Todos os artigos de multisector

OS SEUS COLABORADORES ESTÃO PRONTOS A CORRER A MILHA EXTRA?

Milha-Extra-colaboradores

 

Hoje as Empresas necessitam de captar os melhores profissionais do mercado para vencer os desafios que diariamente têm em agenda. A competição pelo talento está a tornar-se cada vez mais forte e é travada ao nível da atração, motivação e retenção dos Colaboradores.

Reconhecido o papel crucial da gestão do talento no sucesso do negócio, nem sempre é fácil encontrar a melhor forma de a operacionalizar num cenário empresarial caracterizado por limitações orçamentais, falta de profissionais, constantes evoluções tecnológicas e expectativas diversificadas de Colaboradores multigeracionais.

Para responder a estes desafios é indispensável que as Empresas adotem ferramentas desenhadas à sua medida para implementarem uma gestão de recursos humanos mais flexível e evoluam para um modelo integrado de gestão de pessoas que abra espaço à diferenciação dos Colaboradores.

No cenário de gestão flexível o mérito é a palavra-chave. A identificação e gestão do valor individual determinou a reinvenção da Avaliação e Gestão de Desempenho e Gestão das Remunerações como instrumentos estratégicos da motivação da força de trabalho de qualquer Organização. Presentemente é reconhecida a sua importância quer para as Empresas alcançarem os objetivos organizacionais, quer serem percecionadas como um bom lugar para trabalhar, atrair e reter colaboradores talentosos.

Com a sua implementação o clima motivacional fica mais rico, apelativo e desafiante. Os Colaboradores compreendem as funções que desenvolvem, reconhecem a necessidade de cumprimento dos objetivos e constatam o mindset dos Gestores para alavancar o seu desenvolvimento.

Gerir os Recursos Humanos através de uma política de recompensas clara e objetiva que acompanha a dinâmica do seu desempenho e vai ao encontro da motivação dos Colaboradores, torna mais fácil a articulação de salário fixo, remuneração variável e programas diferenciados de benefícios.

Ao longo de mais de trinta anos de intervenção no setor de Recursos Humanos a EGOR desenvolveu Sistemas Integrados de Gestão de Pessoas, testados em dezenas de Organizações que têm como objetivo não só estruturar, desenvolver e recompensar os Colaboradores mas também atingir as metas organizacionais – O modelo SRH da EGOR viabiliza a articulação das funções, competências e avaliação de desempenho com o modelo de carreiras, sistema de remuneração e objetivos de negócio.

 

Uma vasta lista de clientes satisfeitos atesta as mais valias das nossas metodologias.

 

Rosa Coelho
Gestora de Projeto
EGOR PEOPLE & CHANGE

NÃO ADIE O SEU PROJETO DE INVESTIMENTO

CONCURSOS PORTUGAL 2020 EM BREVE

Concursos-Portugal2020-para-breve

As primeiras candidaturas de 2018 estão para breve e podem apoiá-lo na execução do seu projeto de investimento.

Inovação Produtiva e Empreendedorismo | Internacionalização e Qualificação PME

 

Não há melhor momento para repensar o seu negócio. Os concursos têm um prazo muito exigente, cerca de 45 dias, prepare-se antecipadamente.

Com a nossa experiência em consultoria e gestão de projetos, o seu projeto pode ser apoiado!

 Elaboração de candidaturas > 200 em diversas tipologias

 Gestão financeira de projetos 68 M€ de investimento elegível

Incentivo obtido > 35 M€

Partilhe connosco os seus objetivos e investimento previsto para o próximo triénio.

A nossa equipa pode apoiar na identificação do melhor programa de incentivo, assim como em todo o processo de formalização e gestão da candidatura.

Não adie mais o seu projeto, contacte-nos!

