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ATUALIZAÇÃO DA POLÍTICA DE PRIVACIDADE

A Multisector reforçou o compromisso na proteção dos seus dados pessoais.
Atualizámos a nossa Política de Privacidade em conformidade com o novo Regulamento Geral de Proteção de Dados.

 

Consulte a nossa política de privacidade no link abaixo e saiba o que fazemos com os dados solicitados ao subscrever a nossa newsletter e ao preencher o nosso formulário de contacto.

 

POLÍTICA DE PRIVACIDADE 

 

Caso pretenda alguma informação adicional ou esclarecimento, não hesite e por favor contacte-nos para o endereço eletrónico info@multisector.pt

 

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O IMPACTO DA TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA NA SAÚDE, INDÚSTRIA E CONSTRUÇÃO

THINK TANK

O CCG (Centro de Computação Gráfica) realizou uma sessão Think Tank, dedicada à temática “Computação Gráfica e Visão por Computador”, no dia 23 de maio, nas suas instalações, no Campus de Azurém da Universidade do Minho, em Guimarães.

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Dinamizado pela Multisector em conjunto com o CVIG (Computer Vision Interaction and Graphics), o Think Tank teve como objetivo identificar e validar as potencialidades da aplicação das tecnologias da computação gráfica a setores estratégicos: Saúde, Indústria e Construção Civil & Imobiliário.

 

Depois de uma receção das cerca de 30 personalidades de referência do mundo empresarial, investigação e outras entidades, formaram-se 3 grupos de discussão (Saúde, Indústria e Construção), com o objetivo de recolher uma visão eclética sobre as temáticas em discussão, assim como identificar oportunidades de investigação aplicada e transferência de tecnologia.

 

Na mesa de saúde foram abordadas as temáticas centrais da aplicação das tecnologias da visão por computador às atividades de diagnósticos médico e outras aplicações, encontrando-se desafios e oportunidades assim como uma análise do potencial de valor que estas tecnologias poderão vir a gerar a curto prazo para cada um dos players.

 

O grupo de discussão da indústria têxtil dedicou-se ao debate das vantagens da inspeção ótica automática em diferentes fases do processo produtivo, assim como as vantagens das soluções de deteção, reconhecimento e seguimento de objetos e pessoas.

 

Quanto à área da construção e imobiliárioo foco esteve na colaboração remota e local com realidade mista, nos sistemas de visualização de informação de projetos, imóveis no espaço alvo final, na criação de ambientes virtuais para simulação e prototipagem e ainda na criação de sistemas de customização de espaços e produtos.

 

Esta ação decorreu no âmbito da promoção do CCG como centro de transferência de conhecimento científico e tecnológico, um projeto dinamizado pela Multisector focado no desenvolvimento do posicionamento do CCG junto do tecido empresarial e no reforço do seu papel como agente de valorização de conhecimento e tecnologia pela sua aplicação no mercado.

ALENTEJO COMO SINÓNIMO DE TECNOLOGIA E INOVAÇÃO

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O Parque do Alentejo de Ciência e Tecnologia (PACT) avança com a expansão das suas instalações: a construção de mais dois edifícios.

O objetivo é atrair e acolher aproximadamente 60 empresas das áreas das tecnologias, da saúde e da aeronáutica.

O investimento de €5 milhões será concretizado até 2020 e um dos edifícios deverá ser exclusivo ao sector aeronáutico.

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Soumodip Sarkar, presidente executivo do PACT, igualmente conhecido como centro de inovação, conhecimento e tecnologia localizado em Évora, acredita que a cidade irá desempenhar um papel fulcral para o desenvolvimento regional e para o país, no âmbito do empreendedorismo.

