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TRANSFORMAÇÃO DIGITAL COM INCENTIVO DE 45% A FUNDO PERDIDO

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A digitalização dos modelos de negócio, também conhecida como Transformação Digital entrou com Força (sim com ‘F grande) no mercado nacional e internacional, com empresas de todas as dimensões e sectores de atividade a tirarem partido dos benefícios que a aplicação da tecnologia aos modelos de negócio tem para oferecer. A digitalização/indústria 4.0 não é um investimento apenas orientado ao domínio de marketing e de produtivo/tecnológico da empresa, é sim uma necessidade e vantagem competitiva para empresas e organizações numa a economia globalizada e online.

Sabia que “67% do processo de decisão e compra agora é feito digitalmente”? Isto significa que as estratégias da sua empresa deverão estar alinhadas para gerar e impulsionar resultados. Diminuir custos, acelerar processos, melhorar a comunicação, vender mais e mais longe são apenas alguns dos benefícios da transformação digital. Basta olhar para as empresas mais bem-sucedidas do mercado para verificar que existe uma relação entre o grau de digitalização e o crescimento da empresa.

Onde queremos chegar com isto?

 

Os serviços de digitalização da Multisector são agora apoiados no âmbito do Sistema de Incentivos à Qualificação das PME (AVISO N.º 06/SI/2019).

 

O concurso só está aberto até 31 de Maio e possui um orçamento record de 21,5M€ e pretende reforçar as capacidades de organização e gestão das PME, incluindo, o investimento em desenvolvimento das capacidades estratégicas e de gestão competitiva, redes modernas de distribuição e colocação de bens e serviços e a utilização de TIC.

Na Multisector pode contar com uma equipa preparada para auxiliar o empresário desde a fase de design do projeto até à implementação e acompanhamento administrativo-financeiro do mesmo.

 

Com o fim do Portugal 2020, vai perder a oportunidade de realizar o seu projeto com incentivos de 45% a fundo perdido? Fale connosco hoje mesmo!

 

Saiba mais sobre as rubricas elegíveis [aqui]

 

João C. Soares
Consultor em Estratégia & Desenvolvimento

VAMOS “VESTIR” AS EMPRESAS COM EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

POSEUR – Primavera/Verão 2019

O PO SEUR – Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos é um dos 16 programas existentes para a operacionalização da Estratégia do Portugal 2020 e pretende fomentar o crescimento sustentável. Uma das Prioridades do Investimento do programa prevê a “Promoção da eficiência energética e da utilização das energias renováveis nas empresas” através da implementações de ações que visem aumentar a eficiência energética e a utilização de energias renováveis.

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Qualquer empresa, independentemente da dimensão e sector de atividade, é entidade beneficiária desde que os imóveis objetos de intervenção sejam propriedade da empresa ou disponham de contrato de arrendamento com duração compatível com o tempo de vida útil dos investimentos. Nas regiões Norte, Centro, Alentejo e Algarve a taxa máxima de financiamento sobre o investimento é de 70%, na região de Lisboa 50% é a taxa máxima, desde que observados os limites de intensidade de auxílio em caso de Ajudas de estado.

As tipologias de operações financiadas englobam a intervenção nos processos produtivos das empresas que demonstrem os respetivos ganhos financeiros líquidos nas seguintes intervenções:

 

a) Optimização e instalação de tecnologias e sistemas energeticamente eficientes ao nível dos processos produtivos;

b) Optimização e instalação de tecnologias e sistemas aos processos produtivos;

c) Intervenções na envolvente opaca de edifícios climatizados ou refrigerados;

d) Intervenções na envolvente envidraçada de edifícios climatizados ou refrigerados;

e) Intervenções nos sistemas técnicos instalados;

f) Intervenções de implementação de sistemas de gestão técnica de energia;

g) Aquisição de veículos eléctricos ou de veículos com motorização a gás natural veicular, desde que não aumente a dimensão da frota;

h) Conversão de veículos próprios para gás natural veicular.

Nas tipologias de operações financiadas também são abrangidas as ações de intervenção ao nível da promoção de energias renováveis nas empresas para autoconsumo, desde que façam parte de soluções integradas. Estas despesas são elegíveis mas limitadas a 20% do montante de investimento, não considerando o montante de investimento em produção de energia em fontes de energia renováveis.