 

→ Projetos a Norte de Coimbra

Paulo Lopes, paulo.lopes@multisector.pt

Pedro Alves, pedro.alves@multisector.pt

→ Projetos a Sul de Coimbra 

Patrícia Sousa, patricia.sousa@multisector.pt

Rui Fradinho, rui.fradinho@multisector.pt

PT 2020 REFORÇADO COM MAIS 800 M€

bandeiras-portugal-europa-800x360

 

O Governo tem em marcha a discussão no terreno das linhas de reprogramação do Portugal 2020 e pretende concluir o processo, em Portugal e em Bruxelas, até ao final do primeiro semestre. O objectivo é reforçar os apoios às empresas, até 800 milhões de euros, que permitirão apoiar investimentos na ordem dos 5.000 milhões de euros. A reprogramação visa “o alinhamento” do Portugal 2020, principal instrumento de políticas públicas do país, com as prioridades do Programa Nacional de Reformas, nomeadamente no apoio ao investimento empresarial.

 

A principal novidade é a criação de um sistema de incentivos híbrido e inovador, que coloca as verbas que estavam alocadas nos instrumentos financeiros, ao serviço dos investimentos das empresas. Sem comprometer a dotação orçamental dos vários programas operacionais regionais, o reforço será feito através da mobilização de dotações desses programas, mas que estavam latentes para os instrumentos financeiros, isto é, usar as verbas que estavam destinadas ao chamado “banco de fomento” para aplicar noutras rubricas.

 

Recorde-se que o PT2020 entrou em vigor em plena vigência de intervenção da troika e, nessa altura, Portugal foi o segundo país da União Europeia a dedicar mais dotação a estes instrumentos financeiros. Com a retoma da economia e a maior facilidade no recurso ao crédito, o Governo pretende mobilizar significativamente esses instrumentos não utilizados para o financiamento dos projectos no âmbito dos diversos sistemas de incentivos.

 

Em termos práticos, os incentivos reembolsáveis, ou seja, os apoios que correspondem exclusivamente a empréstimos, serão alavancados através da mobilização do sistema financeiro e conserva-se a lógica tradicional do sistema de incentivos para a parte que se pode transformar em não reembolsável. Dessa forma, será possível que cada euro de fundos comunitários possa ser transformado em cinco ou dez euros de empréstimo final às empresas.

 

Fundos do Portugal 2020 comprometidos a 70%, mas a execução real situa-se nos 21,4%

 

De acordo com o último Boletim Informativo dos Fundos da União Europeia, de 31 de Dezembro de 2017, mais de metade da dotação do PT2020 está aprovada e mais de dois terços já foram colocados a concurso.

 

O volume de aprovações, isto é, a taxa de compromisso que foi conseguida no Compete (70,4%), destinado à competitividade e inovação das empresas, é muito elevado, mas reflecte sobretudo a dinâmica de lançamento de avisos e de análise de decisão sobre as candidaturas. Na prática, o cenário é bem diferente! Se olharmos para a efectiva execução dos projectos, que é medida através da despesa validada, dos pagamentos realizados aos beneficiários e dos reembolsos que são apresentados à Comissão, as taxas caem radicalmente. A execução global do Portugal 2020 situa-se em 21,4%, sendo que a execução do conjunto dos Programas Operacionais temáticos e regionais do continente apresenta uma execução global de apenas 17,4%.

 

É neste enquadramento que existe margem e necessidade de reprogramação do PT2020. Sabendo-se que o envelope financeiro não vai aumentar e que não estão previstas transferências de dotações orçamentais entre programas operacionais, terão que existir alterações ao programa para que se possa manter o lançamento de concursos para as candidaturas aos sistemas de incentivos e apoios às empresas até ao final 2020.

 

Verificando-se um desfasamento entre o nível de aprovações e de operações efectivamente realizadas (17,4%), o Governo poderá, para além da reprogramação financeira, avançar com medidas correctivas, para verificar se os promotores vão de facto avançar com o investimento.

 

Cláudia Martins
Directora Dept. Gestão de Projetos

ZERO CARIMBOS NO PT2020!

carimbo-pt2020

 

Poderá ser mesmo considerada como a medida com mais visibilidade na simplificação dos procedimentos de gestão dos projetos co-financiados: a abolição dos carimbos nos documentos originais para efeitos de imputação de despesas! Foram mais de 3 décadas a colocar e preencher carimbos em todas as faturas imputadas aos projetos apoiados por fundos da união Europeia. O objectivo era chancelar os documentos e impedir duplicações de financiamento de despesas.

