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MULTISECTOR DINAMIZA WORKSHOP SOBRE I&DT

I&D é um motor para a competitividade das empresas e da nação 

 

A Multisector dinamizou o Workshop de Inovação Tecnológica – Candidaturas de I&DT no PT2020 que se realizou dia 31 de Janeiro, nas instalações da AERLIS e que contou com cerca de 40 participantes.

 

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A agenda da sessão teve como objectivos centrais:

 

1.
Sensibilizar as empresas quanto ao impacto positivo do investimento em I&DT
2.
Apresentar e caracterizar o ecossistema de incentivos do PORTUGAL 2020, para apoiar na identificação da melhor solução para cada tipologia de empresa e projeto
3.
Elucidar quanto aos processos e boas práticas de elaboração de candidaturas

 

O evento contou com o testemunho do CEO da Wintrust, Filipe Nuno Carlos que partilhou a sua experiência na utilização dos apoios de I&DT. Estes apoios permitiram o desenvolvimento de um projecto que consolidou a estratégia da empresa reflectindo-se em resultados positivos.

 

A Wintrust  é um exemplo de sucesso onde a I&DT e a visão estratégica foram ingredientes essenciais, do qual a Multisector se orgulha de participar.

 

Este workshop terá novas edições em breve!

OE 2018 | ALTERAÇÕES A REGISTAR

As principais alterações

oe2018_

 

ENTREGA DE IRS EM 2018

A entrega de IRS em 2018 só poderá ser efetuada através do Portal das Finanças.

Foram introduzidos 2 novos escalões de IRS, passando a tabela a constar de 7 escalões.

O novo Modelo 3 do IRS e seus respetivos anexos foram publicados em Diário da República (Portaria n.º 385-H/2017 2º Suplemento, Série I de 2017-12-29).

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SUBSÍDIO DE REFEIÇÃO

O valor do subsídio de alimentação até ao limite de 4,77 euros beneficia de exclusão de IRS a partir do dia 1 de janeiro de 2018.

Esta exclusão não se verificava em 2017, visto só estar isento o valor até 4,52 €.

 

VALES INFÂNCIA / EDUCAÇÃO 

Deixam de beneficiar da exclusão de tributação em sede de IRS os vales de educação atribuídos pela entidade patronal aos seus colaboradores, no entanto, continuam a beneficiar de tal exclusão os vales infância.

Tanto o vale de educação como o vale infância estão excluídos de TSU.

 

RENDIMENTOS OBTIDOS EM TERRITÓRIO NACIONAL

Passam a ser considerados rendimentos obtidos em Portugal as mais valias resultantes da transmissão onerosa de partes de capital.

 

CATEGORIA B – REGIME SIMPLIFICADO

Para efeitos de apuramento do rendimento tributável, é importante esclarecer que a dedução ao rendimento prevista está condicionada à verificação e validação de despesas suportadas.

Assim acresce ao rendimento tributado (75% e 35%) os rendimentos que resultam da diferença positiva entre os 15% dos rendimentos obtidos e o somatório das despesas suportadas e da dedução especifica (4104€).

 

Desengane-se quem pensa que pode vir a abater até 15% aos 75% dos rendimentos sujeitos a imposto, pois em causa está poder deduzir até 15% aos 90% do rendimento sujeito a imposto.

 

Exemplo prático para efeitos de cálculo do rendimento tributável.

 

Sabendo que,

 

Rendimento bruto: 40.000 euros

Total despesas validadas: 700 euros

 

_ Calculo dos 75% sobre o rendimento

=40.000 € * 75% = 30.000 €

 

_ Calcular do valor que vai acrescer aos 75% até ao limite de 15%

 

= (40.000 € * 15%) – 4.104 € (dedução especifica) – 700 € (despesas validadas)

=6.000 € – 4.104 € – 700 €

1.196 €

 

Total Rendimento Tributável = 31.196 € que corresponde a 78%¨¨ do rendimento bruto ¨¨(31.196 € / 40.000 € = 78%)

 

BENEFÍCIOS FISCAIS

Foi ampliado o beneficio fiscal, no que concerne à constituição de sociedades e aumentos de capital.

Se o OE de 2017 já contemplava as conversões de suprimentos ou de empréstimos de sócios em capital, além das entregas em dinheiro, agora para 2018 passa a poder realizar-se este aumento por conta de lucros e por conversão de créditos de terceiros.

O beneficio fiscal para entradas/aumentos de capital é de 7%/ano durante 6 exercícios, totalizando assim 42% das entradas.

 

 

Filipa Ilhéu
Managing Partner
Fórmula de Sucesso

O PAPEL DO BUSINESS INTELLIGENCE E ANALYTICS NA GESTÃO

Multisector na UMinho Exec

Destinada a executivos e chefias intermédias, a UMinho Exec realiza de 20 Janeiro a 24 de Fevereiro, o curso executivo intitulado de “People Analytics: Analisar para Gerir” como forma de fornecer aos responsáveis de recursos humanos, nas empresas, e aos executivos, um conjunto de ferramentas para uma tomada de decisão mais estratégica na gestão da empresa.