Limitadas a 5% do valor do investimento, as operações de realização de auditorias, diagnósticos e outros estudos e trabalhos necessários à realização do projeto são elegíveis , desde que não sejam obrigatórios por lei, assim como a avaliação e acompanhamento do desempenho e da eficiência energética do investimento.

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O PO SEUR é uma oportunidade para converter as empresas em organizações mais sustentáveis e diminuir a dependência energética. Uma oportunidade que tem previsão de abertura no 3.º trimestre de 2019 através do primeiro concurso para o investimento da eficiência energética nas empresas.

Para aceder a este incentivo é essencial apresentar um estudo de impacto rigoroso, assim como demonstrar a viabilidade e rentabilidade do investimento – conte connosco para este o apoiar neste exercício.

 

Bruna Parente
Consultora em Estratégia & Desenvolvimento

CONTRATAR RH ESPECIALIZADOS

Apoio de 50% a fundo perdido para contratação de licenciados, mestres, doutorados e pós-doutorados

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Se está a pensar em contratar recursos humanos altamente qualificados saiba que existe apoio para o fazer.

 

Os Programas Operacionais Regionais do Norte, Centro, Lisboa, Alentejo e Algarve publicaram os avisos de abertura (AVISO NORTE-59-2018-42, AVISO CENTRO-59-2018-22, AVISO LISBOA-59-2018-40, AVISO ALT20-59-2018-50, AVISO ALG-59-2018-29, respetivamente), que apoiam a contratação de recursos humanos altamente qualificados (RHAQ) dotados de grau académico com nível de qualificação igual ou superior a 6 (licenciados, mestres, doutorados ou pós-doutorados), no caso do Norte, Centro, Alentejo e Algarve, e nível de qualificação 8 (doutoramento), no caso de Lisboa, como elementos fundamentais (massa crítica) no suporte ao desenvolvimento de processo que promovam a inovação empresarial.

O objetivo principal é, pela criação de emprego altamente qualificado, fazer com que as empresas (PME) passem a dispor de novos colaboradores que sejam indutores do reforço da sua competitividade, na adaptação das empresas e dos trabalhadores a um mundo em mudança (ie, num mercado cada vez mais globalizado e competitivo), bem como que dinamizem e intensifiquem as interações com as Entidades do Sistema Nacional de Investigação e Inovação, promovendo a cooperação e o trabalho colaborativo. Adicionalmente é relevante o alinhamento do reforço de competitividade com a estratégia de I&D para uma especialização inteligente (RIS3 regional).

É pois necessário em sede de candidatura, enquadrar cada um dos novos RHAQ a contratar (uma candidatura pode e deve – é melhor pontuada – ter mais do que uma nova contratação) pelo promotor (PME) nos domínios da Qualificação, da Internacionalização e da Investigação, Desenvolvimento e Inovação (I+D+I), sendo por isso importante antes de mais haver um correto enquadramento da temática da inovação nas áreas críticas de negócio e a identificação das lacunas atuais da empresa nas mesmas.

Taxa de incentivo e Despesas elegíveis

Quantos aos apoios, são de 50% a fundo perdido (“incentivo não reembolsável”) sobre as despesas elegíveis, as quais reportam aos Custos Salariais com a contratação de RHAQ, pelo período máximo de 36 meses, nomeadamente:

o Salário Base (conjunto de todas as remunerações de carácter permanente sujeitas a tributação fiscal e declaradas para efeitos de protecção social do trabalhador), com um limite mínimo do salário base mensal de 1 500€ e até aos seguintes valores máximos de despesa elegível:

RHAQ de nível 6 (licenciatura): 1 613,40€;
RHAQ de nível 7 (mestrado): 2 025,35€;
RHAQ de nível 8 (doutoramento ou pós-doutoramento): 3 209,67€;

o Encargos Sociais obrigatórios:

 – Despesa com a Segurança Social paga pela empresa (23,75% normalmente);
 – Seguro de Acidentes de Trabalho;

o Subsídios de Férias e de Natal.