 

O fim dos carimbos não vai com certeza deixar saudades uma vez que esta tarefa representava muito tempo improdutivo gasto pelos colaboradores das empresas, ou pelos consultores, no processo de acompanhamento da execução dos projetos. Os números não enganam! De acordo com as informações do Governo, já foram apresentados mais de 56 mil pedidos de pagamento o que corresponde a cerca de 1,5 milhões de documentos de despesa referenciados nas declarações de despesa. Para além do excesso de trabalho administrativo e afectação a tarefas pouco produtivas, o procedimento também não era eficiente dada a quantidade de informação que deveria constar do carimbo. Muitas vezes este esforço era repetido pelo número de projetos a que uma mesma fatura estivesse associada.

 

A Multisector aplaude esta medida! Só no âmbito do Portugal 2020 a equipa de Gestão de Projetos da Multisector já apoiou na formalização de mais de 200 pedidos de pagamento que corresponderam a cerca de 13 mil documentos de despesa carimbados! Com o fim da obrigatoriedade de chancelar os documentos de despesa, o tempo de preparação e formalização dos pedidos de pagamento vai reduzir significativamente, pelo que o serviço ao cliente será ainda mais eficiente! O próximo passo desejado é a abolição do papel ao nível dos dossiers das operações!

 

A medida agora anunciada insere-se no Programa Simplex + do Governo, visa a redução da burocracia e continua a garantir o controlo financeiro das despesas através do cruzamento das informações lançadas nos formulários de pedido de pagamento, ficando garantido que a aplicação dos dinheiros públicos se faz com rigor.

 

Programa Simplex + 2017

 

O SIMPLEX+2017 tem 172 medidas de simplificação e modernização administrativa e legislativa para todas as áreas da governação, entre as quais a gestão dos fundos comunitários, que visam tornar a administração pública + eficiente, as comunicações + simples, os documentos + acessíveis, os licenciamentos + ágeis, prestar + serviços e + informação num único local e as obrigações + simples.

 

A aplicação do Simplex + no PT2020 começou com a consolidação da Plataforma de Acesso Simplificado – PAS – como a plataforma única e central de acesso a todos os instrumentos de apoio disponíveis, evitando múltiplos registos e acessos, depois com a simplificação das ferramentas electrónicas, nomeadamente formulários e ferramentas de análise. Os próximos passos no processo de simplificação estão associados à adesão à assinatura digital qualificada com cartão do cidadão e a melhoria do serviço de alertas para os promotores.

 

Cláudia Martins
Directora Dept. Gestão de Projetos

ALOJAMENTO LOCAL – O INFOGRÁFICO

O Alojamento Local não para de aumentar por todo o país, tendo mais que quadruplicado nos últimos 3 anos, existindo no final de 2017, mais de 55 mil espaços registados (fonte: RNAL) sendo 65% destes, apartamentos, 27% moradias e 8% operam como estabelecimentos de hospedagem.

 

Com um aumento de mais de 20% face a 2015, Portugal recebeu em 2017 mais de 11,6 milhões de turistas estrangeiros. O Alojamento Local tem-se tornado numa das principais modalidades de resposta a este crescimento do Turismo estrangeiro, principalmente na cidade de Lisboa.

 

A Multisector estudou esta oportunidade, veja alguns dos indicadores no infográfico em baixo:

 

AL_IG_MS

ATRAIR INVESTIMENTO PARA AS REGIÕES AFETADAS PELOS INCÊNDIOS

ATRAIR

 

Atrair novos investimentos empresariais e emprego para as regiões Centro e Norte, na sequência dos incêndios ocorridos em 2017.

