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STRATEGY & INTELLIGENCE

Estratégia e Controlo de gestão para PME

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Gerir nunca foi tão desafiante como nos dias de hoje. As PME estão agora num mercado mais complexo onde urge inovar os métodos e as técnicas de gestão para fazer frente aos DESAFIOS, mas não menos importante, agarrar as OPORTUNIDADES advindas deste mercado mais global e mais tecnológico.

 

Strategy & Intelligence é um serviço de metodologia própria Multisector, desenvolvida ao longo de anos de experiência no apoio às PME no domínio da inovação de gestão.

 

Uma metodologia construída para PME: incisiva, descomplicada e acessível.

 

Um serviço com uma abordagem única:

· MULTIDISCIPLINAR: envolvência de uma equipa de consultores de diferentes backgrounds (estratégia, finanças, engenharia, etc.);
· MULTIFUNCIONAL: impacto transversal em cada uma das áreas funcionais (administrativo financeiro, comercial, produção, etc.);
· MODELAR: com um plano de ação construído à medida de cada empresa e que leva em consideração a natureza dos negócios e as urgências de intervenção.

 

Depois de um processo Strategy & Intelligence, a empresa pode contar com um conjunto ferramentas de gestão construídas à medida, como por exemplo:

Plano estratégico;
→ Mapa de monitorização de KPI;
→ Modelo de governação;
→ Ferramenta de custeio e pricing;
→ Sistema de avaliação de desempenho;
 Metodologia de atribuição de prémio;
→ Mapa de competências;
→ Plano de Marketing e Vendas;
→ Estudos de viabilidade;
 Custeio de produtos e serviços;
→ Entre outras…

 

O nosso conhecimento permite ainda refletir os resultados destes trabalhos em requisitos de sistemas de informação e gestão, contribuído de forma eficaz para a digitalização do negócio.

 

Mas o impacto deste serviço vai muito além destes entregáveis, o processo de implementação de Strategy & Intelligence exige uma reflexão profunda da empresa sobre todos os níveis da gestão (topo, intermédia e operacional), uma responsabilização de toda a estrutura da empresa pela sua performance e uma gestão mais fluída e saudável para os responsáveis.

 

SEM COMPROMISSO, estamos a oferecer uma reunião de avaliação com a nossa equipa, e o desenvolvimento um plano de ação adaptado à sua empresa.

 

Entre em contacto connosco e conheça o que os serviços de Strategy & Intelligence têm para oferecer ao seu negócio.

 

Mais informação aqui!

Veja o nosso vídeo teaser aqui!

PT2020: O QUE AINDA ESTÁ POR APROVEITAR?

Numa altura em que Portugal se encontra a negociar com a Comissão Europeia o novo pacote dos fundos comunitários para o período pós 2020, importa perceber com o que podem contar as empresas e instituições portuguesas em matéria de financiamentos e investimentos prioritários para a economia nacional.

 

PT2020-O-QUE-AINDA-ESTA-POR-APROVEITAR

 

O PT2020 aproxima-se a passos largos do fim e, segundo o Governo, o valor acumulado de pagamentos às empresas entre 2016 e 2017 chegou aos 1,3 mil milhões de euros, sendo que a meta é fechar 2018 com um valor acumulado desde o arranque do programa de dois mil milhões de euros. Do ponto de vista da execução, estes valores são realmente positivos. No entanto, esta proximidade do fecho do programa, significa, também, que as taxas de compromisso dos vários programas operacionais estão a aproximar-se dos 100%.

 

O que podemos então esperar do PT2020 até ao final da programação? Naturalmente, menos concursos, dotações orçamentais mais baixas e condições de acesso e de avaliação mais apertadas. Resumindo, menos projectos financiados!

Para garantir o sucesso nos dois próximos anos, foi aprovada recentemente a reprogramação do programa, que visou, sobretudo, possibilitar a utilização complementar de diversas fontes de financiamento nacionais e europeias com o objectivo de maximizar o apoio dos fundos europeus ao investimento, ou seja, através de um reforço dos apoios via Sistema de Incentivos e a alavancagem através de instrumentos financeiros e linhas de crédito.

 

Estamos, portanto, num ponto de viragem: o fim do programa à vista e as últimas oportunidades para beneficiar dos fundos!