Condições de acesso

a. Promotor ser PME (com “certificado digital PME” devidamente atualizado).
b. Área geográfica de aplicação: NUTS II do Norte, Centro, Lisboa, Alentejo e Algarve. A localização é onde se localiza o estabelecimento da empresa no qual será(ão) criado(s) o(s) posto(s) de trabalho.
c. PME com atividade económica que visa a produção de bens e serviços transacionáveis e internacionalizáveis ou que contribuam para a progressão na cadeia de valor.
d. Ter data de candidatura anterior à data de início dos investimentos com a contratação de Recursos Humanos Altamente Qualificados, ie, não pode incluir despesas anteriores à data da candidatura;
e. Autonomia Financeira no ano pré-projeto (2017) de pelo menos 15,00%;
f. Duração máxima do investimento de 36 meses;
g. Registar-se a Criação Líquida de Postos de Trabalho nos RHAQ (pela diferença entre a média mensal do ano de conclusão do projeto e do ano pré-projeto);
h. PME beneficiária deve comprometer-se a manter na empresa os postos de trabalho apoiados durante 3 anos após a data da conclusão do apoio (os RHAQ podem ser substituídos por outros de qualificação mínima equivalente);
i. Região NUTS II do Norte, Centro, Alentejo e Algarve: Recursos Humanos Altamente Qualificados a contratar devem deter Grau Académico com nível de Qualificação igual ou superior ao nível 6: licenciados, mestres, doutorados ou pós-doutorados.
j. Região de Lisboa: nível 8 (doutorados ou pós-doutorados);
k. Esse grau académico deve ser atribuído por Instituições de Ensino Superior portuguesas (ou estrangeiras desde que reconhecido à luz do disposto no DL nº 66/2018, de 16 agosto);
l. Licenciados e Mestres terão que evidenciar especialização profissional específica relevante na área da contratação (em contexto empresarial ou regional); Licenciados mínimo de 5 anos de experiência profissional;
m. Apresentar programa de inserção e acompanhamento dos novos RHAQ na dinâmica da empresa;
n. Existência de Contrato de Trabalho entre o trabalhador e a PME, com duração mínima de 24 meses;
o. Trabalhadores a contratar não podem:
Ter tido vínculo de trabalho com a PME nos 12 meses anteriores à candidatura;
Corresponder a postos de trabalho de Gerentes, Administradores, Sócios ou Accionistas da PME;
p. Ser sustentado por uma adequada Memória Descritiva da operação, a anexar à candidatura;
q. Cumprir com os Anexos exigidos.

Apresentação de candidaturas

Está a decorrer a segunda fase de candidaturas que termina a 31 de maio de 2019 (18h) para todos os avisos.

o Fase 3:  31 de maio de 2019 (após as 18h) a 30 de agosto de 2019 (18h);
o Fase 4:  30 de agosto de 2019 (após as 18h) a 13 de dezembro de 2019 (18h) -excepto o aviso de Lisboa que não contempla esta quarta fase.

Comece a preparar a sua candidatura! Caso necessite de algum esclarecimento sobre este apoio, consulte-nos.

 

Somos uma empresa e uma equipa com larga experiência em candidaturas (mais de 20 anos);
Acompanhamento ao cliente em todo o processo, sem custos adicionais;
Elevada taxa de sucesso de aprovação nos vários Sistemas de Incentivos do PT2020;
Foco nos pontos-chave para potenciar o Mérito do Projeto (classificação da candidatura para hierarquização em cada Aviso de Abertura de Concurso);
Extremo cuidado com a verificação das condições de elegibilidade e realização de uma análise estratégica da empresa;
Enquadramento na estratégia de inovação da empresa.

 

Rui Fradinho
Gestão Empresarial

QUALIFICAÇÃO DAS PME ATÉ 31 MAIO

Com valor orçamental record de 21,5 M€
45% Fundo Perdido | Investimento mínimo de 25 mil euros | Continente

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AVISO N.º 06/SI/2019
Sistema de Incentivos à Qualificação das PME

Para projetos que visem ações de qualificação de PME em domínios imateriais com o objetivo de promover a competitividade das PME e sua capacidade de resposta no mercado global, enquadrados nos Programas Indústria 4.0 e na Medida 2 do Eixo I do 3 em Linha – Programa para a Conciliação da Vida Profissional, Pessoal e Familiar.

São suscetíveis de apoio os projetos com investimentos de:

 

Reforço das capacidades de organização e gestão das PME, incluindo, o investimento em desenvolvimento das capacidades estratégicas e de gestão competitiva, como sistemas de gestão da conciliação da vida profissional, pessoal e familiar, redes modernas de distribuição e colocação de bens e serviços e a utilização de TIC.

