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ALTO MINHO | APOIOS PARA OS TERRITÓRIOS DE BAIXA DENSIDADE

Existem avisos exclusivos para os territórios de baixa densidade, um pouco por todo o país, como forma de contrariar o êxodo da população. Para a região do Alto Minho são considerados municípios de baixa densidade: Arcos de Valdevez, Melgaço, Monção, Paredes de Couras, Ponte da Barca e Vila Nova de Cerveira. A par destes municípios, são consideradas algumas freguesias dos restantes municípios do distrito de Viana do Castelo.

Para a região do Alto Minho existem duas medidas de apoio, a +CO3SO Emprego e Inovação Produtiva.

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A primeira medida tem com objetivo apoiar as PME na contratação de desempregados e inativos inclusive criando o seu próprio emprego. De acordo com o número de postos de trabalho criados, o apoio a usufruir varia de 1,5 a 2,5 do Indexante dos Apoios Sociais (IAS = 438,81€), podendo beneficiar uma majoração de 0,5 IAS, se a empresa tiver menos de 5 anos de atividade ou o perfil do desempregado a contratar cumprir um dos requisitos listados para esse efeito. O apoio tem a duração de 30 meses e incide sobre 12 meses de vencimento, os correspondentes encargos com a Segurança Social a cargo da entidade patronal, ao qual acresce 40% do apoio do vencimento para custos associados para a criação de postos de trabalho que são atribuídos automaticamente.

Os avisos existentes apresentam uma dotação de cerca de 400 000€.

Há um apoio adicional, + CO3SO Urbano que consiste na mesma medida, mas dirigida a territórios que não são considerados de baixa de densidade e com condições de apoio distintas.

A segunda medida de apoio dirige-se a todas as empresas, independentemente da sua dimensão, para aquisição de equipamento produtivo. Este incentivo pretende apoiar a produção de novos produtos ou produtos significativamente melhorados ou a introdução de novos processos ou processos significativamente melhorados, e desta forma, impulsionar a adoção de inovação junto das empresas de territórios de baixa densidade.

Estas medidas foram alvo de um webinar, divulgado na sexta-feira dia 24 de julho, através da página do Facebook da Confederação Empresarial do Alto Minho, onde foram apresentados vários cenários com a simulação do incentivo a receber. Para assistir, clique aqui.

Edite Rodrigues
Estratégia & Desenvolvimento

CONCURSOS ABERTOS PARA APOIAR A CRIAÇÃO DE EMPREGO

+ CO3SO Emprego 

Contratação de Recursos Humanos e Criação do Próprio Emprego

 

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O + CO3SO (COnstituir, COncretizar e COnsolidar Sinergias e Oportunidades) é um conjunto de programas transversais e multissetoriais destinados a empresas, entidades da economia social e entidades do sistema científico e tecnológico.

Neste momento, estão abertas candidaturas nas 3 modalidades do programa: +CO3SO – Emprego Interior, +CO3SO – Emprego Urbano e +CO3SO – Emprego Empreendedorismo Social para concelhos e freguesias específicos do continente geridos por Grupos de Ação Local.

Consulte AQUI todos os concursos publicados e os respectivos territórios abrangidos, até à data, que visam apoiar os custos com os postos de trabalho.

O financiamento será atribuído a fundo perdido ao longo de 36 meses e comparticipa a 100% os custos diretos (remunerações, despesas contributivas – taxa social única) com os postos de trabalho criados, bem como um apoio adicional de 40% para custos associados à criação de postos de trabalho.

Os avisos destinam-se a micro, pequenas e médias empresas (PME) e para Entidades da Economia Social como Instituições Particulares de Solidariedade Social, Associações e Fundações, Cooperativas, Associações Mutualistas, Misericórdias, entre outros.

A título de exemplo, sempre que sejam criados até três novos postos de trabalho, o apoio por cada trabalhador contratado poderá ser de 1.850 euros por mês, até ao máximo de 36 meses. Cada empregador poderá, de acordo com o regulamento, beneficiar de um máximo de 200 mil Euros do fundo europeu.

