para as 5 Regiões do Continente, com taxas de incentivo entre 50 e 75%.

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Relativamente a este aviso, é importante reter a seguinte informação:

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RESUMO dos APOIOS a I&D COPROMOÇÃO PT2020

Abaixo, apresentam-se os AVISOS e Dotação orçamental a I&D Copromoção no Portugal 2020.

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NOTA: De acordo com o Relatório Nº 45, “Ponto de Situação dos Incentivos às Empresas no Portugal 2020”, de 31 Março 2019, verificamos que a dotação dos 3 primeiros Avisos (2015 a 2017), foi duplicada.

Para mais informações contacte-nos!

KG INTERNATIONAL – COMO MAXIMIZAR RESULTADOS EM FEIRAS!

O processo de Internacionalização de uma empresa passa obrigatoriamente pela sua promoção a nível internacional, recorrendo frequentemente às Feiras como veículo para expor novos produtos e para se expor a novos mercados.

 

Este é o meio de excelência e privilegiado para a prospeção de clientes e estabelecimentos de parcerias. O retorno deste investimento será tanto maior quanto maior for a preparação e a priorização dos objetivos alinhados com a maturidade e posicionamento da empresa.

 

Para tal, o apoio a serviços especializados são uma mais-valia para agilizar a participação em feiras, implementando um projeto à medida das necessidades das empresas.

 

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A KG International possui experiência na promoção e organização, planeamento, gestão, processo logístico e vendas, desenvolvendo os seus serviços assente em quatro fases. Numa primeira, efetua-se uma análise:

à empresa;

as características do seu produto;

o perfil de potenciais parceiros.

Para além disso, prestamos apoio em todo o processo organizativo e logístico, desde a escolha do espaço e montagem do stand. Para além disso, realiza-se serviços de natureza comercial e de marketing, tais como:

Contactos com parceiros comerciais;

 Estratégia de follow-up com possíveis parceiros no mercado;

 Recolha de feedback e

 Serviços de tradução, adequando o material publicitário e de marketing ao mercado alvo.

 

O objetivo é tornar os processos mais inteligentes e personalizados às necessidades de cada empresa, afirmando-se como parceiros estratégicos antes, durante e pós a Feira, garantindo a gestão de comunicação entre as partes.

A KG International tem como missão estimular a competitividade das PME portuguesas, aumentar a capacidade exportadora e quebrar as barreiras culturais de qualquer setor, especificamente para os mercados da Europa de Leste, somos o representante oficial na Península Ibérica do maior complexo de Feiras da Polónia – Feiras Internacionais de Poznan.

 

O MTP Grupa, entidade organizadora, é considerado o centro de exposições número 1 na Polónia e Europa Central e Oriental. Esta apresenta uma taxa de organização de mais de 60%, sendo responsável por alguns dos maiores certames europeus.

Em 2018, a MTP organizou mais de 60 feiras, tendo contado com mais de 10 mil expositores (2 500 dos quais de origem estrangeira) e com mais de 700 mil visitantes de 56 países, o que corresponde em média, 5 contactos por visitante (quase 5 milhões de contactos de negócio).

 

Os serviços especializados da KG International são despesas enquadráveis nos Sistemas de incentivos à Internacionalização das PME ( 40 a 45% de incentivo  a fundo perdido), assim como as despesas relacionadas diretamente com a participação em feiras. Aliás a experiência dos clientes KG Internacional demonstram que aposta nestes serviços significam uma maior conversão do investimento em negócio efetivo.

 

Contacte-nos para avaliar esta oportunidade!

Michal Dabroski
CEO Konsulting Group

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SISTEMAS DE INCENTIVO = CHATICES? MITO!

A Multisector tem um serviço PREMIUM de apoio à gestão de projetos onde cumprir sem complicações é a palavra de ordem.

 

No mercado há mais de 20 anos, a Multisector orgulha-se da larga experiência na criação, acompanhamento e gestão de projetos com uma equipa de profissionais inteiramente focados em apoiar os nossos clientes e garantir os melhores resultados.

 

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Com um gestor dedicado a cada cliente, fazemos um acompanhamento mensal à execução do projeto. Vamos à empresa, identificamos desvios e oportunidades e, quando necessário, redefinimos o investimento e produzimos os elementos para a sua justificação. Os relatórios técnicos e financeiros para receber o incentivo são da nossa responsabilidade e somos os interlocutores com as Entidades Gestoras libertando os empresários para aquilo que é realmente importante: a gestão do negócio. Com esta intervenção conseguimos uma elevada taxa de execução e cumprimento dos projetos.