 

O SI2E (Sistema de Incentivos ao Empreendedorismo e ao Emprego) ATRAIR,  com uma dotação de dez milhões de euros para o Centro e 2,5 milhões de euros para o Norte do país, pretende apoiar uma estratégia de dinamização e uma reestruturação do tecido económico local, de forma a criar e a reforçar o tecido produtivo e o emprego nas regiões afetadas.

 

Os concursos destinam-se exclusivamente aos concelhos:

 

Centro (43 municípios): Abrantes, Alvaiázere, Ansião, Arganil, Carregal do Sal, Castanheira de Pera , Castelo Branco, Castro Daire, Covilhã, Ferreira do Zêzere, Figueiró dos Vinhos, Fornos de Algodres, Fundão, Góis, Gouveia, Guarda, Lousã, Mação, Mangualde, Mira, Miranda do Corvo, Mortágua, Nelas, Oleiros, Oliveira de Frades, Oliveira do Hospital, Pampilhosa da Serra, Pedrógão Grande, Penacova, Penela, Proença-a-Nova, Santa Comba Dão, Sardoal, Seia, Sertã, Tábua, Tondela, Trancoso, Vagos, Vila de Rei, Vila Nova de Poiares, Vila Velha de Ródão e Vouzela.

Aviso N.º CENTRO-M9-2018-08

Candidaturas abertas até às 17:59:59 horas do 27 de abril de 2018

Norte: Castelo de Paiva

Aviso N.º NORTE-M7-2018-05

Candidaturas abertas até às 17:59:59 horas do 31 de maio de 202018

 

Consulte em detalhe os avisos específicos acima e conheça este sistema de incentivos aqui!

 

Mais informações ou esclarecimentos contacte-nos.

MULTISECTOR DINAMIZA WORKSHOP SOBRE I&DT

I&D é um motor para a competitividade das empresas e da nação 

 

A Multisector dinamizou o Workshop de Inovação Tecnológica – Candidaturas de I&DT no PT2020 que se realizou dia 31 de Janeiro, nas instalações da AERLIS e que contou com cerca de 40 participantes.

 

workshop-idt

 

A agenda da sessão teve como objectivos centrais:

 

1.
Sensibilizar as empresas quanto ao impacto positivo do investimento em I&DT
2.
Apresentar e caracterizar o ecossistema de incentivos do PORTUGAL 2020, para apoiar na identificação da melhor solução para cada tipologia de empresa e projeto
3.
Elucidar quanto aos processos e boas práticas de elaboração de candidaturas

 

O evento contou com o testemunho do CEO da Wintrust, Filipe Nuno Carlos que partilhou a sua experiência na utilização dos apoios de I&DT. Estes apoios permitiram o desenvolvimento de um projecto que consolidou a estratégia da empresa reflectindo-se em resultados positivos.

 

A Wintrust  é um exemplo de sucesso onde a I&DT e a visão estratégica foram ingredientes essenciais, do qual a Multisector se orgulha de participar.

 

Este workshop terá novas edições em breve!

OE 2018 | ALTERAÇÕES A REGISTAR

As principais alterações

oe2018_

 

ENTREGA DE IRS EM 2018

A entrega de IRS em 2018 só poderá ser efetuada através do Portal das Finanças.

Foram introduzidos 2 novos escalões de IRS, passando a tabela a constar de 7 escalões.

O novo Modelo 3 do IRS e seus respetivos anexos foram publicados em Diário da República (Portaria n.º 385-H/2017 2º Suplemento, Série I de 2017-12-29).

tabela_escaloes-7

 

SUBSÍDIO DE REFEIÇÃO

O valor do subsídio de alimentação até ao limite de 4,77 euros beneficia de exclusão de IRS a partir do dia 1 de janeiro de 2018.

Esta exclusão não se verificava em 2017, visto só estar isento o valor até 4,52 €.

 

VALES INFÂNCIA / EDUCAÇÃO 

Deixam de beneficiar da exclusão de tributação em sede de IRS os vales de educação atribuídos pela entidade patronal aos seus colaboradores, no entanto, continuam a beneficiar de tal exclusão os vales infância.