O objetivo da formação é trazer o mesmo nível de rigor nas decisões como acontece quando se toma decisões em outras áreas da gestão e engenharia, utilizando para isso um conjunto de ferramentas tecnológicas.

 

“O papel do Business Intelligence e Analytics na Gestão” foi o módulo lecionado por João Lacão, Diretor Executivo da Multisector em conjunto com Irina Machado, Diretora do Dpto. de Estratégia & Desenvolvimento nos dias 26 e 27 de Janeiro.

 

BUSINESS-INTELLIGENCE-E-ANALYTICS

 

A formação teve como principais objetivos dotar os participantes dos conceitos  mais importantes do Business Analytics de forma a perceber o potencial da integração deste conceito na gestão das empresas.

 

Para além de demonstrar o potencial foi crítico dar a conhecer os riscos e as dificuldades de um processo de implementação de BA, assim como a partilha das melhores práticas da Multisector para otimizar a implementação de ferramentas de BA.

 

A preocupação transversal prende-se com o alinhamento do BA com a estratégia e objetivos de desenvolvimento estabelecidos pela organização e a fidelidade do sistema de BA ao DNA único da organização que o implementa.

BUSINESS INTELLIGENCE vs BUSINESS ANALYTICS

Um exercício de simplificação de conceitos

 

Vivemos na era do Big Data e conceitos como BI (Business Intelligence) e BA (Business Analytics) são cada vez mais comuns no dia a dia das organizações. As empresas pioneiras na utilização de ferramentas de BI e BA foram grandes empresas multinacionais com uma grande capacidade de investimento e com uma maior sensibilidade para perceber que estas ferramentas têm um impacto profundo na competitividade de qualquer organização.

 

No entanto, hoje as ferramentas de BI e BA estão ao alcance das PME e o interesse em conhecer e utilizar estas ferramentas para o apoio à gestão é crescente e fundamentado. Mas vamos por partes.

 

“ A INFORMAÇÃO CERTA, NAS PESSOAS CERTAS, NO TEMPO CERTO”

 

Esta afirmação resume os conceitos de BI e BA que têm como objetivo central tratar dados do PASSADO em INFORMAÇÃO relevante para a tomada de decisão no FUTURO.

As palavras chave aqui são INFORMAÇÃO RELEVANTE. Nos dias de hoje, a informação gerada ao longo da cadeia de valor é dantesca e complexa. Dantesta pela quantidade e complexa pela variedade de naturezas e fontes de informação ao dispor de qualquer organização.

 

Ora esta informação de nada serve se não estiver organizada de forma a que possa ser transformada em CONHECIMENTO, ou seja, informação relevante para a tomada de decisão da GESTÃO.  Assim, BI e BA são conceitos que apresentam métodos de transformação de dados em informação para a gestão. Simples? Parece que sim.  No entanto continuamos a falar de BI e BA como se fossem um só conceito, afinal em que diferem?

 

Na verdade o grande objetivo do BI e BA é exatamente o mesmo,  daí a literatura ser ambígua nas suas definições e podermos encontrar várias leituras. Abaixo partilho as definições de alguns gestores que são referências nos domínios do BI e BA, mas não do mundo académico.

 

Compreender o passado para prever o futuro
By  van Rijmenam – CEO BigData Startups

“BI consiste em olhar para um espelho da organização de forma evolutiva de acordo com informação histórica de anos atrás ou mesmo minutos. Enquanto BA é o olhar sobre o futuro e tentar prever o que irá acontecer”

“O BA apoia na antecipação do que está para vir e o BI conta o que aconteceu”

—–

O BA é uma ferramenta do BI
by  Dr. Rado Kotorov – CEO Information Builders

“O termo BI é utilizado como referência às capacidades que uma plataforma tem para aceder à informação, gerir metadados, desenvolver ferramentas para o reporting,… o termo BA refere-se aos métodos de análise da informação conseguida pelo BI, ou seja, análise descritiva, preditiva, etc…  ou mesmo as aplicações e ferramentas que desenvolvem estas análises”

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BI é o Nome e BA é o Verbo
By Dipak Bhudia- CPA – Cleaer Analytics

“O BI é essencialmente um nome que inclui a aquisição, armazenamento, análise e reporting de informação do negócio e também do seu ambiente externo. O BA é mais um verbo, ou seja, o ato de descobrir informação relevante através das ferramentas e técnicas disponíveis para o efeito.”

—–

 

Estas definições resumem aquelas que são as principais diferenças entre BI e BA numa lógica de gestão e não de ciência e tecnologia.