 

Neste momento, encontram-se abertos concursos para os Sistemas de Incentivo à Inovação e Internacionalização e, espera-se, que abram até ao final do ano novos avisos para apoio a projectos de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico. Mas estes podem muito bem ser os últimos num longo período de tempo. Acresce que a abrirem novos concursos em 2019, as dotações orçamentais poderão ser menores, limitando o número de candidaturas a apoiar.

 

Depois, pode ser tarde! E o Portugal 2030 vai trazer mudanças! Novas regras e menos euros…

Portugal 2030: o que esperar?

 

Segundo Jean-Claude Juncker, Presidente da Comissão Europeia o corte nos fundos para Portugal é uma questão incontornável. Em termos práticos, haverá redução ao nível da Política de Coesão, nas taxas de comparticipação e nos apoios para o desenvolvimento rural. No novo programa quadro, as grandes empresas poderão ficar fora dos sistemas de incentivo, as taxas de apoio a fundo perdido serão mais baixas, e os incentivos reembolsáveis serão mais frequentes.

 

De uma forma geral, a Comissão Europeia vai concentrar cerca de 40 instrumentos financeiros num só – o InvestEU. São 15,2 mil milhões de euros que pretendem alavancar investimentos de 650 mil milhões de euros. A palavra de ordem é simplificação e, consequentemente, redução da burocracia e uma gestão mais forte. Apesar da centralização, o âmbito de intervenção será diversificado, nomeadamente para os investimentos em infraestruturas (185 mil milhões de euros), investimento em investigação e inovação (200 mil milhões), PME (previsão de mobilização de 215 mil milhões de euros) e ainda investimentos sociais (50 mil milhões).

 

O novo instrumento vai promover também a complementaridade entre fundos, sendo que neste cenário estará em causa um empréstimo, com taxas de juro vantajosas, e não a concessão de verbas a fundo perdido (ainda que apenas parcialmente.

 

Mas as dúvidas ainda são muitas!

 

Certezas, só o PT2020. É, por isso, tempo de olhar para o programa e agarrar as últimas oportunidades. A Multisector pode ajudar. Contacte-nos!

 

Cláudia Martins
Diretora do Departamento de Gestão de Projetos

BATERIAS DE ESTADO-SÓLIDO | UMA DAS ATUAIS INOVAÇÕES DISRUPTIVAS

O recurso a baterias de Estado-Sólido surge como uma das possíveis grandes inovações que podem solucionar alguns dos principais problemas na transição dos veículos a combustão interna para os veículos elétricos.

 

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A verdade é que os “prometidos” veículos elétricos estão finalmente a ganhar espaço no mercado. Se até aqui eram um objeto para entusiastas que tiravam partido dos vários lugares livres de estacionamento com postos de carregamento exclusivos – e pouco usados – para carros elétricos, hoje encontramos facilmente estes lugares ocupados com viaturas de ar futurista ligados por um intrincado cordão umbilical a um posto de carregamento.

 

Contudo, atualmente ainda não existe no mercado um veículo elétrico que se apresente com a mesma conveniência de abastecimento, autonomia e durabilidade que um veículo a combustão interna. Porém a evolução da tecnologia de baterias no estado-sólido pode romper com a atual situação.

Atualmente a tecnologia de baterias recarregáveis mais recorrente é conhecida por ‘baterias de ião de lítio’, que são amplamente utilizadas em smartphones, computadores e outros equipamentos eletrónicos portáteis. Contudo a tecnologia atual utiliza eletrólitos orgânicos em estado líquido que colocam vários desafios ao nível da durabilidade, armazenamento e, particularmente, ao nível da segurança.  Acontece que este tipo de bateria recarregável que facilmente qualquer pessoa tem no seu bolso é passível de ser corrompida ou sofrer o fenómeno de “thermal runway” caso seja exposta a altas temperaturas e/ou condições de sobrecarga. Na prática pode ocorrer vazamento e em casos extremos incinerar-se ou explodir. Para prevenir estes fenómenos a indústria implementa circuitos de proteção e mecanismos de segurança que incrementam a complexidade e custo destas baterias.