 

O parque tecnológico conta com a Universidade de Évora (um dos membros fundadores e o maior acionista) e tem diversas valências e funções, nomeadamente:

 

→ Ser a ponte da transferência de conhecimento científico para o tecido empresarial

→ Captar spin-offs que sejam resultado de I&D da Universidade de Évora

→Atrair e fixar jovens empresários no Alentejo para dinamizar a região e combater a desertificação

→ Captar investimento e gerar emprego mais intensivo em conhecimento

→ Proporcionar a criação de novos projetos empresariais em cooperação com a rede de Incubadoras do Alentejo

→ Colaborar para a construção de um tecido empresarial capaz de enfrentar novos desafios

→ Potenciar a criação de sinergias, o crescimento e a projeção para o mundo da inovação do Alentejo

 

A região do Alentejo com este projeto reunirá em 2020 todos os recursos para atrair investimento.

 

Fonte: http://expresso.sapo.pt/economia/2018-05-19-Evora-quer-60-empresas-tecnologicas-da-saude-e-aeronautica#gs.Qno=H8Q

BUSINESS INTELLIGENCE VS MARKETING

MULTISECTOR NA UNIVERSIDADE DO MINHO

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O Business Intelligence (BI) é usado para tomar decisões de forma mais assertiva, sendo uma tendência em forte expansão a nível global com impacto no desenvolvimento de diversas áreas funcionais das organizações.

 

Para debater de que forma o Business Intelligence e o Marketing estão interligados, o evento contou com a presença e intervenção de João Soares (Consultor de Marketing & Business Development na Multisector – Innovation Consulting), Marco Escadas (Professor Assistente Convidado da Escola de Economia e Gestão, Universidade do Minho), Bruno Martinho (Investigador no Centro Algoritmi) e Filipe Portela (CEO da IOTECH).

 

No atual paradigma de economia 4.0, no qual a transformação digital é a sua base, a recolha, tratamento e análise de dados deixa de ser algo exclusivo a apenas algumas áreas funcionais de uma organização e passa a ser transversal a todas. A informação passa a ser a matéria-prima chave de qualquer organização e na área de marketing não é exceção. O marketing digital pode ser visto como a resposta mais óbvia à questão de como o Business Intelligence e o marketing se interligam, no entanto, foram levantados e discutidos casos de alto interesse que demonstram que o uso e abuso de informação pode ter um grande poder no desenvolvimento de ações de marketing estratégicas.

 

A sessão terminou com uma discussão aberta, juntamente com a audiência, de temas da atualidade como o novo Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD), o caso Cambridge Analytica e o seu impacto no desenvolvimento de estratégias de marketing político muito segmentadas e ainda, o famoso caso Target, empresa de retalho americana que gerou polémica depois do seu algoritmo de marketing automation ter reconhecido a gravidez de uma adolescente, antes do seu próprio pai, partindo da análise ao seu comportamento de consumo.

 

Este debate foi parte integrante do primeiro dia da Iniciativa “Empower Minho 2.0“, com o lema “Power to empower”, que decorreu de 7 a 9 de maio na Universidade do Minho tendo cada dia um perfil próprio, com palestras e sessões temáticas, workshops e contacto direto com empresas, respetivamente.

DE VENDEDOR A BUSINESS DEVELOPER

A ATIVIDADE COMERCIAL NA ERA DA DIGITALIZAÇÃO

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O futuro chegou! Os millennials vão dominar o mundo, as máquinas vão ser inteligentes, as moedas são virtuais, a comunicação é digital e quase que aposto que a Sophia será a melhor amiga de muitos dos entes de carne e osso a vaguear na terra.
Será que neste cenário as relações interpessoais cairão no ranking das coisas importantes? Quanto a isto já não aposto… mas sabemos que muitos desafios nos esperam e uma das profissões de maior sensibilidade será mesmo a atividade comercial. Aliás, esta é a atividade organizacional que mais mutações sofreu nas ultimas décadas, ora vejamos:

Anos 80: Vendedor
Anos 90: Comercial ou Técnico de Vendas
Anos 2000-2010: Gestor de cliente
Anos 2010–2020: Business Developer

O que este jogo de “termos” nos mostra é que apesar das várias mutações a atividade core de ter pessoas a relacionar as empresas com o mercado não desapareceu, apenas sofreu metamorfoses para se adaptar às tendências do mercado: mudou o nome, substituiu a intuição por técnica e multiplicou as formas de “vender”.