Considerando aquela que é a realidade das empresas nacionais e a experiência da Multisector no apoio às empresas na integração de BI e BA nos seus negócios, partilho a nossa leitura:

O BI inclui todas as ferramentas e processos que permitem organizar as informações de todas as fontes de uma forma compreensível  para poder ser tratada. O BA inclui todo o tratamento desta informação para gerar informação precisa para a tomada de decisão.

 

De forma mais gráfica:

O entregáveis de BI são tabelas de dupla entrada – duas dimensões e o BA são mais cubos onde a informação podes ser combinada de várias formas – multidimensional.

 

BIvsBA

 

 

Irina Machado
Diretora Depto. Estratégia e Desenvolvimento

 

 

PT2020: CUMPRIR É A PALAVRA DE ORDEM

CUMPRIR

 

Enquanto o Governo estabelece como prioridade a aceleração da execução dos fundos comunitários, e tem vindo a revelar um número recorde de candidaturas, os problemas dos anteriores quadros comunitários mantêm-se: complexidade e incumprimento dos prazos continuam a ser as grandes barreiras por ultrapassar.

O que pode então ser feito para melhorar? Quem acompanha as empresas no terreno, percebe que o sucesso dos sistemas de apoio depende particularmente do cumprimento de prazos, tanto dos calendários de concursos e da análise das candidaturas apreesntadas, como no pagamento dos incentivos. A falta de informação concreta e os sucessivos adiamentos da abertura dos concursos e os atrasos na comunicação das decisões tem adiado continuamente os investimentos das empresas, o que provoca exatamente o efeito contrário ao esperado, contribuindo para a estagnação da economia. Acrescem os longos períodos na análise dos pedidos de adiantamento ou reembolso e a cada vez pesada burocracia associada à justificação documental dos investimentos realizados. Apesar de se ter criado um único ponto de acesso aos Programas Operacionais Regionais e Temáticos financiados pelos Fundos Europeus Estruturais e de Investimento (FEEI), o Balcão 2020, a quantidade de documentação a enviar para os organismos intermédios em fase de execução dos projetos (ainda que em formato digital) tornou-se ainda maior e o nível de detalhe nas análises tem assumido dimensões exageradas.

Ainda que com atrasos e complexidade, o balanço é muito positivo. De facto, o PT 2020 assume um lugar de destaque na economia nacional e tem-se revelado muito relevante para o desenvolvimento de um Portugal mais evoluído e inovador.

Que o digam os nossos clientes! Até ao momento, a Multisector já colaborou na elaboração de perto de duas centenas de candidaturas aos diversos sistemas de incentivo disponíveis, sendo que se encontra a acompanhar a execução de 116 projetos, cujo investimento global contratualizado ascende a aproximadamente 68 milhões de euros que se converterão em 35 milhões de euros de incentivo às empresas. Em média, estes promotores vão receber cerca de 300K€ de financiamento para investimento em investigação e desenvolvimento, inovação dos processos produtivos, desenvolvimento do turismo e da actividade agrícola, apoio à qualificação interna e à internacionalização. Em comparação com o período homólogo do QREN o número de candidaturas apresentadas e em execução é superior, assim como o incentivo já contratualizado. Cumprir é a palavra de ordem. Cumprir com os prazos de apresentação das candidaturas, com os prazos de resposta aos pedidos de esclarecimentos, com a preparação dos pedidos de reembolso e dos de alteração do investimento. Cumprir com todas as exigências dos programas de incentivo.

Estes bons resultados são possíveis através de uma colaboração de serviços de consultoria especializada e contínua da Multisector com mais de 300 empresas, em diferentes domínios e numa base regular que possibilita aos gestores tomar decisões corretas e atempadamente, investir nos recursos adequados, antecipar as mudanças, ajustar-se a elas e obter as fontes de financiamento adequadas.

Este é o compromisso da Multisector: continuar a contribuir para o sucesso dos nossos clientes!

 

CLÁUDIA MARTINS
Depto. Gestão de Projetos

MULTISECTOR COM 100% DE APROVAÇÃO NAS CANDIDATURAS SIFIDE 2016 ATÉ À DATA

As boas notícias são para se dar!

 

100

 

Podemos afirmar com muito orgulho que a Multisector, sobre todas as candidaturas dos nossos clientes com avaliação concluída até à data pela Comissão Certificadora do I&D Empresarial, conseguiu o pleno de sucesso:

100% das candidaturas aprovadas;

→ 100% do valor de beneficio fiscal de I&D requerido aprovado (num total de 1.217.841,80 €).

 

Continuamos optimistas que este ano conseguiremos bater o nosso record de 96% em nº de candidaturas de 97% em total de beneficio fiscal.

Entretanto e ainda sobre o SIFIDE II relembramos que no Orçamento de Estado 2018 (OE2018) aprovado recentemente, temos duas novidades:

O prazo limite de submissao das candidaturas SIFIDE II encurtou, ie, deixa de ser 31 de julho e passa a ser 31 de maio do ano seguinte ao do exercício fiscal a que dizem respeito os investimentos relevantes em I&D.