 

Em contraste com as ‘baterias de ião de lítio’ as baterias de estado-sólido utilizam um eletrólito sólido (all-solid-state batteries é o termo algo-saxónico atualmente usado nos meios científicos) sendo consideradas muito resistentes ao fogo e sem risco de vazamento. No relatório do Citi Research que identifica as Baterias de estado-sólido como uma das 10 tecnologias disruptivas sobre as quais devemos “refletir” este ano, é também apontado que estas baterias apresentam também uma maior durabilidade, menor deterioração da performance dada a maior resistência térmica. Consequentemente os sistemas de arrefecimento podem ser mais simples, sendo as baterias nesta tecnologia serão mais fáceis de conceber ocupando menos espaço, entre outras vantagens.

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Ilustração 1 – Bateria de iões de Lítio (esquerda) Vs Bateria de estado-sólido (direita). Fonte: Citi Research

 

Os primeiros eletrólitos terão sido desenvolvidos nos anos 70. Contudo apresentavam uma condutividade iónica insuficiente. Com a crescente procura de formas mais eficientes de armazenas energia a comunidade científica direcionou esforços para conseguir evoluir a performance das baterias tendo sido descobertos recentemente eletrólitos em estado sólidos com “condutividade semelhante ou superior” aos eletrólitos em estado líquido, fazendo renascer o interesse nesta tecnologia.

 

Em Portugal é de destacar o trabalho da investigadora Maria Helena Braga, professora da FEUP que tem vindo a desenvolver trabalho de investigação no âmbito dos eletrólitos cerâmicos, dividindo o seu tempo com a Universidade do Texas. De acordo com uma entrevista ao jornal Observador a investigadora publicou pela primeira vez sobre a tecnologia de eletrólitos de vidro em 2014, o que terá dado origem a um contacto da Universidade do Texas tendo sido desafiada a trabalhar com “John Goodenough – considerado o “pai” das baterias de iões de lítio – e atual entusiasta do trabalho da investigadora portuguesa.

 

Estudos publicados neste último ano pela equipa da qual a investigadora faz parte mostram resultados muito promissores ao nível da capacidade de armazenamento e durabilidade das baterias utilizando eletrólitos sólidos, sendo também recorrente a utilização de iões de sódio a par de lítio.

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Ilustração 2 – Os resultados publicados no artigo Nontraditional, Safe, High Voltage Rechargeable Cells of Long Cycle Life (2018), surpreenderam a comunidade científica, uma vez que a performance da bateria mostrou incrementar ao longo dos ciclos de carga/descarga.

 

A nível da indústria, a Toyota anunciou já em 2017 que até 2022 pretende colocar no mercado viaturas equipadas com baterias de estado sólido. Volkswagen, Hyundai Motor, Nissan Motor e BMW estão também na corrida tendo vindo a investir significativamente em empresas especializadas na tecnologia com o intuito de chegar ao mercado ainda antes de 2025.

 

Fruto do nosso trabalho de vigilância tecnológica, a Multisector está atenta às inovações no sector da mobilidade elétrica. Este setor está hoje em franco crescimento, e a Multisector, enquanto consultora, tem vindo apoiar os nossos parceiros na captação de investimento para desenvolvimento de projetos neste sector. A tecnologia de baterias de estado-sólido pode significar uma revolução significativa na mobilidade elétrica e potenciar o surgimento de novas oportunidades para as nossas PME .

 

Pedro Reis
Consultor de I&D

CAPACITAÇÃO E DIGITALIZAÇÃO DO TECIDO EMPRESARIAL

A Multisector tem como missão dinamizar o tecido empresarial e identificar oportunidades que promovam o desenvolvimento do mesmo.

Foi neste sentido que abordou as associações empresariais CEVAL – Conferação Empresarial do Alto Minho e APF – Associação Portuguesa de Fundição para com elas desenvolver um plano de ação modular de várias naturezas e adaptável às necessidades das empresas, focado na implementação de tecnologias e soluções especializadas na Capacitação e Digitalização de processos e Estratégia empresarial.

Nascem assim dois projetos:

 

1.

ALTO MINHO 4.0, promovido pela CEVAL para alavancar a competitividade, a capacitação e digitalização das PME da região.

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O ALTO MINHO 4.0 consiste no desenvolvimento de atividades que permitam aumentar a competitividade global das PME envolvidas, através da introdução das melhores práticas (benchmarking), novas metodologias organizacionais, de estratégia e suporte à digitalização do negócio através do recurso a TIC para desmaterialização de processos.

O objetivo é apoiar um primeiro grupo de PME que seja uma referência de Boas Práticas para a transversalidade do tecido empresarial e através da disseminação dos resultados promover o investimento das empresas neste domínio, contribuindo assim para o desenvolvimento sustentável da região.