Trocando por miúdos, quem acompanha as empresas no terreno, percebe que o sucesso dos sistemas de apoio depende particularmente do cumprimento de prazos, da realização dos investimentos e do alcance das metas contratualizadas. Os empresários, gestores e administradores têm uma preocupação maior: as vendas das suas empresas! O seu tempo é precioso na geração de negócios, sendo que as burocracias associadas a muitas regras e prazos limite não se conciliam com as prioridades dos responsáveis das organizações.

Para anular estas dificuldades, o nosso serviço prevê a deslocação periódica de um técnico especializado às instalações da empresa para reunião com o responsável do projeto, com o intuito de:

#1. avaliar a execução do projeto ao nível do investimento realizado até à data;

#2. verificar o enquadramento dos investimentos nas rubricas aprovadas;

#3. recolher e compilar os documentos de suporte à despesa garantindo que nenhum investimento fica esquecido e que investimentos não previstos mas enquadráveis são também apoiados;

#4. validar a contabilização dos investimentos;

#5. verificar a existência das evidências de realização do investimento;

#6. efectuar o planeamento das ações a realizar no futuro;

#7. monitorizar a execução das ações realizadas e

#8. elaborar relatórios deste acompanhamento.

O balanço é muito positivo. A título de exemplo mas real, um cliente que tinha duas candidaturas em curso que não dispunha dos nossos serviços PREMIUM, passou, com a nossa intervenção, de uma execução média de 70% e do recebimento do incentivo em três momentos ao longo da execução, para uma taxa de 90% e cinco fases de recebimento do incentivo ao longo da execução do projeto.

Este é o compromisso da Multisector: continuar a contribuir para o sucesso dos nossos clientes!

 

Vânia Gomes
Gestão de Projetos

BRAGA – CENTRO DE TECNOLOGIA, TALENTO E INOVAÇÃO DE CLASSE MUNDIAL

A última edição do fDi Magazine, do Financial Times (referência editorial na área de negócios e investimento direto estrangeiro) foi dedicada a Braga. Logo em destaque na capa, a cidade dos Arcebispos é mencionada como “um centro de tecnologia e talentos em rápido crescimento em Portugal”. Em letras garrafais, pode ler-se que “Braga traz inovação de classe mundial”. Ao longo de dez páginas, o ecossistema empresarial da cidade é apontado como um caso paradigmático de “inovação vibrante e em constante erupção”, considerando-a “um ponto muito bom para as novas empresas se instalarem e crescerem”.

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Segundo o Financial Times, “Braga é rica em história, mas não há nada de antigo no investimento relacionado à tecnologia”, acrescentando que “os mundos contrastam em Braga: passado e presente, história e nanotecnologia.”

“A cidade tem a população mais jovem em Portugal”, lê-se no artigo, e é a terceira cidade do país no que diz respeito ao número de exportações e crescimento do PIB, “acima da média nacional e ibérica”, considerada como uma das melhores cidades portuguesas para negócios. Referenciada como “líder de inovação” em Portugal e na Península Ibérica, Braga detém o maior número de patentes em Portugal, superando Lisboa e Porto.

O QUE DISTINGUE BRAGA?

 

Para o Presidente da Câmara, Ricardo Rio, “o factor que teve maior impacto no crescimento da cidade foi a criação da Universidade do Minho, que tem sido uma fonte contínua de renovação populacional, atraindo e produzindo talentos”. Também o reitor da UM, que foi classificada no artigo como “universidade de reputação internacional”, destaca a importância que a academia teve no desenvolvimento da região e do país, sublinhando a estreita relação que mantém com o tecido empresarial.

 

As internacionais Bosch e Fujitsu são apresentadas também como referências no desenvolvimento da região. Atualmente, a Bosch emprega cerca de 3500 colaboradores na cidade dedicados à produção de equipamentos inovadores de multimédia automóvel e sistemas de segurança automóvel exportados para todo o mundo. É em Braga que está localizado um dos centros da Bosch para o desenvolvimento de soluções para a mobilidade conectada e autónoma, com mais de 300 engenheiros. O novo centro da Fujitsu, localizado no Pólo de Negócios de Braga, também criou recentemente cerca de 300 postos de trabalho e fornece suporte técnico a milhares de utilizadores da Fujitsu em quatro línguas (inglês, francês, espanhol e português).