Projetos de I&D relativos à conceção ecológica de novos produtos podem beneficiar de uma majoração de 10% nas despesas associadas com atividades de I&D.

Por último, relembramos alguns conselhos úteis (do nosso ponto de vista, claro) na hora de selecionar os Consultores para ajudar a sua empresa na elaboração da candidatura SIFIDE:

Experiência no programa;

 Número de candidaturas;

 Referências em empresas do mesmo setor que a minha empresa?

→ Sucesso obtido na aprovação das mesmas;

 Senioridade das equipas que vão escrever os projetos de I&D candidatados e apurar o valor do beneficio fiscal;

→ Heterogeneidade nas formações da equipa técnica;

→ Nível de Qualificação académica da equipa técnica;

→ Confiança induzida no primeiro contacto.

 

Mas não menos importante, recomendamos que avalie muito bem se o modelo de faturação proposto pelo Consultor é justo e, principalmente, se é indutor de um bom empenhamento dos Consultores.

 

Esclarecendo:

 

Modelo de sucess-fee (recebimento de uma determinada percentagem do beneficio fiscal aprovado):

Será que vai ser suficiente para um bom e adequado empenhamento do consultor? (depende: se o benefício fiscal perspectivado for muito elevado e portanto o prémio do sucess-fee for elevado, provavelmente empenhar-se-á, embora nunca se saberá quantas candidaturas está a fazer ao mesmo tempo; se for reduzido, o empenhamento será baixo e com base num esforço mínimo;

Qual é a moral para um maior nível de exigência ao consultor, quando não há um “pagamento à cabeça”?

 

Modelo de um valor fixo à cabeça pela elaboração da candidatura:

→ Contrato normal de prestação de serviços, em que o resultado final tem de estar de acordo com o estipulado e com as expectativas geradas no inicio da relação;

→ O resultado terá de ser necessariamente melhor do que no caso anterior;

É com este modelo que a Multisector trabalha, por achar ser o modelo mais justo e profissional.

 

Importa por isso que avalie bem esta psicologia da dedicação indexada ao modelo de faturação proposto. E avalie bem se tem uma candidatura forte, com todas as condições para ser elegível, pois neste caso o valor do modelo de sucess-fee provavelmente sair-lhe-á mais caro!

 

RUI FRADINHO
Depto. Gestão Empresarial

5 MOTIVOS PELOS QUAIS AS PME RECORREM À CONSULTORIA MULTISECTOR

5-motivos

 

Vamos ser honestos, gerir uma Pequena ou Média empresa não é tarefa fácil. É constante a limitação de recursos financeiros, de tempo e recursos humanos, que têm de ser combinados em prol do melhor resultado custo-benefício. O desenvolvimento do negócio é contínuo, move-se em simultâneo em várias frentes e não se pode dar ao luxo de investir erradamente.

 

Em Portugal, o acesso a consultoria especializada por parte das PME é ainda pouco diversificada e não contínua. Tal está diretamente relacionado com a maturidade do mercado mas também com o posicionamento errado da consultoria como um “custo” em detrimento de um “investimento”.

A Multisector colabora com mais de 300 empresas em diferentes domínios numa base regular contrariando este preconceito. Por esse mesmo motivo, decidimos desmitificar esta questão, compilando os 5 principais motivos que os nossos clientes elencam aquando da decisão de aquisição dos nossos serviços:

1. → TEMPO ←

2. → EXPERTISE ←

3. → IDONEIDADE ←

4. → OTIMIZAÇÃO ←

5. → CONFIANÇA ←

1.
→ Tempo ←

“Depressa e bem, há pouco quem!”

– Provérbio Popular

Tomar decisões corretas e atempadamente é o objetivo do dia-a-dia do gestor de qualquer empresa. Nas PME, o centro de decisão é pouco partilhado e por vezes as decisões estratégicas como investimento, financiamento, marketing, entre outros, ficam adiados em função das decisões operacionais do Hoje e agora – o micro management.

Resultado – Tomam-se decisões estratégicas tarde e mal.

A intervenção da consultoria aqui pode agir a dois níveis: olear a organização para a descentralização da decisão pela via da responsabilização – Ex: Desenvolvimento de um controlo de gestão – ou através da preparação da informação necessária para a tomada da decisão de forma rápida e devidamente ajustada (Ex: Plano de Marketing, dossier de financiamento).

2.
→ Expertise ←

“Encontrar uma agulha no palheiro!”

– Provérbio Popular

As pessoas e as competências são um recursos tão ou mais limitado que o tempo ou mesmo o dinheiro. A decisão de contratação de pessoas para suporte à gestão é sempre uma decisão de alto envolvimento e de risco: são recursos qualificados, experientes e onerosos. Estes Recursos precisam ter um perfil polivalente pois para se tornar eficiente deve assumir várias funções de diferentes naturezas.