Tanto o vale de educação como o vale infância estão excluídos de TSU.

 

RENDIMENTOS OBTIDOS EM TERRITÓRIO NACIONAL

Passam a ser considerados rendimentos obtidos em Portugal as mais valias resultantes da transmissão onerosa de partes de capital.

 

CATEGORIA B – REGIME SIMPLIFICADO

Para efeitos de apuramento do rendimento tributável, é importante esclarecer que a dedução ao rendimento prevista está condicionada à verificação e validação de despesas suportadas.

Assim acresce ao rendimento tributado (75% e 35%) os rendimentos que resultam da diferença positiva entre os 15% dos rendimentos obtidos e o somatório das despesas suportadas e da dedução especifica (4104€).

 

Desengane-se quem pensa que pode vir a abater até 15% aos 75% dos rendimentos sujeitos a imposto, pois em causa está poder deduzir até 15% aos 90% do rendimento sujeito a imposto.

 

Exemplo prático para efeitos de cálculo do rendimento tributável.

 

Sabendo que,

 

Rendimento bruto: 40.000 euros

Total despesas validadas: 700 euros

 

_ Calculo dos 75% sobre o rendimento

=40.000 € * 75% = 30.000 €

 

_ Calcular do valor que vai acrescer aos 75% até ao limite de 15%

 

= (40.000 € * 15%) – 4.104 € (dedução especifica) – 700 € (despesas validadas)

=6.000 € – 4.104 € – 700 €

1.196 €

 

Total Rendimento Tributável = 31.196 € que corresponde a 78%¨¨ do rendimento bruto ¨¨(31.196 € / 40.000 € = 78%)

 

BENEFÍCIOS FISCAIS

Foi ampliado o beneficio fiscal, no que concerne à constituição de sociedades e aumentos de capital.

Se o OE de 2017 já contemplava as conversões de suprimentos ou de empréstimos de sócios em capital, além das entregas em dinheiro, agora para 2018 passa a poder realizar-se este aumento por conta de lucros e por conversão de créditos de terceiros.

O beneficio fiscal para entradas/aumentos de capital é de 7%/ano durante 6 exercícios, totalizando assim 42% das entradas.

 

 

Filipa Ilhéu
Managing Partner
Fórmula de Sucesso

O PAPEL DO BUSINESS INTELLIGENCE E ANALYTICS NA GESTÃO

Multisector na UMinho Exec

Destinada a executivos e chefias intermédias, a UMinho Exec realiza de 20 Janeiro a 24 de Fevereiro, o curso executivo intitulado de “People Analytics: Analisar para Gerir” como forma de fornecer aos responsáveis de recursos humanos, nas empresas, e aos executivos, um conjunto de ferramentas para uma tomada de decisão mais estratégica na gestão da empresa.

O objetivo da formação é trazer o mesmo nível de rigor nas decisões como acontece quando se toma decisões em outras áreas da gestão e engenharia, utilizando para isso um conjunto de ferramentas tecnológicas.

 

“O papel do Business Intelligence e Analytics na Gestão” foi o módulo lecionado por João Lacão, Diretor Executivo da Multisector em conjunto com Irina Machado, Diretora do Dpto. de Estratégia & Desenvolvimento nos dias 26 e 27 de Janeiro.

 

BUSINESS-INTELLIGENCE-E-ANALYTICS

 

A formação teve como principais objetivos dotar os participantes dos conceitos  mais importantes do Business Analytics de forma a perceber o potencial da integração deste conceito na gestão das empresas.

 

Para além de demonstrar o potencial foi crítico dar a conhecer os riscos e as dificuldades de um processo de implementação de BA, assim como a partilha das melhores práticas da Multisector para otimizar a implementação de ferramentas de BA.

 

A preocupação transversal prende-se com o alinhamento do BA com a estratégia e objetivos de desenvolvimento estabelecidos pela organização e a fidelidade do sistema de BA ao DNA único da organização que o implementa.