Inovação organizacional e gestão 

→ Contratação de Recursos Humanos Qualificados

→ Estudos de Arquitetura e Engenharia

→ Ações de Benchmarking

→ Estudos de Mercado

→ Planos de Gestão e Marketing

Economia digital e tecnologias de informação e comunicação (TIC)

→ Criação de Website

→ Criação de Loja Online

→ Criação de Vídeo

→ Criação de Catálogo eletrónico

→ Promoção no Google e nas redes sociais (facebook, linkedin, …)

→ Criação de Apps

Criação de marcas e design

→ Conceção de Marcas e Produtos

→ Registo de Marca

Desenvolvimento e engenharia de produtos, serviços e processos

→ Criação ou reforço das capacidades laboratoriais, excluindo testes de qualidade dos produtos, protótipos e provas de conceito

Proteção de propriedade industrial

→ Registo de patentes, invenções, modelos de utilidade e desenhos

Qualidade

→ Certificações de Produto

→ Certificações no âmbito do sistema Português da Qualidade (SPQ)

→ Implementação de sistemas de gestão da conciliação entre a vida profissional, familiar e pessoal, devendo abranger a respetiva certificação acreditada designadamente, ao abrigo da NP 4552:2016

Transferência de conhecimento 

→ Aquisição de serviços de consultoria e assistência técnica, nos domínios da transferência de conhecimentos e certificação de sistemas de gestão da investigação, desenvolvimento e inovação

Distribuição e logística

→ Softwares – sistemas de informação aplicados a novos métodos de distribuição e logística

Eco-inovação 

→ Rótulo ecológico e sistema de ecogestão e auditoria EMAS

 

O Qualificação das PME é a solução ideal para iniciar o processo de revolução 4.0 da sua organização de forma financiada e competitiva.

 

A Multisector tem um equipa especializada para apoiar na construção de um plano intervenção de valor para a empresa e uma candidatura ganhadora para obtenção do incentivo.

 

Para qualquer esclarecimento contacte-nos!

FUNDOS COMUNITÁRIOS – OS MILHÕES QUE ENTRAM NA ECONOMIA NACIONAL

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Portugal é o oitavo país da União Europeia com o maior orçamento de fundos europeus no período 2014-2020 – 25 mil milhões de euros. O Portugal 2020, trata-se do instrumento financeiro mais competitivo de estímulo à especialização da economia portuguesa e o bom desempenho do programa no quadro dos 28 Estados-Membros é bem visível. De acordo com os números da Comissão Europeia, até ao início de março, já tinham entrado nos cofres dos beneficiários nacionais mais de 9,2 mil milhões de euros, colocando Portugal no segundo lugar no que respeita ao valor absoluto dos pagamentos transferidos de todos os Estados-Membros.

No entanto, se compararmos o valor recebido com o valor já comprometido (cerca de 19 mil milhões), a taxa é de apenas 50%. Significa que ainda estão por receber outros 9 mil milhões de euros já cativos para projetos em curso. De acordo com o último Boletim Informativo dos Fundos da União Europeia, no final de 2018, estavam comprometidos mais de 3/4 do total de fundos do Portugal 2020. Em termos de execução atingiu-se 1/3 do total de fundos, com destaque para os domínios temáticos da competitividade e internacionalização, do desenvolvimento rural e do capital humano.

Para lá da fronteira, no contexto do Horizonte 2020, destacam-se os incentivos à investigação e desenvolvimento tecnológico. Portugal nunca recebeu tanto para projetos de investigação científica como no atual programa quadro. Com 1551 projetos aprovados até final de 2018, num total de 11024 apresentados, e uma taxa de sucesso de 14,07%, acima da média europeia (12,45%), Portugal já conseguiu captar mais de 678 milhões de euros do Horizonte 2020, o principal instrumento de apoio à investigação na União Europeia. Isto significa que, pela primeira vez, Portugal é um beneficiário líquido deste tipo de programas, ou seja, de forma inédita, já recebeu mais do que o que contribuiu para o orçamento global do programa. De salientar que dos projetos aprovados, 425 estão a ser coordenados por empresas portuguesas.