Modalidades:

+CO3SO – Emprego Interior | territórios de baixa densidade / interior do país: Apoio por cada trabalhador contratado é de até 1.900 euros por mês

+CO3SO – Emprego Urbano | territórios urbanos / litoral: Cada trabalhador contratado pode atingir 1.500 euros por mês.

+CO3SO – Emprego Empreendedorismo Social | IPSS e entidades equiparáveis com projetos de empreendedorismo social:  apoio máximo por cada novo trabalhador é de cerca de 2.200 euros por mês

 

Data Limite para apresentação de candidaturas:

1.ª fase até 15/09/20
2.ª fase até 16/11/20

 

Contacte-nos  para rastrear se estes incentivos são para a sua atividade ou projeto!

SOMOS “INOVADORES FORTES”

Portugal subiu seis lugares no ‘ranking’ da European Innovation Scoreboard (EIS) em termos de inovação e atingiu a melhor classificação de sempre, sendo agora considerado um país “fortemente inovador”.ranking-inov-EU-big

O anúncio foi feito pelo Ministério da Ciência e Tecnologia que explicou que, de acordo os dados do Painel Europeu de Inovação 2020 divulgado esta semana pela Comissão Europeia, Portugal é agora o 12.º país mais inovador da União Europeia e integra o grupo de países considerados “inovadores fortes”, o segundo mais elevado da hierarquia, do qual fazem parte a Bélgica, Alemanha, Áustria, Irlanda, França e Estónia.

O ambiente favorável à inovação, a atractividade dos sistemas de investigação e a penetração de banda larga, indicadores em que Portugal se encontra acima da média da EU, foram apontados pelo relatório como os principais fatores que colocam Portugal na linha da frente da inovação.

Pelo segundo ano consecutivo o nosso país é líder numa das áreas contempladas – inovação nas pequenas e médias empresas – tendo em conta indicadores que exprimem a percentagem destas empresas com inovação de produtos ou de processos, de estratégias de marketing ou organizacional diferenciadoras e PME inovadoras que colaboram com outras PME.

Outro dado que ressalta do relatório é o facto do desempenho da União Europeia (UE) em matéria de inovação ter vindo a melhorar desde há cinco anos consecutivos e, pela segunda vez, a inovação na Europa superar a dos Estados Unidos, da Rússia e da China.

No entanto, foram deixados alguns alertas: a UE tem de fazer mais progressos para se aproximar dos líderes de inovação a nível global, designadamente Coreia do Sul, Austrália e Japão, grupo do qual tem vindo a distanciar-se, e estar atenta ao desempenho da inovação na China que cresceu mais de cinco vezes do que a União Europeia desde 2012.

Com o objectivo de colocar a UE na vanguarda da investigação e da inovação a nível mundial a CE tem já em negociação com os estados membros o Horizonte Europa, o novo programa-quadro para apoio à investigação científica e à inovação na União Europeia para o período 2021-2027. Espera-se que o Horizonte Europa seja o ambicioso programa de Investigação e Inovação de sempre.

MULTISECTOR DINAMIZA WEBINAR SOBRE BUSINESS INTELLIGENCE

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“Transformação digital”, esta tendência que se tornou regra depois da mudança de mentalidade de consumidores e empresas nos últimos meses catapultou os planos estratégicos das empresas para um ajuste rápido dos seus modelos de negócio. Gestores e Executivos de PME de todos os sectores têm apostado em novas formas de fazer negócio, de vender e de gerir.

No entanto, a transformação digital  pode implicar uma alteração transversal do modus operandi  o que é um desafio para o gestor de uma PME  que não se pode multiplicar e continua num constante estado de urgência na resolução de problemas e falta de tempo para a gestão estratégica do seu negócio.

As ferramentas de “Business Intelligence” vêm agora democratizar o controlo de gestão das pequenas e médias empresas, dando à gestão da empresa uma visão 360º daquilo que é importante para o negócio sem sair do seu lugar.