Mas então o que faz um bom profissional na área comercial? Partilho aqui algumas das características mais diferenciadoras e realmente competitivas de um bom Business Developer, Comercial, Gestor de Cliente, etc. que identifico nas empresas que vou conhecendo:

1. Conhecimento transversal da empresa que representam: um conhecimento intrínseco da empresa, da sua oferta, dos seus colaboradores é essencial para representar qualquer organização. Para além de demonstrar confiança torna-o capaz de identificar oportunidades de negócio e, de forma ágil, construir soluções para os seus clientes;

2. Comunicação assertiva e clara: a capacidade de transmitir informação é um característica essencial para qualquer atividade, mas para um comercial agrava a importância, considerando que é critico saber comunicar para estabelecer relações e negociar;

3. Resiliência e auto motivação: a atividade comercial é desgastante e pode até por vezes ser frustrante, pelo que a perseverança e o positivismo são duas máximas que fazem parte da receita do sucesso, assim como uma capacidade de gerir as próprias expectativas e as dos outros;

4. Foco no cliente: O cliente é o bem mais precioso de qualquer organização. Uma relação comercial sustentável é aquela que gera valor recíproco e só o enfoque no cliente permite conseguir a maximização do valor percebido;

5. Inteligência emocional (ou seja a capacidade de reconhecer e avaliar os seus próprios sentimentos e os dos outros) é uma característica essencial para um bom comercial. Colocarmo-nos no lugar do cliente para uma auto avaliação é uma boa prática e um ótimo exercício que permite a melhoria contínua de qualquer profissional.

Todas estas características estão assentes na capacidade de gerir relações interpessoais. Sou da opinião que, na era digital, a diferenciação das empresas passará pela sua capacidade de conseguir desenvolver estas relações, utilizando ferramentas digitais e acreditando nos seus profissionais para sofisticar ainda mais a atividade comercial.

O que se espera da organizações é uma boa gestão dos seus profissionais de vendas pela via da criação de instrumentos de apoio à venda sofisticados e na criação de disciplinas que otimizem o esforço comercial pela tradução deste em negócio.

A isto, na Multisector, chamamos Boost Sales, um serviço de consultoria que apoia a organização do seu departamento comercial colocando em harmonia o capital humano com as ferramentas digitais de suporte à atividade comercial.
Metaforicamente falando… a atividade comercial é quase como os discos em vinil… não são digitais mas o som é melhor e paga-se mais por isso.

“Nenhum homem é uma ilha”, já afirmava o poeta Jonh Donne no século XVII e nem imaginaria que hoje, 4 séculos depois, ele poderia escrever poesia num conjunto de teclas mais pequenas que as de um piano e lançá-las no mundo com um clique com maior facilidade que o uso da pena de ganso e o papel duro da época.

 

Irina Machado
Estratégia & Desenvolvimento
irina.machado@multisector.pt

INOVAÇÃO E FINANCIAMENTO… “UMA PESCADINHA DE RABO NA BOCA”

INSTRUMENTOS DE APOIO À CAPITALIZAÇÃO DAS EMPRESAS

 

Financiamento? Este é o principal entrave do desenvolvimento das nossas empresas! Já perdemos a conta de quantos seminários, notícias, livros e políticos se debruçam sobre a temática. Identificam-se os problemas e conjeturam-se hipotéticas soluções através de um qualquer exercício de benchmarking.

 

Inovação? Este é o caminho selecionado por Portugal e pela UE para aumentar o valor gerado e garantir a sustentabilidade económica no longo prazo. Pedimos às nossas empresas que sejam o motor da inovação, que invistam em I&DT e em pessoas qualificadas… Pedimos às nossas universidade que se aproximem do tecido empresarial e coloquem no mercado o conhecimento e tecnologia gerado dentro de portas. Apresentamos e estudamos profundamente os ecossistemas de sociedades inovadoras e queremos o Silicon Valley no quintal lusitano.