O Plano de Ação é versátil e adaptável às necessidades das empresas de acordo com o seu estado de maturidade no novo paradigma da Economia 4.0, permitindo que estas acedam de forma competitiva a serviços e soluções de digitalização em estado de arte e em condições competitivas. O público-alvo do projeto são as empresas de todos sectores de atividade do Alto Minho.

 

2.

ECOMETAL 4.0 promovido pela APF para impulsionar o desenvolvimento sustentável, a competitividade e digitalização das PME do sector da metalurgia.

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O ECOMETAL 4.0  foi desenhado a pensar na incorporação dos princípios de ecoeficiência, da economia circular e transformação digital nas empresas, como forma de promover a competitividade das mesmas no setor da fundição, acelerando o processo de revolução 4.0. pela introdução de serviços e soluções tecnológicas em estado de arte nestes domínios.

O Plano de Ação está focado na implementação novos métodos organizacionais, tecnologias e soluções de Economia Circular e Transformação Digital, passando ainda pela Eficiência Energética, com vista não apenas a capacitar as organizações para os novos paradigmas da economia, mas também a aumentar a competitividade global dos seus negócios utilizando as melhores práticas de inovação do sector (benchmarking).

O Projeto tem como público-alvo as PME industriais portuguesas do sector da metalurgia, nomeadamente empresas ligadas à fundição.

Ambos os projetos nasceram da constatação das dificuldades que as PME estão a sentir para se adaptarem à era da digitalização, não permitindo que estas materializem em resultados tangíveis as oportunidades e vantagens que a integração de tecnologias da indústria 4.0 premedita.

A Multisector para além de parceira nestas iniciativas colabora com as associações na elaboração das candidaturas deste dois projetos ao Sistema de Incentivos Qualificação das PME, na modalidade de Projetos Conjuntos.

FUNDO 200M ABRE CANDIDATURAS

Depois de tão aguardadas, as candidaturas ao Fundo  200M abriram esta semana.

fundo200m

 

Esta nova ferramenta, sob a gestão da PME Investimentos, destina-se a co-investir em startups, portuguesas ou estrangeiras, em Portugal.

 

Os privados que queiram investir e apoiar o empreendedorismo vêem a sua aposta de investimento diminuída com a comparticipação do estado em igual medida.

Uma partilha de risco que pretende impulsionar o sector de capital de risco no país.

 

As candidaturas são realizadas online no site do fundo e devem ser submetidas pelos investidores privados.

 

São objetivos do 200M :

→ Atrair empresários e startups internacionais para Portugal.

→ Atrair fundos qualificados e empresas para investir no mercado Português.

→ Promover o investimento transfronteiriço entre investidores portugueses e internacionais.

→ Aumentar a atividade de Venture Capital em Portugal através da mobilização de investidores experientes que, para além do investimento financeiro, também permitem que as empresas adquiram conhecimentos técnicos, comerciais e de mercado, permitindo o desenvolvimento de melhores estratégias para fomentar a inovação, crescimento e internacionalização.

→ Estimular a incorporação ou capitalização de empresas, especialmente aquelas nos estágios iniciais (semente, startup, estágio posterior do empreendimento – séries A e B).

BEM-VINDOS DE FÉRIAS!

BEM-VINDOS_depois-das-ferias-news

 

 

Depois da época de férias, a melhor forma de retomar o ritmo é planear como vamos fechar o ano em grande.

 

Neste final de ano, a Multisector está a acompanhar vários projetos que se podem traduzir numa oportunidade para as empresas inovarem de forma competitiva e que reforçam o nosso posicionamento como especialistas em estratégia, inovação e financiamento empresarial.

Em execução:

 

∴ CCG | Transferência de tecnologia ∴
 Até ao final do ano, este projeto apresenta diversas dinâmicas para apoiar as empresas no desenvolvimento e aplicação de tecnologias de computação gráfica. O fim último é encontrar projetos de investigação em cooperação com as empresas que gerem inovação e valor acrescentado. Os mecanismos deste projeto oferecem às empresas a oportunidade de ter apoio especializado para aferir a viabilidade técnica e financeira, para que os projetos possam ser implementados no curto prazo.