Mas afinal o que é o “Business Intelligence”? Como é que permite aumentar resultados e ao mesmo tempo cortar custos? Como é que se implementa?

Fique a saber a resposta a estas e outras questões no Webinar de “Business Intelligence para PME” dinamizado pelo João Soares da Multisector, que decorreu no dia 17 de Junho e foi transmitido em direto pela da CEVAL | Alto Minho.

Este webinar ainda está online nas redes sociais da CEVAL e da Multisector, ou pode aceder através deste LINK!

Este Webinar decorre no âmbito do Projeto Alto Minho 4.0 que permite a PME da região beneficiar de incentivos de 50% a fundo perdido em serviços e soluções de Controlo de Gestão Inteligente e Soluções de Digitalização para capacitação e modernização dos seus negócios.

Quer saber mais? Contacte-nos e veja como pode ainda beneficiar.

EM BREVE 2.ª EDIÇÃO DO PROGRAMA ADAPTAR E PROGRAMA COMÉRCIO DIGITAL

Adaptação e modernização de estabelecimentos comerciais

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Para ajudar a diminuir o impacto da pandemia na atividade das empresas, vão ser lançados dois novos programas de apoio à retoma económica.

O programa ADAPTAR 2.0 vem auxiliar e estimular as Micro e PME dos setores secundário e terciário a atualizar e remodelar os seus estabelecimentos e unidades de produção, modernizando-os e adaptando-os no atual contexto.
Ao todo são mais 50 milhões de euros de incentivo não reembolsável para financiar projetos de investimento que visem a adaptação e modernização dos estabelecimentos ao contexto COVID-19, em frentes de loja, áreas de acesso ao público, áreas de apoio à atividade ou layouts das unidades de produção, estimulando atividades económicas interdependentes entre si, numa lógica de capilaridade e de valorização de cadeias de valor com escalas geográficas curtas.

Paralelamente o governo também lançará o programa Comércio Digital com a criação de incentivos à transição digital do modelo de negócio das micro e pequenas empresas do Comércio.
O programa apoia os custos envolvidos com a promoção do comércio eletrónico, materializada no apoio à adesão a plataformas já existentes, à reformulação dos websites – desde que possuam integração com a cadeia logística ou sistemas de reservas acoplados –, e à conceção de projetos por parte de associações empresariais ou comerciais, que se encontrem igualmente associados a soluções logísticas descarbonizadas. A dotação orçamental prevista é de 40 milhões de euros.

É importante que não se atrase. As entidades gestoras do Programa Adaptar na 1ª edição dos concursos – ADAPTAR MICRO e ADAPTAR PME – suspenderam as candidaturas muito antes da data prevista devido à elevada procura. A dotação de algumas regiões esgotou rapidamente. Esteja atento, prepare o seu projeto e verifique se cumpre as condições de elegibilidade. Está para breve a divulgação das datas dos concursos. Contacte-nos HOJE para rastrear se estes incentivos são para a SUA empresa!

QUALIDADE E OTIMIZAÇÃO

No âmbito do projeto Alto Minho 4.0 promovido pela CEVAL – Confederação Empresarial do Alto Minho estão a ser realizados um conjunto de webinares relativos aos módulos que constituem este projeto de qualificação de PME do Alto Minho.

No passado dia 3 de junho, o módulo abordado, por Bruna Parente da Multisector, “Qualidade e Otimização” incidiu sobre metodologias de qualidade que são possíveis de implementar através do projeto Alto Minho 4.0.

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O conceito de qualidade assenta em garantir a satisfação dos clientes através do cumprimento das necessidades e expectativas dos clientes e dos requisitos legais, por isso, atualmente, estamos na era da qualidade total. Em que todos os colaboradores têm de estar envolvidos no processo de qualidade e contribuir para o aperfeiçoamento contínuo do sistema de qualidade.

No contributo para o alcance da qualidade total surgiram metodologias e ferramentas que proporcionam a implementação da qualidade nas organizações, nomeadamente, as normas ISO, a filosofia LEAN e ainda o modelo EFQM.