 

Parecem dois parágrafos independentes? Mas não são!

Inovação e Financiamento são um bom exemplo da chamada “Pescadinha de rabo na boca”.

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A primeira não vive sem a segunda… e a segunda pode ser mesmo a razão do “morrer na praia” de muito boas ideias.
Boas ideias… pois “De boas ideias, estão os bancos cheios”.
Chateia… mas a verdade é que a banca não é a solução para financiar a inovação. Primeiro porque a natureza da inovação incorpora sempre algum risco, e segundo grande parte dos promotores não satisfazem os requisitos do crédito mútuo, nomeadamente no que toca à prestação de garantias ou mesmo autonomia financeira (no caso de empresas já existentes).

 

Deixando a sabedoria popular de lado, podemos afirmar que vivemos um paradoxo em Portugal, onde precisamos de um tecido empresarial mais inovador, mas onde as soluções de financiamento são escassas e, muitas vezes, desajustadas àquelas que são as necessidades de financiamento dos projetos inovadores, ou seja, com risco.

 

Como consultores de inovação e financiamento de projetos, deparamo-nos numa base quase diária com a problemática do financiamento, somos persistentes e incansáveis na seleção das melhores fontes de financiamento e na sua negociação. Mas a verdade é que até os consultores começam a sentir dificuldade criativa (difícil… mas acontece) na determinação de um mix de financiamento que sustente os projetos. Tanto que, infelizmente, temos muitas vezes de informar os nossos clientes que, face às dificuldades de enquadramento, não é possível apoiá-los, aquilo a que eu chamo de conversa quadrada:

“ Caro promotor, o seu projeto não é quadrado, pois não tem enquadramento nos quadrados dos programas de financiamento disponíveis no quadro nacional”.

Deixando agora a ironia de lado, confesso que identifiquei uma pequena luz ao fundo do túnel, quando conheci as medidas de Fundo de Capital e Quase Capital (FC&QC) da IFD (Instituição Financeira de Desenvolvimento) que se traduzem em três linhas financiamento:

 

Linha de Financiamento a Entidades Veículo de Business Angels: destinam-se a projetos e empresas com elevadas perspetivas de crescimento e rentabilidade, por via de entidades de Veículo de Business Angels (BA) que visam o reforço dos capitais próprios das pequenas empresas, em fase de arranque e do empreendedorismo.

Linha de Financiamento Fundos de Capital de Risco: financiamento em forma de capital para criação de empresas em fase de arranque e reforço da capacitação empresarial das PME, para o desenvolvimento de novos produtos e serviços; Projetos inovadores ao nível de processos, produtos, organização ou marketing.

Linha de Financiamento Fundo 200M: financiamento de risco para projetos em fase inicial para suportar um plano de atividades elaborado, com vista a entrar num novo mercado de produto ou num novo mercado geográfico, desde que seja superior a 50 % do seu volume de negócios médio anual nos cinco anos anteriores.

Para além destas,  existe uma outra novidade que está em fase de regulamentação: Operações de Capital Reversível.

 

Estas têm como foco as PME economicamente viáveis, mas que se encontram descapitalizadas. Este produto permite capitalizar as empresas, aumentar os seus rácios de autonomia financeira, melhorar os níveis de qualidade de informação e o perfil de gestão e governance das PME.

 

As Operações de Capital Reversível consistem em investimentos nas empresas como capital, no entanto essa posição pode ser revertida a médio e longo prazo com a transformação dessas participações em empréstimos a médio e longo prazo, quando atingidos os objetivos de negócios e a capitalização inicialmente estabelecidos.

 

Caso para dizer que esperamos que esta Inovação chegue ao mercado rapidamente.