Mas olhando novamente para dentro de portas, importa salientar que do orçamento global do PT2020, ainda há cerca de 6 mil milhões de euros por aprovar e apenas um ano para as empresas poderem concorrer! O Plano de concursos para 2019 já foi publicado e não é esperada a abertura de qualquer novo concurso em 2020. Significa que para que Portugal mantenha os bons resultados obtidos até agora e o tecido empresarial e científico beneficie dos apoios disponíveis, é imperativo que as entidades nacionais ponham os pés ao caminho nos próximos meses e aproveitem a última ronda dos incentivos!

Os números da Multisector

A participação da Multisector no PT2020 materializa-se num total de 213 candidaturas apresentadas e 165 aprovadas, o que corresponde a uma taxa de sucesso de 77%. Por tipologia de apoio, os números são os seguintes: Internacionalização de PME – 53, Qualificação de PME -17, Inovação e Empreendedorismo – 25, Desenvolvimento Rural – 5, Investigação e desenvolvimento – 120 (nas várias tipologias: individiual, copromoção, demonstradores, núcleos de investigação e regime especial).

Das candidaturas aprovadas resultou um investimento de aproximadamente 87,2 milhões de euros e um incentivo de 45,2 milhões de euros. À data os promotores já receberam cerca de 12,1 milhões de euros para financiar os seus projetos.

Ainda está com dúvidas para concorrer? Não deixe fugir esta oportunidade. Contacte-nos!

 

Cláudia Martins
Departamento Gestão de Projetos

CARREGAMENTO RÁPIDO DE VEÍCULOS ELÉTRICOS

A indústria automóvel tem vindo a apostar no desenvolvimento de veículos elétricos (VE) como contributo para a redução das emissões dos gases provenientes dos combustíveis fósseis na atmosfera. É, portanto, imprescindível que seja possível carregar estes veículos em qualquer local onde exista uma fonte de energia elétrica e que o seu carregamento seja equiparado ao tempo a que hoje estamos habituados a abastecer combustível num automóvel, uma vez que para o mesmo alcance de km percorridos, o tempo de carregamento de um VE tem superado por muitos minutos (ou mesmo horas) o tempo de abastecimento a combustível, tornando a sua utilização menos prática.

 

Face a isto, alguns fabricantes mundiais têm vindo a apostar na investigação e desenvolvimento de carregadores rápidos, ou fast chargers, e de supercondensadores a usar em baterias, dado que para que haja um carregamento efetivamente rápido, será necessário a simbiose entre o carregador e os elementos da bateria a carregar.

 

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Nos EUA existem 3 tipos principais de carregadores de VE, conhecidos como nível 1, nível 2 e nível 3, e que se classificam consoante o tempo e potência de carregamento que conseguem fornecer, e que correspondem ao modo 1, modo 2 e modo 4 na designação europeia. Os carregadores rápidos pertencem ao nível 3/modo 4 e operam em corrente contínua (DC). Segue de forma mais detalhada as características de cada tipo de carregamento:

→ Nível 1/Modo 1: leva entre 17 e 25 horas para carregar completamente um veículo que tem um alcance de 160-200km, ou seja, é o que se encontra nos carregadores das casas particulares (carregamento de 230V, 10A e 1.4kW);

 

→ Nível 2/Modo 2: estes carregadores podem carregar um VE com o mesmo alcance de 160-200km em 5h e, apesar de ser bastante tempo para deixar o veículo num posto de abastecimento, era até recentemente a principal opção para os condutores. Também pode ser instalado em casa e há uma grande variedade de fabricantes e modelos (carregamento de 230V, 32A e 6.2-7.6kW);

 

→ Nível 3/Modo 4: são os que fornecem entre 20 a 80kW e podem carregar um veículo em cerca de 30min (em regime DC). No entanto, nem todos os VE podem usar carregadores deste tipo e as estações de carregamento são concebidas para os postos de abastecimento público.

Neste momento existem apenas 2 modelos standard de carregadores rápidos, sendo eles o CCS – Combined Charging System e o CHAdeMO, em que a potência de carregamento pode ir até 80kW (cerca de 380km de alcance por hora de carregamento) e 50KW (cerca de 240km de alcance por hora de carregamento), respetivamente. Já a Tesla tem supercarregadores que podem carregar até 120kW mas estes estão condicionados aos seus clientes pelo protocolo interno da empresa.

 

Atualmente, com os seus supercarregadores de 120kW, a Tesla é a única empresa no mercado que permite o carregamento mais rápido possível, de 80% em 30min (ficando o VE com uma autonomia de cerca de 380km). Os restantes veículos encontram-se ainda limitados a carregamentos de 50kW, devido às características das suas baterias.