As normas ISO, que abrangem os mais diversos setores de atividade, são relevantes para apoiar a inovação e fornecer soluções para os desafios globais das empresas. A sua aplicação é carácter voluntário bem como a certificação, exceto se existir um diploma legal.

A filosofia LEAN que consiste na redução ou eliminação de desperdícios nos processos das empresas, desperdícios esses que resultam da identificação de atividades desnecessárias, desniveladas ou realizadas em esforço.

O modelo EFQM que é um guia de gestão abrangente, na sua versão atual, assenta em três pilares, a Direção (Porque existe a organização?), a Execução (Como pretende a organização cumprir o seu propósito e a sua estratégia?) e os Resultados (O que alcançou até hoje? O que pretende alcançar amanhã?).

A implementação de metodologias e ferramentas da qualidade nas organizações traduz imensas oportunidades de melhoria, a nível da performance produtiva, financeira, comunicacional mas também em resultados pelo envolvimento dos colaboradores, com a finalidade de aumentar a satisfação dos clientes.

Com o projeto Alto Minho 4.0 torna-se mais fácil a implementação da qualidade nas empresas da região na medida que o investimento é 50% a fundo perdido, bem como existe um plafond disponível para a certificação. Se é uma PME localizada no Alto Minho não perca esta oportunidade, entre em contacto com a Multisector.

REGRESSAR AO ESCRITÓRIO… OU TALVEZ NÃO

O confinamento imposto pela pandemia vai ficar ligado para sempre à tomada de consciência por parte das empresas e trabalhadores de que afinal o trabalho remoto não é inimigo da produtividade. Salas de estar transformadas em escritórios e escolas, com a convivência entre alunos e trabalhadores, podia ter levado ao caos, mas a verdade é que a resposta, de forma genérica, tem sido muito positiva. Segundo dados divulgados em estudos realizados pelo INE, Banco de Portugal, Universidades e Consultoras, revelam que a maioria dos trabalhadores em teletrabalho sente-se feliz por trabalhar a partir de casa. E a produtividade não se ressentiu, mesmo com a necessidade de se conciliar o trabalho com a vida familiar!

teletrabalho

De repente, o teletrabalho ganha uma dimensão que leva as empresas a fazer contas ao que se pode poupar: redução de gastos energéticos, de custos com limpeza e consumíveis gerais, corte dos prémios de seguros de acidentes de trabalho e a rapidez com que os seus colaboradores se ligam a qualquer plataforma sem o risco de ficarem presos no trânsito. As reuniões passam a ser feitas na mesa da sala e chegar ao emprego não demora mais do que o tempo de ligar o computador. As viagens de trabalho para reuniões fora do país de uma hora dificilmente voltarão e, até na mesma cidade, a maioria dos encontros passará a ser feita por computador poupando, simultaneamente, custos e tempo.

Mas se trabalhar a partir de casa pode ser bom para a gestão familiar e quotidiana e ajudar a baixar despesas e a pegada ambiental, esta opção não está isenta de efeitos negativos: ganha-se na vida pessoal, mas deixamos de socializar, a economia ressente-se no baixo consumo e a saúde, ou a falta dela, no stress e na falta de bem estar físico. As empresas podem perder em cultura empresarial, em envolvimento dos trabalhadores e em controlo e desligar ao final do dia ou ao fim de semana torna-se mais difícil.

Não há uma fórmula certa, mas uma coisa é certa: já ninguém contesta que o teletrabalho veio para ficar e a conciliação entre as duas formas de trabalhar apresenta-se como uma realidade que será cada vez mais utilizada nas empresas. Esta alteração coloca grandes desafios às empresas e aos trabalhadores: lideranças altruístas, baseadas na confiança nas equipas e trabalho mais orientado para a produtividade, proatividade, autonomia e autoformação.

Muitas questões ficam para já sem respostas: se um trabalhador quiser continuar em teletrabalho, o empregador pode obrigá-lo a voltar ao escritório? Se se confirmar um modelo híbrido entre trabalho remoto e presencial, que benefícios poderão ser negociados por parte do trabalhador? Quem paga as comunicações e a energia durante o trabalho em casa?