 

Irina Machado
Estratégia & Desenvolvimento
irina.machado@multisector.pt

ATIVAR IPVC

Gala de Apresentação

A 2ª Cimeira do IPVC acolheu o lançamento do projeto ATIVAR IPVC, projeto este que conta com o apoio da Multisector. A apresentação teve lugar no dia 12 de abril no Centro Cultural de Viana do Castelo, na frente ribeirinha da cidade, seguido de um cocktail no Navio-Hospital Gil Eannes, atracado na antiga doca Comercial.

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Este projeto ambicioso nasce da colaboração entre o IPVC e a Multisector e vem preconizar a sofisticação do ecossistema de Inovação constituído por alunos, investigadores e empresas, como salientou, Rui Teixeira, Presidente do IPVC. O mote do projeto é ATIVAR a realidade produtiva e empresarial da região através da cooperação e colaboração. O caminho a trilhar carateriza-se por uma adaptação entre as realidades distintas dos agentes do ecossistema, baseando-se num diálogo permanente. Estes esforços serão canalizados para a obtenção de respostas a necessidades específicas de investigação de acordo com a realidade de cada empresa.

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O IPVC apresenta estruturas humanas e físicas que permitem concretizar este objetivo. Por um lado, o Instituto detém um leque de competências e conhecimentos corporizados nos seus investigadores, discentes e numa unidade orgânica que se dedica à aproximação às empresas e à comunidade em geral, a Oficina de Transferência de Tecnologia, Inovação e Conhecimento. Por outro lado, possui laboratórios e equipamentos que se encontram ao dispor das empresas.

Carlos Rodrigues, Vice-Presidente do IPVC, reforçou que o projeto ATIVAR constitui-se como um instrumento para o desenvolvimento da relação existente com o tecido empresarial. Espera que da realização das atividades floresça diversas iniciativas de colaboração, criando-se no seio do IPVC rotinas para a Inovação e incremento da Competitividade da região.

O projeto ATIVAR vem imprimir uma mudança no paradigma do relacionamento entre academia e empresas através de interfaces inovadoras e atividades que permitem dinamizar e estreitar os laços de interdependência.

 

A Multisector tem assumido um papel fulcral no processo de transferência de tecnologia e valorização do conhecimento em diversos setores. O projeto ATIVAR IPVC é um bom exemplo. Assista ao vídeo de apresentação do projeto!

A Multisector está com o IPVC na dinamização e gestão deste projeto.

Convidamos a nossa rede a saber mais e a participar nas várias atividades.

Desafie esta equipa que está motivada em fazer mais pela inovação.

 

Edite Rodrigues
Consultora em Estratégia e Desenvolvimento
edite.rodrigues@multisector.pt

SI2E | CONCURSOS ABERTOS NO ALTO MINHO

No início do mês foram lançados dois concursos no âmbito do Sistema de Incentivos ao Empreendedorismo e ao Emprego (SI2E) para o território do Alto Minho.

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As candidaturas encerram a 29.06.2018, às 17h59m59s e o montante global dos apoios FSE e FEDER a conceder não pode exceder, por empresa, o limite de 200 000 euros num período de três anos.

O SI2E tem como principal objetivo apoiar projetos de criação, expansão ou modernização de micro e pequenas empresas e de promover a criação líquida de emprego.

 

GRUPO DE AÇÃO LOCAL COSTEIRO LITORAL NORTEAVISO N.º NORTE-M8-2018-24

Territórios de abrangência do GAL Costeiro Litoral Norte
Valença: União de freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão, São Pedro da Torre.
Vila Nova de Cerveira: União de freguesias de Campos e Vila Meã, União de freguesias de Reboreda e Nogueira, União de freguesias de Vila Nova de Cerveira e Lovelhe, Loivo, Gondarém.
Caminha: Lanhelas, Seixas, União de freguesias de Caminha (Matriz) e Vilarelho, União de freguesias de Moledo e Cristelo, Vila Praia de Âncora, Âncora.
Viana do Castelo: Afife, Carreço, Areosa, União de Freguesias  Viana do Castelo (Santa Maria Maior e Monserrate) e Meadela,  Darque, Anha, Chafé, Castelo do Neiva.
Esposende: Antas, União de Freguesias de Belinho e Mar, União de Freguesias de Esposende, Marinhas e Gandra, União de Freguesias de Apúlia e Fão.