Consulte aqui: http://www.ccg.pt/my-product/siac-tt/

 

∴ ATIVAR – IPVC ∴ 
Transferência de tecnologia para a região Norte
. As competências de investigação do IPVC estão ao serviço da região do Alto Minho e arredores.
No final deste ano serão anunciados os primeiros prémios ATIVAR, serão desenvolvidos eventos de networking para identificação de oportunidades de investigação aplicada e ainda reforçado o mecanismo de “desafios empresariais” onde o IPVC analisa os problemas das empresas para propor soluções.

Veja o vídeo aqui: http://www.ipvc.pt/ativar

 

∴ People & Performance – AIP ∴ 
Sistema de Controlo de Gestão e Avaliação de Desempenho para PME.
A Multisector até dezembro irá terminar a implementação de mais de 10 sistemas de controlo de gestão estratégica. Sistemas que são “fatos à medida” através de uma metodologia inovadora que permite às PME integrarem métodos de planeamento e controlo equivalentes às grandes multinacionais.

Em planeamento:

 

Estamos a construir projetos em parceria com associações regionais e sectoriais e entidades de investigação aplicada nos seguintes âmbitos:

 

∴ Indústria 4.0 ∴
Apoio às empresas na digitalização dos seus processos de negócio e numa lógica de integração de tecnologia e metodologias de controlo de gestão para otimizar o impacto da entrada das empresas na era da digitalização.

 

∴ Economia circular ∴ 
Abordagem concertada e diferenciada em vários sectores de atividade, para acelerar o processo de integração de tecnologias e processos relacionados com a ecoeficiência, eco inovação e simbiose industrial.

 

Entre em contacto connosco para conhecer melhor estes projetos e averiguar se a sua empresa pode beneficiar das várias ações previstas.

 

Irina Machado
Estratégia & Desenvolvimento
irina.machado@multisector.pt

CONTROLO DE GESTÃO | “TODOS DIFERENTES, TODOS IGUAIS”

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Nas duas edições anteriores da nossa Newsletter, abordamos o Controlo de Gestão enquanto ferramenta de apoio à gestão eficaz e eficiente das empresas, em que o foco para a tomada de decisão é sempre o cliente.

 

Dada a relevância do tema e as vantagens decorrentes da implementação de sistemas de controlo de gestão nas empresas, a Multisector decidiu aprofundar a questão e apresentar ao longo das próximas edições as fases para a intervenção nesta área – Diagnóstico, Arquitetura, Implementação e Monitorização.

 

Comecemos pelo princípio!

A importância da fase de diagnóstico

 

O Controlo de Gestão é um instrumento de monitorização da performance do negócio, que leva em consideração métricas, padrões e tendências e, não menos importante, a estratégia da empresa e os objectivos de negócio.

 

A primeira ação do Controlo de Gestão é a realização de um Diagnóstico rigoroso! Apesar de não se tratar da fase em que os problemas, falhas ou limitações são solucionados, é através do diagnóstico que os gestores conseguem identificá-los. Uma vez identificados, será possível geri-los (prioridades de intervenção), por forma a diminuir riscos e a alavancar oportunidades.

 

O diagnóstico é uma boa prática estabelecida e incontornável, mesmo nas ações do quotidiano percebemos que a primeira ação para a resolução de qualquer problema/anomalia é analisar (diagnosticar), para depois proceder à intervenção/rectificação. Permitam-nos as seguintes comparações:

Vamos ao médico com ou sem dor. Primeira ação? Diagnóstico

Levamos o carro à oficina. Primeira ação? Diagnóstico

Pedir assistência técnica para uma máquina industrial. Primeira ação? Diagnóstico

 

Concluindo, o diagnóstico como primeira atitude para a tomada de decisão está presente no nosso dia-a-dia.

Fazendo um paralelismo com as empresas, a diferença está na complexidade. Tratando-se de sistemas orgânicos e complexos, o diagnóstico deve ser estruturado e adaptado a cada empresa, para que responda eficazmente a cada realidade empresarial e a todos os seus elementos: gestores, parceiros, colaboradores, fornecedores, clientes e até a sociedade em geral. Na realização do diagnóstico empresarial é imprescindível “ouvir” e analisar cada um destes atores.

 

Apesar das metodologias diagnóstico serem baseadas em boas práticas, o diagnóstico resulta em conclusões únicas para cada realidade!