 

O ambiente de inovação que se respira em Braga cresceu muito com o Laboratório Internacional de Nanotecnologia Ibérica (INL), sendo que o Financial Times apresenta-o como o terceiro laboratório intergovernamental do mundo, depois do CERN de Genebra e do EMBL de Heidelburg.

 

A InvestBraga, “primeira agência de promoção de investimentos locais em Portugal”, nasceu na cidade e é apontada como uma das principais medidas para dinamizar o clima de investimento, “inspirando Lisboa e Porto”, segundo o artigo. De acordo com a reunião do Conselho Estratégico da Agência para a Dinamização Económica, que marcou o arranque da Semana da Economia de Braga que decorreu este mês, a um ano do objetivo final, a InvestBraga já atingiu as metas previstas para 2020 e ultrapassou os valores de investimento previstos no concelho, estimando as empresas valores na ordem dos 600 milhões de euros. A criação de 2500 novos postos de trabalho encontra-se quase concretizada.

VANTAGENS COMPETITIVAS DE BRAGA

 

O investimento que se tem verificado na cidade é potenciado por um conjunto de indicadores que a distinguem e a tornam única:

 

→ Demografia – Em Portugal e comparativamente a várias cidades europeias, Braga foi a cidade que mais cresceu nos últimos anos.

→ Mão-de-obra qualificada – Braga tem demonstrado capacidade de gerar capital humano de forma contínua em sectores tecnológicos. A taxa de escolarização no ensino superior é de mais de 80%, face aos 34% da média nacional e a proporção de inscritos em áreas de ciência e tecnologia no ensino superior só é ultrapassada por Aveiro.

→ Localização e infraestruturas de acesso – Excelente localização geográfica, facilmente acessível por todas as formas de transporte de passageiros e de mercadorias, com ligação terrestre, aérea e marítima aos quatro cantos do mundo. Proximidade em relação ao aeroporto Sá Carneiro e Portos de Viana, Leixões e Vigo. Ligação direta por auto-estrada à Galiza, Porto e Lisboa.

→ Fator custo – Os salários locais praticados são muito competitivos quando comparados com outras regiões europeias, preservando a alta qualidade das qualificações e a produtividade do trabalho.

→ História e cultura – Tem um património cultural milenar único, secular e religioso, criando uma centralidade política e económica na região. O turismo duplicou nos últimos anos e a cidade de Braga foi eleita como o segundo “Melhor Destino Europeu 2019”, com 59.092 votos, na votação do prémio anual organizado pela European Best Destinations (EBD), uma organização com sede em Bruxelas, Bélgica, que tem como objetivo promover a cultura e o turismo na Europa.

→ Espírito inovador – A presença de cerca de 100 empresas por Km2 atesta o espírito inovador e empreendedor. Só em 2018 nasceram 3.274 empresas em Braga. A constituição de novas empresas teve um acréscimo de 10,5% face ao ano anterior, número que coloca o distrito na quarta posição da lista, atrás de Lisboa, Porto e Setúbal.

→ Infraestruturas de conhecimento – No Ensino: A Universidade do Minho é uma referência para a aprendizagem de alta qualidade, ensino e pesquisa (listada no THE 400 ranking). Na saúde: O novo Hospital de Braga e a Escola de Ciências da Saúde dotam o município de um posicionamento único. Na investigação: O INL e a Universidade do Minho são infraestruturas de referência no país e no mundo.

 

O Plano Estratégico para o Desenvolvimento Económico de Braga identificou como metas até 2020 o crescimento de 1% acima da média da Península Ibérica, a geração líquida de pelo menos 500 novos empregos por ano, ocupar a posição de 3.ª cidade portuguesa, pela sua atractividade para investir, viver e visitar, posicionando Braga no Top 10 das cidades da Península Ibérica.

Já dizia um velho slogan que “É bom viver em Braga”. Mas também É BOM INVESTIR EM BRAGA!