O tempo de abastecimento de um depósito de um veículo de combustão não excede os 15min. Para ser possível ter tempos de carregamento de VE assim tão baixos, é portanto necessário evoluir também ao nível das baterias. Isto porque existem determinados fatores que podem determinar a durabilidade e o ciclo de vida das mesmas, tais como, a temperatura da bateria, o seu tamanho e composição, o tempo de carregamento e os ciclos de carregamento e descarregamento. Os fatores mais relevantes são a temperatura da bateria e a sua composição, pelo que várias empresas e institutos de investigação têm desenvolvido estudos e trabalhos nestas áreas, nomeadamente:

 

→ Sistema de arrefecimento DX (Direct Expansion Cooling) que usa o mesmo refrigerante do ar condicionado para arrefecer a bateria diretamente (permite taxas de arrefecimento 3 a 4 vezes superiores à do glicol). Para carregamentos rápidos >150kW é necessário que o sistema de arrefecimento dissipe cerca de 10kW de calor para proteger o conjunto das células da bateria, o que é possível com o sistema DX (já implementado nalguns  modelos, como BMW i3, model 3 da Tesla e nas baterias para os VE fornecidas pela LG Chem). O sistema DX permite por isso potências de carregamento mais elevadas, menor complexidade, menor custo e tem a vantagem associada à segurança por retirar os líquidos refrigerantes do sistema.

 

→ Supercondensadores (à base de carbono) que não produzem eletricidade através de reações químicas como fazem as baterias convencionais, mas que criam campos electroestáticos. Até agora estes supercondensadores têm sido bons a fornecer rápidas explosões de energia (para ligar o motor de um carro, por exemplo) e também a armazenar energia dos veículos quando travam. A principal desvantagem é a pouca densidade para armazenar energia durante algum tempo. Existe a possibilidade de serem incorporados nas baterias de iões-Li e ajudar a reduzir o peso das mesmas (Superdielectrics Ltd. e Universidades de Bristol e Surrey).

 

→ Nanoestrutura 3D para os cátodos da bateria de iões-Li, que permite um carregamento e descarregamento drasticamente rápidos sem sacrificar a capacidade de armazenamento de energia. O filme fino numa estrutura 3D consegue atingir tanto um volume ativo elevado (grande capacidade de armazenamento), como potências também elevadas (Universidade de Illinois).

Com a implementação destes avanços tecnológicos será possível, num futuro próximo, aplicar também as potências mais elevadas e atingidas nos desenvolvimentos relativos ao processo do carregamento rápido, efetuados pelas várias empresas do sector automóvel. A BMW e a Porsche encontram-se a desenvolver um protótipo, no qual é possível um carregamento com uma potência de 450kW (fornecendo 100km de autonomia em 3min). A Honda prevê disponibilizar em 2022 um carregador que permita carregamentos rápidos com uma potência de 350kW, no qual se pretende obter 240km de autonomia em 15minutos.

 

Não descurando os desenvolvimentos nesta área em Portugal, a Efacec criou e já forneceu a um fabricante automóvel alemão carregadores móveis direcionados para VE de longo alcance (permitindo uma autonomia de 400km a 1000km; esta estação móvel inclui três unidades do carregador ultra-rápido HV350). Para além disso, também tem apostado na possibilidade de carregamento wireless.

A MultiSector tem vindo a realizar estudos em vários domínios da mobilidade autónoma, no qual o VE terá um papel preponderante. Esta temática foi o resultado de um trabalho de vigilância tecnológica neste domínio. Consulte-nos para saber mais sobre os nossos serviços de Vigilância Tecnológica.

 

Ana Braga
Consultora de I&D

TRANSFORMAÇÃO DIGITAL – “O DESAFIO NÃO ESTÁ NA TECNOLOGIA”

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Um recente inquérito internacional a CEO, diretores e altos executivos descobriu que o risco da transformação digital (DX) é sua principal preocupação em 2019. Ainda assim, 70% de todas as iniciativas de digitalização não atingem os seus objetivos. Dos cerca de 1,3 triliões de dólares gastos em processo de Transformação Digital em 2017, estima-se que mais de 900 biliões de dólares foram desperdiçados.