Resultado – Encontrar este perfil é como “encontrar uma agulha no palheiro”.

Para execução de trabalhos esporádicos que exigem conhecimento técnico-científicos diferenciados deve-se ponderar a contratação de consultoria – Ex: Candidaturas a fundos comunitários, estudos de mercado, vigilância tecnológica, formação. Etc.

3.
→ Idoneidade ←

Onde Sancho vê moinhos, D. Quixote vê gigantes.

Vê moinhos? São moinhos!

Vê gigantes? São gigantes!

– António Gedeão

Talvez uma das maiores dificuldades da gestão é conseguir olhar para o seu negócio do “lado de fora”, muitas das vezes viciado com a rotina da empresa, a visão do gestor torna-se míope aos problemas na organização dada a dificuldade de a ver como um todo. Outra questão, pode ser a dificuldade de alinhar expectativas e opiniões das várias frentes da gestão, dando azo ao conflito.

Resultado – A tomada de decisão torna-se difícil e/ou conflituosa.

A integração da consultoria como figura idónea e capacitada para suporte à tomada de decisão é uma solução para tomar consciência dos problemas e potenciais soluções (Ex: Diagnóstico Estratégico). Assim como o consultor pode ser o veículo de comunicação integrador evitando ou mediador resolvendo o conflito (Ex: Planos de sucessão de gestão).

4.
→ Otimização ←

“O barato sai caro

– Provérbio Popular

A consultoria tem sempre  duas premissas a levar em consideração:

1. Se fizer internamente quanto tempo e pessoas vou ter de alocar?
2. O resultado esperado se contratar consultoria será melhor do que obtido se fizer internamente?

Resultado – A decisão de aquisição de consultoria deve ter sempre uma análise custo benefício entre “fazer internamente” ou “contratar consultoria”.

Esta análise de otimização decorre da correlação dos anteriores 3 fatores de decisão de aquisição de consultoria:

1. Tenho, ou não, esse conhecimento “dentro de portas”?
2. Quanto tempo posso gastar?
3. Preciso, ou não, que os resultados sejam imparciais?

5.
→ Confiança ←

“Confiança não se impõe. Conquista-se.

– L. J. Lebret

Aquando da decisão de contratar, ou não, consultoria, uma das questões dos gestores é “mas como é que alguém externo me vai dar conselhos sobre o que devo, ou não, fazer”. Esta é uma dúvida mais do que legítima, dado que estamos a abrir a nossa empresa a pessoas externas à empresa e laços de confiança têm de ser estabelecidos pela via formal e informal.

Resultado – A escolha de um consultor é um fator crítico na decisão de aquisição, ou não, de serviços de consultoria.

A melhor forma de avaliar um serviço de consultor é pela via de referências, experiência, metodologia da prestação de serviço, se existe partilha de risco e, mais importante, conhecer o perfil e as competências do consultor.

Conclusão

A partir de Janeiro, a nossa newsletter vai incluir uma avaliação dos serviços da Multisector de acordo com estes motivos de contratação de consultoria com base em casos práticos. Esta é a melhor forma de dignificar e apoiar as PME nacionais a apostarem na consultoria como uma forma de agregação de valor e não como um custo.

 

Acompanhe as próximas edições da newsletter para saber de que forma a Multisector tem criado valor para os seus clientes.

 

IRINA MACHADO e JOÃO C. SOARES
Depto. Estratégia e Desenvolvimento.

REGULAMENTO GERAL DE PROTEÇÃO DE DADOS | 10 PONTOS A RETER

A temática do Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD) paira no ar há algum tempo, sendo neste momento um assunto que assusta qualquer organização, pelo ruído causado pelo anúncio de multas pesadas para os organismos que não o cumpram.

 

O Regulamento Geral de Proteção de Dados, vulgo RGPD, é o Regulamento (EU) 2016/679 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 27 de abril de 2016, publicado a 4 de maio de 2016.

Os “10 pontos a reter no primeiro contacto com o RGPD” é um artigo factual das conclusões vividas na primeira pessoa após um primeiro contacto com a temática por via da participação num Seminário, pelo que são pessoais e subjetivas.

1. Vai chegar com toda a certeza e tem data marcada!

Será aplicado já a partir de 25 de maio de 2018! (o “já” é uma ironia, porque tal como referiu um dos oradores do Seminário, foi publicado 2 anos antes da sua entrada em vigor, precisamente porque a mudança e o seu impacto para as organizações é grande, e o legislador quis dar 2 anos para as mesmas se preparem).

 

É um Regulamento em vez de uma Directiva (caso da anterior: Directiva 95/46/EC), o qual vem reforçar os direitos dos cidadãos, permitir aplicar regras semelhantes entre os diferentes Estados-Membros da União Europeia e atualizar a legislação aplicável à proteção de dados pessoais que foi aprovada há mais de 20 anos (ou seja, antes da utilização generalizada da Internet, dos Emails, das Redes Sociais, da digitalização dos negócios e das relações).