São pontos que entrarão na discussão mais à frente aquando do regresso à normalidade anormal.

 

Cláudia Martins
Gestão de Projetos

MULTIPLICAM-SE OS APOIOS

A pandemia do Covid-19 veio acelerar as negociações do novo quadro comunitário!

 

As empresas podem e devem começar já a pensar e a preparar os seus projectos para o próximo triénio 2021-2024.

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Em cima da mesa está a proposta da Comissão para a aprovação do Fundo de Recuperação da economia europeia decorrente da pandemia.

O novo fundo foi batizado de New Generation EU (Nova Geração UE) e estão em causa 750 mil milhões de euros, 500 mil milhões a fundo perdido e 250 mil milhões na modalidade de empréstimo.

Há, ainda, a possibilidade de uma parte ser disponibilizada já no último trimestre de 2020.

António Costa afirma que esta retoma com “o reforço do QFP em 750 mil milhões de euros, assegurado pela emissão de dívida pela UE e repartido pelos Estados-membros maioritariamente através de subvenções, somado aos 540 mil milhões de euros de financiamento já aprovados, permite uma resposta robusta à crise sanitária, económica e social“.

O ministro da Economia, Mário Centeno considera que a proposta de distribuição segue um princípio de solidariedade, onde se beneficiam os países mais afetados de forma temporária para fazer frente aos efeitos da pandemia.

Deste pacote, Portugal receberá 26,3 mil milhões de euros (caso venha a ser aprovado nestes termos), 15,5 mil milhões de euros a fundo perdido e 10,8 mil milhões de euros em empréstimos.

O valor diz respeito a cerca de 13% do PIB português do ano passado e a aproximadamente 3,5% do valor total do fundo de 750 mil milhões de euros.

A Comissão Europeia tem também em mãos a proposta para o Quadro Financeiro Plurianual (QFP) 2021-2027 com um montante de 1,1 biliões de euros, adicional ao Fundo de Recuperação.

A estes dois instrumentos, juntam-se outras medidas de curto prazo aprovadas pelo Conselho Europeu no valor de €540 mil milhões: linha de financiamento até 240 mil milhões de euros – Mecanismo Europeu de Estabilidade; fundo de garantia até 200 mil milhões de euros para empresas em dificuldades – Banco Europeu de Investimento e o SURE até 100 mil milhões de euros, para financiar lay-offs  e combater o desemprego para apoio ao mercado laboral no seguimento da pandemia.

Ao todo são 2,4 biliões de euros para potenciar a produtividade da economia e a competitividade das empresas dos estados-membros e para responder à crise que deverá registar uma quebra do PIB entre 8 e 12% na zona euro.

 

Ana Almeida
Marketing

SISTEMA DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

No passado dia 27 de Maio, a CEVAL deu continuidade ao seu rol de webinar, mas desta vez a intervenção prevista no projeto Alto Minho 4.0 deu lugar ao tema “Sistema de Avaliação de Desempenho”.

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Tratou-se de uma reflexão sobre promover um ambiente propício para o desenvolvimento dos colaboradores e do papel destes na estratégia da empresa, através da partilha da experiência com a implementação desta intervenção.

O conceito utilizado consiste num sistema de avaliação de eixo duplo, por um lado o desempenho medido através de indicadores e por outro lado o potencial medido através das suas competências.

Explicam-se as fases preparatórias do Sistema de Avaliação de Desempenho, tais como o revisitar o organograma, a construção do mapa de competências e o seu alinhamento com o Controlo de Gestão.

De seguida, são apresentadas as fases de implementação do Sistema de Avaliação com a variante da Avaliação 360º e a adoção de um sistema de remuneração variável.

Conclui-se o webinar com as vantagens do Sistema de Avaliação de Desempenho sob a perspetiva do colaborador, da chefia direta e da gestão.