Dotação Global: 550.000 (quinhentos e cinquenta mil euros)

Linhas prioritárias:

a) Qualificação de Operadores Marítimo-Turísticos do Litoral Norte| 250.000

b) Linha FSE Complementar de Apoio ao Emprego em Projetos FEDER Aprovados no SI 2E (FSE) / DLBC Costeira | 300.000

COMUNIDADE INTERMUNICIPAL DO ALTO MINHOAVISO N.º NORTE-M7-2018-25

Território de Intervenção NUTS III Alto Minho, da Região Norte
Arcos de Valdevez, Caminha, Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Ponte da Barca, Ponte do Lima, Valença, Viana do Castelo e Vila Nova de Cerveira.

Dotação Global: 1,2 milhões de euros

Apoiar exclusivamente projetos que promovam a criação líquida de emprego, através da criação do próprio emprego e/ou de contratação de trabalhadores, nas seguintes linhas de ação prioritárias da Estratégia Integrada de Desenvolvimento Territorial “Alto Minho 2020”:

a) Qualificação de Agentes de Animação Turística do Alto Minho (FEDER) | 500 000

b) Estruturação, promoção e comercialização integrada de pacotes turísticos do Alto Minho (FEDER) | 200 000

c) Linha FSE Complementar de Apoio ao Emprego em Projetos FEDER Aprovados no SI 2E (FSE) | 500.000

 

Se precisa de mais informações, contacte-nos!

O “VALE DA MORTE” DOS PROJETOS DE I&D

Venho falar de inovação, de frustrações profissionais e do “Vale da Morte”, esse lugar onde as ideias milionárias vêm para morrer.

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Inovação. Uma das principais Buzzwords da atualidade. Hoje, tudo é “inovador” e todos afirmam ser “inovadores”, mas como? Se a semântica da palavra ‘inovar’ nos leva ao ato de criar algo novo, uma ideia, método ou coisa que venha romper com os padrões anteriores, nos dias de hoje, quem realmente entende de inovação utiliza a palavra também num contexto de exploração económica, sendo que a verdadeira inovação é aquela que chega ao mercado.

Segundo um estudo da COTEC (2017), as PME mais inovadoras têm quase quatro vezes mais volume de negócios, EBITDA cinco vezes superiores e quase oito vezes mais lucro. Com isto é possível afirmar que a inovação compensa. Mas é difícil para uma PME inovar quando não possui recursos e/ou competências para Investigação e Desenvolvimento.

Segundo a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) existem em Portugal 307 ninhos destes que albergam cerca de 22 mil das melhores mentes nacionais e internacionais. Nos últimos anos, tenho tido a oportunidade de estar envolvido com algumas destas entidades. Estes ninhos com tecnologia de ponta e investigadores prodígios fervilham de ideias que literalmente podem mudar o mundo. São muitos milhões de euros em fundos europeus que financiam este desenvolvimento de projetos de várias naturezas e que visam a sua exploração económica junto das empresas.

A este processo, chamamos de Transferência de Tecnologia mas as práticas existentes não são tão lineares quanto a teoria. Muitos projetos fantásticos foram parar à gaveta depois de terminar o financiamento, isto porque, grande parte dos centros de investigação funciona por ciclos, ou seja, desenvolvem projetos com afinco durante a fase de financiamento, quando esta termina, passam para o próximo projeto aprovado para assegurar a subsistência.

Como consequência temos investigadores e cientistas embrenhados nos laboratórios com ideias revolucionárias, empenhando-se em atingir a excelência nas suas áreas de interesse, deixando do outro lado da porta as necessidades do mercado e da sociedade. É aqui que entram as minhas frustrações.