 

Vejamos o caso do médico: apesar de utilizar diferentes instrumentos de diagnósticos (raio X, termómetro, etc..) acaba por ajustar os tratamentos às características individuais de cada paciente (idade, género, peso, altura, história clínica, etc..)

No caso das empresas, podemos analisar o nível de rentabilidade do negócio, as margens de lucro, se a utilização dos recursos é eficiente, se apostam na diversificação produtos e/ou clientes, se estão preparadas para a internacionalização, etc. O diagnóstico irá sempre resultar em propostas de intervenção diferentes consoante a área de negócio, a dimensão da empresa, a localização, ou outras variáveis específicas de cada organização. Por exemplo, as margens de negócio de uma empresa de serviços, são naturalmente diferentes das de uma indústria transformadora, pelo que o indicador “margem de lucro” não é um indicador por si só.

 

Sendo que cada empresa é única, também o diagnóstico tem que ser feito à medida! Só desta forma a Arquitetura do Sistema de controlo de Gestão (plano de ação, onde se alinham as pessoas, sistemas informáticos e procedimentos), será ajustado às necessidades.

Mas isto é tema para a próxima newsletter… não percam… porque nós também não.

 

João Lacão
Estratégia Empresarial

QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO PME | APOIOS DISPONÍVEIS

Qualificação e Internacionalização PME

 

Foram publicados dois concursos no Domínio da Competitividade e Internacionalização, no âmbito do Sistema de Incentivos à QUALIFICAÇÃO e à INTERNACIONALIZAÇÃO DAS PME, na modalidade de projetos individuais e com uma dotação de 97,5 milhões de euros ( 29,5 e  68 milhões de euros respectivamente).

Dois apoios disponíveis para o reforço das capacidades de organização e de gestão e o conhecimento, a prospeção e a promoção nos mercados internacionais das empresas .

 

QUALIFICAÇÃO DAS PME | AUMENTO DA COMPETITIVIDADE
As candidaturas encerram a 28 de Setembro de 2018

Projetos individuais de qualificação das estratégias de PME nos seguintes domínios imateriais de competitividade:

• Inovação organizacional e gestão
• Economia digital e tecnologias de informação e comunicação (TIC)
• Criação de marcas e design
• Desenvolvimento e engenharia de produtos, serviços e processos
• Proteção de propriedade industrial
• Qualidade
• Transferência de conhecimento
• Distribuição e logística
• Eco-inovação

INTERNACIONALIZAÇÃO DAS PME | EXPORTADORES
As candidaturas encerram a 31 de Outubro de 2018

Projetos individuais de internacionalização de PME que visem os seguintes domínios:

• O conhecimento de mercados externos
• A presença na web, através da economia digital
• O desenvolvimento e promoção internacional de marcas
• A prospeção e presença em mercados internacionais
• O marketing internacional
• A introdução de novo método de organização nas práticas comerciais ou nas relações externas
• As certificações específicas para os mercados externos

Despesa mínima elegível: 25 mil euros 
Localização: Todas as regiões NUTS II do Continente
Taxas de Financiamento das Despesas Elegíveis: 45% para as regiões Norte, Centro, Alentejo e Algarve e 40% para Lisboa
Período de execução: 2 anos

 

Está na hora de perceber se a sua EMPRESA e o seu PROJETO têm enquadramento nestas oportunidades de financiamento. Podemos ajudá-lo!

Entre em contacto connosco e numa primeira abordagem e de forma SIMPLES e DIRETA podemos elucidá-lo.

NÃO ESPERE PELA ABERTURA DOS CONCURSOS

É mesmo verdade! Agora, já pode iniciar o seu projeto de investimento sem risco de perder o apoio do Portugal 2020.

Até hoje, nunca foi possível iniciar a execução dos projetos em data anterior à apresentação da candidatura.

 

Novo mecanismo Pré-Registo Inovação

 

Trata-se de um pré-registo do investimento, possibilitando que as Empresas iniciem os investimentos antes do(s) concurso(s) Portugal 2020 abrirem.

 

Este novo mecanismo é aplicado a projetos de inovação empresarial e empreendedorismo que, inerente ao planeamento, têm urgência em iniciar. Ou seja, o mecanismo possibilita iniciar os investimentos (trabalhos) e aproveitar as oportunidades de mercado.