Uma perfeita articulação entre a estratégia da empresa e os seus colaboradores passa por uma avaliação de desempenho assente numa matriz de critérios críticos para a função a que respeita e pela estreita relação da chefia direta com os seus colaboradores, prevendo momentos de feedback construtivo que permitam o desenvolvimento do colaborador.

Para rever ou assistir ao webinar basta clicar aqui.

O projeto Alto Minho 4.0 é financiado 50% a fundo perdido. Para mais informações, contacte-nos!

 

Edite Rodrigues
Estratégia & Desenvolvimento

APOIOS A FUNDO PERDIDO PARA MICROEMPRESAS E PME

Programa ADAPTAR
Adaptação da atividade empresarial ao contexto da COVID-19

100 milhões de euros de incentivo não reembolsável (fundo perdido) para apoiar a atividade das microempresas e PME com os seus projetos de investimento para adaptação dos seus estabelecimentos, métodos de organização do trabalho e de relacionamento com clientes e fornecedores, às novas condições de distanciamento físico no contexto da pandemia COVID-19, garantindo o cumprimento das normas estabelecidas e das recomendações das autoridades competentes.

ADAPTAR-COVID-19

Os concursos abertos ADAPTAR MICRO e ADAPTAR PME apoiam em 80% as Microempresas e 50% as PME, de todos os setores de atividade incluindo Comércio e Serviços, Alojamento e Restauração, Indústria e Transportes, com os custos envolvidos com a adaptação da atividade empresarial ao contexto da COVID-19. O programa apoia a aquisição de equipamentos de proteção individual, higienização e dispensa automática de desinfetantes, serviços de desinfeção das instalações, dispositivos de pagamento automático, abrangendo os que utilizem tecnologia contactless, domiciliação de aplicações, reorganização e adaptação de locais de trabalho e de layout de espaços, isolamento físico de espaços, dispositivos de controlo e distanciamento físico, sinalização vertical e horizontal, no interior e exterior dos espaços, consultoria para o redesenho do layout das instalações e para a elaboração de planos de contingência empresarial e manuais de boas práticas, consultoria especializada para a adaptação do modelo de negócio, entre outras despesas.

Beneficiários

Microempresas (empresas com menos de 10 colaboradores e volume de negócios anual ou balanço total não superior a 2 milhões de euros)

• PME (empresas com menos de 250 trabalhadores e um volume de negócios anual que não exceda os 50 milhões de euros ou o balanço total anual inferior a 43 milhões de euros e que detenham a correspondente Certificação Eletrónica)

Taxas de Financiamento

Microempresas

o 80%, sobre o total das despesas elegíveis com um limite mínimo de € 500 e um limite máximo de € 5 000
o Despesas elegíveis a partir de 18 de março de 2020

PME

o 50% de apoio sobre o total das despesas elegíveis para investimentos entre € 5 000 e € 40 000
o Despesas elegíveis realizadas após data da candidatura

Condições de Financiamento

• 50% do incentivo pago a título de adiantamento após assinatura de termo de aceitação
• 50% do incentivo pago com a análise do pedido de reembolso final a apresentar até 30 dias úteis após data de conclusão do investimento

Execução do Investimento

 • Os projetos, a contar da data de notificação da decisão favorável, têm de ter uma duração máxima de execução de 6 meses, com término até 31 de dezembro 2020

Dotação Orçamental

Microempresas € 50 Milhões

PME € 50 Milhões

o POCI: 5,1 M€ (Territórios Interior) + 11,9 M€ (Outros Territórios)
o Norte: 3,6 M€ (Territórios Interior) + 8,4 M€ (Outros Territórios)
o Centro: 3 M€ (Territórios Interior) + 7 M€ (Outros Territórios)
o Lisboa: 1 M€ (Outros Territórios)
o Alentejo: 2,4 M€ (Territórios Interior)+ 0,6 M€ (Outros Territórios)
o Algarve: 2,1 M€ (Territórios Interior) + 4,9 M€ (Outros Territórios)

Não se atrase. As candidaturas encerram a 30 de junho para as PME e para as Microempresas assim que a dotação se esgote. Para mais informações contacte-nos!