BUSINESS INTELLIGENCE vs BUSINESS ANALYTICS

Um exercício de simplificação de conceitos

 

Vivemos na era do Big Data e conceitos como BI (Business Intelligence) e BA (Business Analytics) são cada vez mais comuns no dia a dia das organizações. As empresas pioneiras na utilização de ferramentas de BI e BA foram grandes empresas multinacionais com uma grande capacidade de investimento e com uma maior sensibilidade para perceber que estas ferramentas têm um impacto profundo na competitividade de qualquer organização.

 

No entanto, hoje as ferramentas de BI e BA estão ao alcance das PME e o interesse em conhecer e utilizar estas ferramentas para o apoio à gestão é crescente e fundamentado. Mas vamos por partes.

 

“ A INFORMAÇÃO CERTA, NAS PESSOAS CERTAS, NO TEMPO CERTO”

 

Esta afirmação resume os conceitos de BI e BA que têm como objetivo central tratar dados do PASSADO em INFORMAÇÃO relevante para a tomada de decisão no FUTURO.

As palavras chave aqui são INFORMAÇÃO RELEVANTE. Nos dias de hoje, a informação gerada ao longo da cadeia de valor é dantesca e complexa. Dantesta pela quantidade e complexa pela variedade de naturezas e fontes de informação ao dispor de qualquer organização.

 

Ora esta informação de nada serve se não estiver organizada de forma a que possa ser transformada em CONHECIMENTO, ou seja, informação relevante para a tomada de decisão da GESTÃO.  Assim, BI e BA são conceitos que apresentam métodos de transformação de dados em informação para a gestão. Simples? Parece que sim.  No entanto continuamos a falar de BI e BA como se fossem um só conceito, afinal em que diferem?

 

Na verdade o grande objetivo do BI e BA é exatamente o mesmo,  daí a literatura ser ambígua nas suas definições e podermos encontrar várias leituras. Abaixo partilho as definições de alguns gestores que são referências nos domínios do BI e BA, mas não do mundo académico.

 

Compreender o passado para prever o futuro
By  van Rijmenam – CEO BigData Startups

“BI consiste em olhar para um espelho da organização de forma evolutiva de acordo com informação histórica de anos atrás ou mesmo minutos. Enquanto BA é o olhar sobre o futuro e tentar prever o que irá acontecer”

“O BA apoia na antecipação do que está para vir e o BI conta o que aconteceu”

—–

O BA é uma ferramenta do BI
by  Dr. Rado Kotorov – CEO Information Builders

“O termo BI é utilizado como referência às capacidades que uma plataforma tem para aceder à informação, gerir metadados, desenvolver ferramentas para o reporting,… o termo BA refere-se aos métodos de análise da informação conseguida pelo BI, ou seja, análise descritiva, preditiva, etc…  ou mesmo as aplicações e ferramentas que desenvolvem estas análises”

—–

BI é o Nome e BA é o Verbo
By Dipak Bhudia- CPA – Cleaer Analytics

“O BI é essencialmente um nome que inclui a aquisição, armazenamento, análise e reporting de informação do negócio e também do seu ambiente externo. O BA é mais um verbo, ou seja, o ato de descobrir informação relevante através das ferramentas e técnicas disponíveis para o efeito.”

—–

 

Estas definições resumem aquelas que são as principais diferenças entre BI e BA numa lógica de gestão e não de ciência e tecnologia.

Considerando aquela que é a realidade das empresas nacionais e a experiência da Multisector no apoio às empresas na integração de BI e BA nos seus negócios, partilho a nossa leitura:

O BI inclui todas as ferramentas e processos que permitem organizar as informações de todas as fontes de uma forma compreensível  para poder ser tratada. O BA inclui todo o tratamento desta informação para gerar informação precisa para a tomada de decisão.

 

De forma mais gráfica:

O entregáveis de BI são tabelas de dupla entrada – duas dimensões e o BA são mais cubos onde a informação podes ser combinada de várias formas – multidimensional.

 

BIvsBA

 

 

Irina Machado
Diretora Depto. Estratégia e Desenvolvimento