Uma análise publicada no início deste mês pela Harvard Business Review veio confirmar e reforçar as dicas da Multisector no âmbito da sua experiência na implementação de Sistemas de Controlo de Gestão Inteligente (BI/BA) em paralelo a processos de Digitalização.

Mas afinal, onde falha o processo de Transformação Digital?

Ficam as nossas 5 dicas:

Dica 1 – #Estratégia“Antes de investir em qualquer coisa, analise e defina o seu negócio”

Líderes que procuram melhorar a performance da sua organização através da adoção de tecnologias digitais têm, de uma forma geral, uma ferramenta ou objetivo específico em mente – “A nossa empresa irá implementar uma ferramenta digital para tornar aumentar a eficiência e diminuir os custos da organização”.

Muitos gestores veêm a Transformação Digital como estratégia, ao invés de definirem uma estratégia da empresa e utilizarem a Transformação Digital como uma ação que facilite ir do ponto A ao ponto B. Se a sua empresa tem um objetivo que pretende alcançar (ponto B), terá grandes dificuldades e contratempos em lá chegar sem saber onde está (ponto A).

Não existe uma tecnologia única que ofereça “satisfação do cliente”, “velocidade” ou “inovação” como tal. A empresa nunca deve adaptar o seu modelo de negócio à solução. A solução deve adaptar-se ao seu modelo de negócio. Por isso não se compare com a concorrência, ainda que duas empresas tenham um perfil parecido e o mesmo objetivo futuro, a mesma estratégica/solução não vai levar ambas as empresas ao mesmo sítio. Assegure os seus objetivos apostando numa boa análise de diagnóstico ao modelo de negócio que permita um planeamento estratégico mais adequado às necessidades da sua organização.

Dica 2 – #Pessoas“Trabalhe a partir de dentro”

Organizações que procuram transformações (digitais ou não) tendem a trazer um exército de consultores e engenheiros para implementar soluções estandardizadas em tempo recorde. Isto é contra produtivo, ainda que existam “boas-práticas”, na abordagem da Multisector, trabalhamos com as pessoas da própria organização para melhor adaptar as soluções à empresa, isto é, todo o trabalho é guiado pela gestão, responsáveis operacionais e ainda colaboradores-chave que têm um conhecimento profundo sobre o que funciona e o que não funciona nas suas equipas.

Muitas vezes, as novas tecnologias podem não melhorar a produtividade organizacional, não devido a falhas fundamentais na tecnologia, mas porque os trabalhos de conhecimento interno foram negligenciados.

Dica 3 – #Clientes“Guie-se pelo que acontece do lado de fora”

Se o seu objetivo com a Transformação digital é o de melhorar a “satisfação e relação com o cliente”, qualquer decisão de investimento deve ser precedido por uma fase de diagnóstico com uma contribuição profunda dos clientes.

Durante a implementação dos nossos serviços, várias vezes a empresa descobre que têm uma ideia errada do que os seus clientes pensam da sua empresa e dos seus produtos (desalinhamento do posicionamento). Definir um plano estratégico sem entender o mercado/cliente tende a levar os líderes a investirem em soluções com grandes promessas mas, que no entanto, acabam por não corresponder às expetativas e por vezes até vêm prejudicar o que já era bem feito na empresa.

A experiência mostra que trabalhar indicadores como a “satisfação do cliente” levam a empresa a fazer alterações mais específicas e menos drásticas do que a empresa inicialmente pensava. Os resultados de cada empresa dependem do mercado, portanto é essencial tomar decisões com base em informação detalhada dos segmentos de mercado em que opera.

Dica 4 – #Desconfiança“Terreno infértil à mudança”

Quando os funcionários percebem que a transformação digital pode ameaçar a sua rotina, ou mesmo os seus empregos, estes podem, consciente ou inconscientemente, resistir às mudanças. O seu raciocínio segue a linha “se este processo de transformação digital se mostrar ineficaz, a gestão acabará por ficar insatisfeita com os investimentos realizados e abandonará futuros esforços similares, como resultado, a nossa rotina e emprego permanecerão salvos”.

É essencial que os líderes reconheçam estes receios e enfatizem que o processo de transformação digital é uma oportunidade para que os funcionários aprimorem seus conhecimentos para adequar-se ao mercado do futuro. Quando bem trabalhada a implementação de táticas de digitalização, não só a produtividade por colaborador aumenta, como a empresa cresce e acaba por contratar mais colaboradores.