 

Cláudia Martins
Gestão de Projetos

SIAC INTERNACIONALIZAÇÃO E QUALIFICAÇÃO

Concursos abertos para ações coletivas 
Norte, Centro e Alentejoacoes-coletivas-multisector

60 milhões de euros para projetos individuais ou em copromoção que desenvolvam ou reforcem estratégias coletivas de internacionalização e de qualificação

 

DESTINATÁRIOS 
→ Associações empresariais
→ Entidades não empresariais do sistema de I&I
→ Agências e entidades públicas, incluindo de natureza associativa
→ Entidades privadas sem fins lucrativos, que prossigam objetivos de interesse público
→ Outras entidades sem fins lucrativos quando participem em projetos em copromoção com uma das entidades referidas nas alíneas anteriores

 

INTERNACIONALIZAÇÃO 

Tipologia de projetos:
→ Prospeção, conhecimento e acesso a novos mercados
→ Processos colaborativos de internacionalização, da partilha de conhecimento e → capacitação para a internacionalização
→ Promoção internacional integrada da oferta nacional de bens e serviços

Taxa de Financiamento: 70% em incentivo não reembolsável, salvo projetos cujas atividades estejam ao abrigo das regras de auxílios de Estado, onde a taxa não pode exceder os 50% das despesas elegíveis. A taxa pode ser majorada em 15 p.p. se a candidatura comprovar o alinhamento de atuação em fileira de acordo com a estratégia global de promoção externa da AICEP.

Dotação orçamental: 30 milhões de euros, com a repartição de 10 milhões de euros por cada uma das três fases do concurso.

Apresentação de candidaturas:
→ Fase I: termina a 12 de julho de 2019
→ Fase II: 13 de julho a 31 de outubro de 2019
→ Fase III: 1 de novembro de 2019 a 31 de janeiro de 2020

 

QUALIFICAÇÃO 
Tipologia de projetos:
→ Ações de identificação e sensibilização para os fatores críticos de competitividade, em particular no domínio da inovação
→ Promoção de práticas de cooperação e coopetição entre PME
→ Promoção de iniciativas que, não sendo do domínio da atividade corrente, potenciem a obtenção e produção de informação económica sobre setores, posicionamento do produto/serviço, mercados e financiamento em áreas estratégicas para o crescimento sustentado e competitivo

Taxa de Financiamento: 85% em incentivo não reembolsável, exceto projetos cujas atividades estejam ao abrigo das regras de auxílios de Estado, onde a taxa não pode exceder os 50% das despesas elegíveis

Dotação orçamental: 30 milhões de euros, com a repartição de 10 milhões de euros por cada uma das três fases do concurso

Apresentação de candidaturas:
→ Fase I: encerra a 30 de setembro de 2019
→ Fase II: 1 de outubro a 30 de novembro de 2019
→ Fase III: 1 de dezembro a 31 de janeiro de 2020

 

Para mais informações sobre estes dois concursos contacte-nos!

CONCURSO INOVAÇÃO PRODUTIVA ATÉ 30 DE AGOSTO

LISBOA | ALENTEJO | ALGARVE

Financiamento até 75% de incentivo:

metade a fundo perdido,
 a outra metade a título reembolsável sem juros.

INOV-PROD-2019

42,5 MILHÕES DE EUROS PARA PROJETOS DE INOVAÇÃO PRODUTIVA

Aviso 15/SI/2019

Aumento do investimento empresarial das grandes empresas em atividades inovadoras 
Reforço da capacitação empresarial das PME para o desenvolvimento de bens e serviços
 Inovação de Produto e de Processo
Inovação de Marketing e Organizacional (apenas para PME)

 

Financie os seus investimentos e não se atrase!

Para mais informações contacte-nos!

CANDIDATURAS SIFIDE – OS NÚMEROS DO NOSSO SUCESSO

Terminou a 31 de maio o prazo para a submissão de candidaturas ao SIFIDE (“Benefícios Fiscais à Investigação e Desenvolvimento Empresarial”) para as empresas que tenham ano fiscal igual ao ano civil. Para a Multisector, é agora tempo de efetuar o balanço, dando a conhecer ao mercado os nossos números, que nos enchem de orgulho, e nos permitem afirmar como especialistas neste tipo de candidaturas. Damos a conhecer os resultados apurados no SIFIDE 2017 relativamente às candidaturas que apresentamos em nome dos nossos clientes:

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Mantivemos uma taxa de aprovação do Benefício fiscal acima dos 95% e ainda está um dossier em análise, o que pode melhorar o rácio.

Sobre as Candidaturas ao SIFIDE 2018 recentemente submetidas, temos os seguintes indicadores:

 

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Conclui-se que em 2018 aumentámos o número de dossiers e, consequentemente, o número de projetos apresentados. Isto demonstra a qualidade dos nossos serviços e a confiança dos nossos clientes, que tem contribuído para que todos os anos o número de empresas que se candidatam connosco a esta medida seja maior.