Esta realidade significa que além de milhões de euros de financiamento de fundos europeus irem parar às gavetas, temos um tecido empresarial composto por PME sem capacidades de I&D que se debatem para manter a sua competitividade enquanto existem ideias, tecnologias e produtos milionários literalmente à espera de ir para o mercado.

Esta lacuna entre o I&D e o tecido empresarial é partilhada a nível europeu. Recentemente participei num workshop de Indústria 4.0 com Dr. Erastos Filos (DG Research & Innovation ) da Comissão Europeia que apresentou a sua leitura sobre o estado atual da transferência de conhecimento e tecnologia e que partilhou que menos de 5% dos resultados de I&D chegam ao mercado de forma viável. Se pelo lado científico, a União Europeia está na frente da Investigação & Desenvolvimento de qualidade, junto com potências como os E.U.A., se analisada a Transferência de Tecnologia para o mercado, ficamos muito aquém. O resultado é um atraso do tecido empresarial no qual as empresas, para manter a sua competitividade, se vêem obrigadas a importar tecnologias sem saber que muitas vezes essas tecnologias já tinham sido desenvolvidas localmente, mas ficaram na gaveta depois da fase de financiamento público.

Grande parte dos projetos tecnológicos e científicos não alcança o mercado por não conseguirem sobreviver, fenómeno que na gíria científica se denomina de “Vale da Morte”, ou seja o espaço entre a prova de conceito e a sua exploração no mercado. É neste vale que muitas ideias morrem sem nunca amortizar o investimento realizado.

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Em suma, o processo de transferência de tecnologia não é linear mas sim um ciclo de cocriação de valor que envolve de igual para igual, empresas e centros de investigação muitas vezes apoiados por consultoras ou entidades de incubação que permitam impulsionar o desenvolvimento e marketing de produto alicerçado em estudos de mercado e na criação dos melhores modelos de negócio.

 

Na Multisector trabalhamos regularmente em Transferência de Tecnologia com empresas, centros de investigação e ensino superior, não imagina a quantidade de oportunidades que se criam desde a primeira conversa. Contacte-me!

 

JOÃO C. SOARES
Estratégia & Desenvolvimento
@: joao.soares@multisector.pt
Skype: joaoc.soares
Tlm: +351 962269096

SI2E LISBOA | ABERTURA DE 5 CONCURSOS

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Abriram este mês de Março cinco concursos para freguesias do município de Lisboa no âmbito do SI2E (Sistema de Incentivos ao Empreendedorismo e ao Emprego).

O SI2E Lisboa apoia micro e pequenas empresas com projetos de investimento até 100 mil euros de investimento, bem como novos projetos de empreendedorismo que assegurem a criação do próprio emprego.

Apresentam-se abaixo os territórios de intervenção por freguesia dos 5 concursos:

GAL URBANO REDE DLBC LISBOA, BAIRROS OUTROS/MISTOS + AUGI
Data de início: 23-03-2018 | Data de encerramento: 19-09-2018
AVISO LISBOA-M8-2018-14

Dotação orçamental: 101.438,20 €

 

Bairros da tipologia AUGI

Lumiar: Quinta do Olival

Santa Clara: Grafanil, Quinta da Torrinha, Quinta da Mourisca, Sete Céus, Galinheiras

Carnide: Azinhaga dos Lameiros/Azinhaga da Torre do Fato

Bairros da tipologia OUTROS/MISTOS

Areeiro: Portugal Novo

Beato: Ourives/Estrada de Chelas, Cooperativas – Rua João Nascimento Costa/Rua Carlos Botelho

Campolide: Bela Flor, Liberdade, Quinta do Tarujo

Marvila: Loios, Amendoeiras, PRODAC

Avenidas Novas: Rego (Bairro de Santos e PER)

Campo de Ourique: Sete Moinhos, Casal Ventoso

Penha de França: Horizonte

Alvalade: Bairro S. João de Brito/Pote de Água, Cooperativas 25 de Abril e Unidade do Povo