2. Tem uma abrangência global!

Vai ser aplicado a qualquer tipo de organização que lida (recolhe, gere, analisa, processa, distribui, divulga, guarda, etc.) com dados pessoais (em sentido lato) sensíveis ou confidenciais.

 

Por isso mesmo, na Sociedade da Informação e do Conhecimento que hoje domina – em que há partilha de dados entre empresas B2B (Business-to-Business), entre empresas e consumidores B2C (Business-to-Consumer) e entre a Administração Pública e as Empresas e Cidadãos, – nenhuma organização está imune.

 

Quem hoje, nas relações pessoais, profissionais ou institucionais, não envia emails com anexos de ficheiros de documentos, bases de dados/contactos, fotografias, entre outra tipologia de dados pessoas ou sensíveis? E quem não possui no Outlook do Microsoft Office guardados os dados dos seus contactos, pessoais e profissionais?

 

Assim, todas as organizações estarão abrangidas pelo RGPD, sejam empresas, organismos públicos, com natureza de fins lucrativos ou não.

3. O risco do “não cumprimento” mudou!

O não cumprimento do RGPD pode originar coimas verdadeiramente proibitivas, podendo chegar a um valor máximo de 20 Milhões de euros (sim leu bem…) ou se for superior, a 4% do Volume de Negócios mundial (por exemplo no caso de grupos empresariais ou multinacionais).

 

Que mais não seja, pelo risco de tão elevadas multas, tenho a certeza que o restante artigo vai ser lido com redobrada atenção!

4. Mudança de Paradigma, mudança do Ónus da Prova!

O “Princípio da Responsabilidade” (Accountability) presente e bem vincado no RGPD, implica que as organizações tenham de fazer prova de que possuem capacidade para cumprir o regulamento.

 

Ou seja, todos têm de implementar procedimentos e tecnologia que provem a qualquer momento e a qualquer entidade (a futura entidade fiscalizadora, empresa ou consumidor) que cumprem o RGPD – demonstração do cumprimento – através de evidências.

 

Traduzido em linguagem corrente: vai dar trabalho e custar dinheiro.

5. Alterações relevantes do RGPD?

Segundo os especialistas, as alterações mais relevantes introduzidas pelo RGPD são:

→  Âmbito territorial;

→ Consentimento: regras mais restritivas ao consentimento, aconselhando-se clara atenção à linguagem jurídica a utilizar;

→ Reforço dos direitos existentes dos titulares dos dados: uma das alterações tem a ver com a necessidade da definição de um prazo para a utilização dos dados pessoais;

→ Novos direitos dos titulares dos dados: o direito ao esquecimento, à portabilidade dos dados, entre vários outros;

→ Encarregado da proteção de dados: uma figura nova e importante à luz do RGPD;

→ Avaliações de impacto sobre a proteção de dados;

→ Notificações de violações de dados pessoais: por exemplo em caso de ataques informáticos por hackers, em caso de perda ou roubo de um computador portátil ou outros desastres que podem violar a proteção dos dados, que procedimentos estão previstos? Além claro, da obrigatoriedade da comunicação máxima em 72 horas à entidade nacional fiscalizadora do RGPD e aos visados;

→ Subcontratação: para entidades que possuem nas suas lógicas de negócio com base em subcontratantes, como garantir que estes cumprem o RGPD? É que a segurança e confidencialidade dos dados extende-se no trabalho em rede, em cooperação, sendo ambas as entidades (subcontratante e subcontratado) responsabilizadas;

→ One-stop-shop;

→ Sanções: coimas muito elevadas.

Note-se que existe um Grupo de Trabalho nomeado pelo Governo português que está a preparar legislação específica, que vai complementar (e esperamos nós, esclarecer, clarificar) o RGPD em breve.

6. Não há abordagens únicas à implementação do RGPD.

São os especialistas que o dizem. A abordagem deve ser casuística, ie, função de um primeiro diagnóstico acerca da utilização de dados pessoais ou sensíveis em cada caso.

 

Na prática significa dar os seguintes passos metodológicos:

I) Identificação dos dados, seu manuseamento, suportes de gravação e durante quanto tempo:

Identificar todos os Dados Pessoais sensíveis ou confidenciais que existem na Organização: de colaboradores, clientes, fornecedores, subcontratados, parceiros, subscritores da newsletter, …;

– Rastrear onde estão esses dados: que servidores, portáteis, computadores desktops, tablets, smartphones, cloud, emails, papel (sim o papel, visto que também é um suporte físico de dados, todas as organizações ainda o têm, nem que seja no “arquivo morto”!);

– Identificar que tratamentos são feitos aos vários dados;

– Mas também quem os trata;

– E quanto tempo são retidos;

II) Analisar o nível de exposição ao risco, na lógica do RPGD: risco para o titular dos dados;

III) Definir um Plano de Ação que permita mitigar as ameaças e cumprir o RGPD. Soluções de Tecnologias de Informação e Comunicações (TIC) precisam-se! Mas também colocar em marcha formas de obtenção de consentimento de utilização dos dados junto dos titulares dos dados. Procedimentos precisam-se também! (a tecnologia por si só não resolve o cumprimento do RGPD);

IV) Continuidade: avaliar o sistema implementado, analisar resultados e implementar melhorias. É um sistema vivo e que necessita de atenção permanente.