Conheça em detalhe os avisos publicados e destinados à realização do pré-registo de candidatura (registo do pedido de auxílio) com as respectivas propostas de investimento, que posteriormente poderão ser completadas e apresentadas numa candidatura, aquando da abertura dos concursos aos sistemas de incentivos abaixo indicados:

 

Sistema de Incentivos – Inovação Produtiva (Aviso N.º 16/SI/2018 – Registo de Auxílio SI Inovação Produtiva)

 Sistema de Incentivos – Empreendedorismo Qualificado e Criativo (Aviso N.º 17/SI/2018 – Registo de Auxílio SI Empreendedorismo Qualificado e Criativo)

 

Não adie mais o seu projetocontacte-nos!

MULTISECTOR É ENTIDADE ACREDITADA NOS VALES: COMÉRCIO E ECONOMIA CIRCULAR

A Multisector é entidade acreditada para a prestação de serviços no âmbito do Vale ComércioVale Economia Circular.

No caso do Vale Comércio, os serviços estão destinados à preservação e promoção de estabelecimentos comerciais de interesse histórico, cultural ou social, bem como à dinamização de PME das áreas do Comércio, Restauração e Serviços.

De forma resumida, pode contar com a Multisector para financiar a aquisição de serviços de consultoria nas seguintes vertentes:

• Inovação Organizacional e Gestão:
Definição de Modelos de negócios que preservem o património cultural, etnográfico e gastronómico;
  Modelos de organização de trabalho que promovam a gestão eficiente de recursos energéticos;
→  Estudos de comportamento do cliente;
  Otimização de soluções de logística e distribuição.

• Economia Digital e TIC:
→  Definição de Modelos de negócios voltados para a economia digital, que façam uso de ferramentas de marketing digital e da aposta na recolha / tratamento de dados;
→  Utilização de sistemas de gestão integrados para desmaterialização das relações com clientes e fornecedores.

 

No âmbito do Vale Comércio, o incentivo máximo é de 5 000€, valor este que representa uma oportunidade para se juntar a um conjunto vasto de empresas que já usufruíram dos serviços da Multisector para apanhar o comboio da revolução digital.

Relativamente ao Vale Economia Circular, os serviços visam promover alterações estruturais no paradigma económico nacional, pretendendo-se um tecido económico cada vez mais capaz de garantir que “o valor dos produtos, materiais e recursos se mantém na economia o máximo de tempo possível e a produção de resíduos se reduz ao mínimo”.

Visando apoiar a transição do tecido empresarial nacional para uma economia circular, que promova um crescimento sustentável, pode aproveitar o nosso know how nas seguintes áreas:

• Eco-design de processos e produtos:
Implementação de processos e produtos menos intensivos em recursos, dando prioridade à utilização de materiais renováveis, incluindo materiais recicláveis e ou de base biológica, e com menor perigosidade e risco (para as pessoas e o ambiente);

• Eco-eficiência:
→ Desenho de modelos de produção mais eficientes e mais limpos, produzindo mais, ao menor preço, com menos recursos, menos resíduos e menor impacto sobre o ambiente;

• Eco-inovação:
→  Desenvolvimento de processos de produção, serviço ou método de gestão de negócio inovadores;

• Simbioses industriais
  Desenho de parcerias estratégicas de negócio entre entidades que colaboram no uso eficiente dos recursos;

• Extensão do ciclo de vida dos produtos:
  Definição de modelos de negócio assentes em princípios que potenciem a manutenção, reparação, recondicionamento e remanufactura de produtos;

• Valorização de subprodutos e resíduos:
→  Promoção de iniciativas que visem a utilização inovadora de materiais provenientes de fluxos específicos de resíduos ou processos inovadores de fabricação de produtos a partir de resíduos/subprodutos;

• Novos modelos de negócio, desmaterialização e transformação digital:
→  Desenho de modelos empresariais baseados na locação, partilha, reparação, atualização ou reciclagem.

 

Com incentivo máximo de 7 500€, o Vale Economia Circular, representa uma oportunidade para as PME promoverem no seio das suas organizações um crescimento cada vez mais sustentável.

Se a sua empresa necessita de apoio em qualquer uma destas áreas,  a Multisector coloca ao seu dispor uma equipa especializada com larga experiência na prestação destes serviços.

 

Contacte-nos, a abertura destas candidaturas está para breve.

 

Paulo Lopes
Dept. Gestão Empresarial