A nossa oferta é diferenciada, não só pela metodologia que usamos, mas também pelas equipas técnicas envolvidas. Dispomos de duas equipas distintas, mas que trabalham em conjunto para o sucesso destas candidaturas. Por um lado consultores de Gestão Empresarial, com largos anos de experiência no apuramento do Beneficio Fiscal, por outro lado, uma equipa de Engenheiros de diferentes áreas de formação tecnológica responsáveis pela descrição técnica dos projetos de Investigação e Desenvolvimento.

Mas os bons resultados devem-se, essencialmente, ao trabalho sério que realizamos, com um levantamento rigoroso junto dos responsáveis de cada projeto de I&D, acerca do trabalho realizado no ano em causa, aprofundando para cada projeto o grau de inovação e o seu teor de I&D, assim como, a aferição de todos os custos, das diferentes naturezas, associados a cada projeto de I&D.

Outra das razões do nosso sucesso é a experiência e know-how da Multisector que faz candidaturas SIFIDE desde que esta medida de apoio fiscal empresarial foi criada. Acresce que, ao sermos igualmente reconhecidos no mercado pela elaboração de candidaturas aos diversos Sistemas de Incentivos à I&DT, dominamos todas as variáveis-chave necessárias na descrição de um projeto de I&D, mesmo quando ainda não passam de ideias ou intenções.

Somos criteriosos na seleção dos projetos de I&D. Só “vamos a jogo” se acreditamos que o projecto tem mérito. Salienta-se que a Multisector não trabalha sob o modelo do sucess-fee puro e duro, ao contrário da grande parte da nossa concorrência, pois defendemos que o nosso trabalho tem uma valorização mínima, assim como uma valorização máxima. Os resultados provam-no!

 

Contacte-nos!

 

Rui Fradinho
Responsável pelo Dept. Gestão Empresarial

 

Fernando Pinto
Responsável pelo Dept. I&D

100 ANOS DE GRAVITAÇÃO

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Um dos mais notáveis avanços na história da ciência do século XX foi comprovado há 100 anos.

No dia 29 de maio de 1919, duas expedições britânicas fixadas intencionalmente na Ilha do Príncipe e em Sobral no Ceará no Brasil observaram e fotografaram o sol e as estrelas, num momento especial – o eclipse solar total.

Só assim, com estas condições, com o sol escondido seria possível validar a teoria física mais fabulosa do génio cientista Albert Einstein – a Teoria da Relatividade Geral.

Uma Lei da gravidade nova. A gravidade são os objectos em movimento na geometria invisível do universo. Todos os objetos massivos, toda a energia tem efeitos nessa geometria e altera a dinâmica do cosmos no espaço-tempo que não é por isso imutável, como pensava Newton.

 

 

Diversas tentativas anteriores tinham fracassado para demonstrar que a luz de uma estrela quando chega a nós sem interferências, segue uma linha direita no espaço. Mas ao passar muito perto do sol, a linha desvia-se, é encurvada e a estrela nota-se que se afasta um pouco do sol. Assiste-se ao encurvamento gravitacional da luz.

Em finais de 1915, Einstein tinha publicado um pequeno artigo onde apresentava o seu trabalho de há vários anos e propunha que se medissem a posição das estrelas sem nada a sua frente e que depois medissem a posição das estrelas com um eclipse total – ocasião favorável para medir desvios de raios de estrelas por trás do Sol  – para compararem as suas posições. Só assim seria possível verificar a verdade da sua teoria, que a matéria-energia deforma o espaço-tempo.

 

O espaço e o tempo não eram absolutos, o espaço-tempo não é plano, defendia Einstein.

A Europa estava em guerra. A Primeira Guerra Mundial dificultava a troca de informações entre cientistas, principalmente quando estavam em lados opostos.

 

Mas um jovem pacifista e brilhante astrofísico inglês, Arthur Eddington, recebeu uma cópia desse artigo e reconheceu a importância da nova teoria.

 

É a partir daqui que tudo se desenrola e o pós-guerra torna-se favorável para as aventuras que levaram as duas equipas de astrónomos a observar e registar o eclipse solar comprovando-se como certa uma nova teoria do universo, que alterou a geometria do espaço e a trajectória da luz das estrelas.

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Foi há 100 anos que a experiência científica comprovou o poder do pensamento, da mente humana, do espírito humano incompreendido por tantos – Albert Einstein.

 

 

A inovação e os pensamentos felizes inspiram-nos!

 

Ana Almeida
Marketing