Alcântara: Cascalheira/Alvito Velho

Estrela: Rua Possidónio da Silva

Ajuda: Rio Seco

S. Vicente: Quinta do Ferro

 

GAL URBANO REDE DLBC LISBOA_ BAIRRO MUNICIPAL
Data de início: 23-03-2018 | Data de encerramento: 19-09-2018
AVISO LISBOA-M8-2018-13

Dotação orçamental: 165.334,98 €

Bairros da tipologia Municipal

Ajuda: Casalinho da Ajuda, 2 de Maio

Alcântara/ Campo de Ourique/Estrela: Quinta do Cabrinha/Quinta doLoureiro/Avenida de Ceuta

Santa Clara: Ameixoeira (PER), Charneca do Lumiar, Alta de Lisboa Centro

Alvalade: Murtas

Carnide: Padre Cruz, Horta Nova

Lumiar: Alta de Lisboa Sul, Alta de Lisboa Centro, Cruz Vermelha, Pedro Queiroz Pereira

Marvila: Flamenga, Condado, Armador, Quinta das Salgadas/Alfinetes, Marquês de Abrantes

Penha de França: Alto da Eira, Quinta do Lavrado

Olivais: Quinta do Morgado, Alfredo Bensaúde

Parque das Nações: Quinta das Laranjeiras, Casal dos Machados

S. Domingos de Benfica: Furnas

Beato: Empreendimento Municipal Rua João Nascimento Costa, Empreendimento Municipal Rua Carlos Botelho

 

GAL URBANO REDE DLBC LISBOA – BAIRRO HISTÓRICO
Data de início: 23-03-2018 | Data de encerramento: 19-09-2018
AVISO LISBOA-M8-2018-12

Dotação orçamental: 66.862,31 €

Bairros da tipologia Histórico

Carnide: Centro Histórico de Carnide

S. Vicente: Graça/Sapadores

Arroios: Pena, Anjos

Santa Maria Maior/S. Vicente/ Arroios: Alfama, Mouraria, Castelo

Santo António: S. José/Santa Marta (eixo)

Misericórdia: Rua S. Paulo (Eixo)

Lumiar: Paço do Lumiar

Marvila: Marvila Velha

Estrela: Pampulha

São Domingos de Benfica: Rua Direita da Palma

 

GAL URBANO + BENFICA
Data de início: 23-03-2018 | Data de encerramento: 30-04-2018
AVISO LISBOA-M8-2018-11

Dotação orçamental: 151.758,41 €

Benfica: Colina das Escolas e IPL, Bairro do Calhariz Velho, Bairro do Calhariz Novo, Zona Histórica, Bairro da Boavista, Bairro dos Funcionários da Cadeia de Monsanto, Bairro de Santa Cruz, Bairro das Pedralvas, Bairro do Charquinho, Estrada A-da-Moita

 

GAL ESTRELA (Urbano)
Data de início: 05-03-2018 | Data de encerramento: 07-05-2018
AVISO LISBOA-M8-2018-10

Dotação orçamental: 208.294,00 €

Estrela: Bairro histórico da Madragoa, Bairro da Lapa, Av. Infante Santo, Rua das Janelas Verdes

O incentivo é a fundo perdido, com uma taxa de apoio entre os 30% e os 50%. 

As despesas previstas estão diretamente envolvidas com o projeto/atividade e são imprescindíveis para a sua implementação/execução, nomeadamente:

Máquinas, equipamentos, software;
Estudos, diagnósticos, planos de marketing e projetos de arquitetura;
Criação de novas marcas;
Domiciliação de aplicações, adesão inicial a plataformas digitais, publicação de novos conteúdos;
 Marketing digital, publicação de conteúdos e adesões a plataformas digitais;
Participação em feiras e exposição no exterior;
Obras de remodelação;
Material circulante;
entre outras.

 

Se precisa de mais informações, contacte-nos!