7. Até onde vai / pode ir a implementação do RGPD?

A tudo o que tenha a ver com dados pessoais, sensíveis ou confidenciais tratados pelas organizações. Dados manuseados e conservados (sim, basta tê-los para estar abrangido).

 

Note-se que do RGPD conclui-se que:

A privacidade é um direito fundamental;

– Os dados pessoais devem ser colectados para fins específicos, explicitos e legais;

– Impera a legalidade, a equidade e a transparência;

– O titular dos dados tem direito a aceder aos dados, entre vários outros direitos definidos no RGPD.

 

Para as empresas significa que, entre outras:

Têm de implementar medidas de segurança da informação: desde registar os pedidos de recolha de dados, informando os seus titulares do que com eles se vai fazer, onde são guardados e por quanto tempo; mas também a quem se dá acesso aos dados; e nalguns casos que mecanismos seguros de transmissão de dados (encriptação de dados);

→ Têm obrigação de integrarem a privacidade em todos os seus produtos e processos (por exemplo nos dados dos seus colaboradores, na mudança de instalações, na contratação de fornecedores, na subcontratação de terceiros, etc.).

 

O trabalho que vai dar dependerá do perfil de risco de cada organização e do tratamento de dados de proteção que vai ser dado.

8. Quem vai ser a entidade fiscalizadora do RGPD?

Ainda não se sabe, pois ainda não foi definida.

 

Contudo, os especialistas estão em crer que permanecerá na atual Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD), até porque terminarão os atuais processos de notificação e autorização pela CNPD. Mas com poderes reforçados e uma equipa muito maior.

9. Quais serão os primeiros organismos alvos de fiscalização?

Sendo consultor na área da gestão empresarial (negócios, projetos de investimento) e depois de analisada a informação transmitida no Seminário, concluo que devido ao objetivo inequívoco de reforçar os direitos dos cidadãos, em que estes passam a dispor de mecanismos para controlar a sua própria informação e também a de denunciar abusos, as empresas de marketing que lidam com dados dos consumidores para ações comerciais, as mais intrusivas, serão o primeiro alvo. As empresas que utilizam a georeferenciação para efeitos de marketing, também estarão na linha da frente.

 

Mas que ninguém se deixe enganar, mais tarde ou mais cedo, chegará a todas as organizações, independentemente da sua dimensão, atividade, objeto social ou área de negócio. Pelo que segundo a regra da prudência, deve-se preparar a tempo.

10. Conselhos práticos.

Neste momento os melhores conselhos que me apraz dar são:

I) Coloque o assunto na “agenda do dia”, ie, preocupação e atenção nas próximas semanas e meses.

II) Frequente Seminários e Ações de Formação específicas para ficar a saber mais sobre a temática, obrigações, deveres e direitos, sanções, formas de abordar o seu caso.

III) Ainda não sabemos tudo. Mesmo em termos de legislação, o tal Grupo de Trabalho nomeado pelo Governo nacional emanará legislação nacional.

IV) Constitua um grupo de trabalho na sua empresa, que depois de informado e formado, deve definir um plano de ação adequado: lógica do risco, lógica do bom senso = Gestão do Risco, adaptada.

V) Oiça potenciais fornecedores de soluções. Elas já existem, mas é preciso cautela e bom senso.

Posto isto, 25 de maio de 2018 está já ai (faltam menos de 6 meses).

 

As PME podem e devem aproveitar a medida do Programa “Qualificação PME” para incluirem estes investimentos numa candidatura ao Portugal 2020 (40% de apoio a fundo perdido para as empresas da Região de Lisboa e 45% para as das restantes Regiões). Um novo Aviso de Abertura de Concurso está para muito breve.

 

Rui Fradinho
(Responsável pelo Dept. Gestão Empresarial da Multisector)

MULTISECTOR 4.0 | “A TRANSFORMAÇÃO DIGITAL E AS PME”

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Se pensarmos nas vantagens de gerir uma PME, podemos destacar a habilidade inata de adotar mudanças e tecnologias de uma forma muito mais simples, mantendo sempre o foco em obter os melhores resultados e melhor retorno dos seus investimentos.

Segundo o estudo da IDC Introbrief sobre os próximos passos da transformação digital, até 87% das PME pesquisadas indicaram que as suas expectativas relativamente aos investimentos em tecnologia foram cumpridas ou mesmo excedidas.

O que realmente se destacou neste estudo é que quando se trata de PMEs, estas estão mais interessadas em fazer investimentos mais pequenos e focados que lhes permitam responder a necessidades imediatas e com resultados a curto prazo:

• 47,6% das PME concentram o seu investimento na maior necessidade da empresa;

• 35,3% escolhem tecnologias que sejam mais fáceis e/ou rápidas de implementar;

• 27,9% tomam as suas decisões influenciadas por exigências de clientes ou parceiros.

 

As restrições financeiras e de recursos são algo que as PME enfrentam todos os dias, e que não lhes permite investir em pacotes de serviços e tecnologias completos como resposta à verdadeira estratégia de longo prazo da empresa. Em vez disso, as empresas tendem a investir em ações mais táticas de curto prazo como forma de responder de forma direcionada a necessidades do dia-a-dia.

As PME não estão a ver a floresta além das árvores. A transformação digital não é uma moda, vem para ficar e está a modificar mercados de forma rápida e caótica. Muitas empresas pensam que investir já em serviços de digitalização e transformação do seu negócio é ser pioneiro.

No estudo português da COTEC, intitulado de “Destino: Crescimento e Inovação”, as PME com investimentos mais acertados em inovação e tecnologia têm desempenhos económico-financeiros superiores aos das restantes. O documento mostra, por exemplo, que o volume de negócios das PME mais inovadoras é 3,7 vezes superior e que o lucro é 7,8 vezes superior ao das restantes.

Portugal está abraçar a transformação digital e com as medidas lançadas no início do ano (Indústria 4.0) para apoiar as empresas neste sentido, é expectável que em 2 anos o tecido empresarial português tenha tido um impulso considerável no domínio das novas tecnologias e quem ainda não as adaptou terá ficado para trás.

Também a Microsoft identificou que a chave para as PME aproveitarem o melhor desta revolução, para colherem também os melhores resultados, é acompanharem as 4 principais tendências que estão a impulsionar essa transformação dos negócios:

1. As empresas e pessoas já não querem trabalhar da mesma maneira;

2. As expectativas dos seus clientes já não são as mesmas;

3. A tecnologia pode trabalhar por si;

4. O uso de indicadores e dados eliminam os riscos inerentes à gestão de uma empresa.

 

Mas, ainda no estudo da IDC, é encorajador ver que 41% das empresas estão a aprender com as implementações já realizadas e a sentir os resultados das mesmas, tento já iniciado o planeamentos de futuros investimentos e implementações. Mais especificamente, 27% das PME estão a perceber o valor ganho em envolver os serviços de terceiros, nomeadamente consultoria especializada, com mais frequência nas decisões, ações e necessidades das suas empresas.

 

JOÃO C. SOARES
Estratégia & Desenvolvimento

WATCH OUT SILICON VALLEY | VAMOS A CAMINHO

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São cada vez mais as empresas nacionais que apostam na investigação e desenvolvimento tecnológico.

 

Inspiradas pela cultura empresarial de Silicon Valley e pela inovação como factor de diferenciação e de sucesso, as empresas nacionais investem cada vez mais na investigação e desenvolvimento tecnológico como um motor preferencial de inovação, apostando nas tecnologias que vão moldar o futuro.

 

Estas apostas têm vindo a abarcar sectores bastante diversificados, desde projetos que pretendem transformar a forma como as operações são realizadas dentro de fábricas e armazéns, no quadro do paradigma emergente da indústria 4.0, que liga a tecnologia ao setor industrial; até soluções dotadas de inteligência artificial, com capacidade para dar suporte a atividades tradicionalmente com forte fator humano.

 

As empresas portuguesas querem finalmente ser as melhores da europa ou do mundo e não apenas as melhores de Portugal – e isso é ótimo.

 

Esta cultura de inovação e diferenciação baseada em I&DT carece, contudo, de investimento financeiro e recursos humanos altamente especializados que nem sempre estão acessíveis a todas as empresas. Por outro lado, a incerteza técnica e científica e o risco comercial são aspectos inerentemente ligados à actividade de investigação e à inovação, fazendo com que haja resistência por parte do tecido empresarial à sua adopção. As políticas de incentivo ao investimento desempenham por isso, um papel fundamental para reconverter o sector produtivo e exportador instalado, e fomentar o desenvolvimento de novas ideias, novos negócios e novos paradigmas.

 

Os programas que fomentam estas atividades, nomeadamente o Horizonte 2020 e o Portugal 2020 (que financiam até 75% das despesas de investimento das PME), permitem minimizar este risco e promover de forma sustentada uma cultura de investigação e inovação nas nossas empresas.

A Multisector é uma empresa especializada em consultoria de I&D, apoiando as empresas na construção de projetos de I&D disruptivos e na transferência de tecnologia entre centros de investigação, universidades e empresas.

A sua empresa já se pôs a caminho? Nós estamos prontos para o ajudar.

 

Pedro Sacramento
Consultor de I&D