O desafio da Transformação Digital não está na tecnologia, mas sim nas Pessoas, os serviços ‘diagnóstico inicial’ e também de implementação de metodologias de ‘avaliação de desempenho’ permitem ajustar a cultura interna criar um terreno fértil à mudança e assim tirar os melhores resultados do investimento a realizar.

Dica 5 – #Multisector“Vamos conversar?”

Os anos de experiência permitem-nos conhecer os receios das empresas em reunir e envolver consultores externos. Por isso, facilitamos a abordagem de inúmeras organizações que nos contactam para conversar e discutir o futuro, sem qualquer compromisso. Isto porque na Multisector acreditamos no valor que criamos junto dos nossos clientes.

Os resultados são claros, mais de 95% dos nossos novos clientes acaba por ficar connosco por mais de 4 anos e mais de 80% tornam-se clientes fidelizados de longa data.

Se ficou com aquela ideia na cabeça, clique aqui #Vamos Conversar?

 

JOÃO C. SOARES
Estratégia & Desenvolvimento
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@: joao.soares@multisector.pt
Skype: joaoc.soares
Tlm: +351 962269096
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ATIVAR IPVC – MIXÓRDIA DE THINK TANKS

Eletrotecnia e Informática - 13 Março 2019

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O ATIVAR IPVC, que conta com apoio e acompanhamento da Multisector desde a sua criação, tem-se mostrado um projeto-chave na dinamização das relações entre o IPVC e o tecido empresarial da região do Alto Minho.

Uma das suas mais recentes iniciativas, foi o Think Tank do passado dia 13 Março 2019 na Escola Superior de Tecnologias e Gestão. Esta sessão em formato de mesa redonda contou com a participação chave de representantes das empresas Painhas, BorgWarner, XpandIT e SparkleIT, tendo ainda a interação com uma audiência composta por profissionais, empresas e investigadores do Instituto.

Esta ação estratégica promovida pela área científica de Eletrotecnia e Informática teve por base os seguintes objetivos:

1.  Promover a reflexão e identificação de eventuais desalinhamentos entre a oferta formativa da Área Científica de Eletrotecnia e Informática e as necessidades do tecido empresarial da região;

2.  Potenciar parcerias estratégicas com instituições pares e com o tecido social e empresarial da região, de forma a melhorar e adequar a oferta formativa, atividades de ID&I e prestação de serviços às necessidades da comunidade envolvente.

O principal resultado deste Think Tank foi a reflexão conjunta entre o “mercado” e a instituição de ensino que nos quais se discutiram as necessidades básicas sentidas pelas empresas. A atitude foi definida como uma base essencial de um bom profissional, sendo que os fatores críticos de sucesso salientados se centram nas softskills: “saber pensar”, “pensar fora da caixa”, “tomar decisões” e “comunicar”. A adopção de medidas de apoio ao desenvolvimento de softskills revelaram-se o tema core da discussão, tendo sido identificada por todos os representantes das empresas e reforçada pelos professores presentes.

Horto-floricultura - 15 Março 2019

A participação da Multisector a 15 de março no Think Tank inserido na 16ª Mostra de Cultivo em Tomiño, com o objetivo de convergência entre a oferta formativa e as necessidades de investigação com as necessidades do tecido empresarial, evidenciou igualmente a importância das softskills, desta vez no contexto do mercado de trabalho agrícola.

A esta conclusão alia-se a escassez dos recursos humanos por motivos de cariz social, económico e educacional e adequação dos conhecimentos ao novo paradigma da atividade agrícola, proporcionado pela era da Indústria 4.0.

Os participantes presentes neste evento do projecto ATIVAR, que estava inserido no projeto de Eurocidade Vila Nova de Cerveira e Tomiño, eram representantes da hortifloricultura e do ensino de Espanha e Portugal:

1. Ensino:

2. Empresas:

3. Entidades públicas:

As necessidades identificadas incitam a uma estreita articulação entre as Instituições de Ensino e o tecido empresarial, com vista, a juntos, suprirem os desafios a enfrentar em cada um dos domínios de conhecimento.

O IPVC e a Multisector estão convictos que que esta deve ser uma boa prática do mercado.

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À CONVERSA COM “QUEM SABE”! COMO SABER SE ESTAMOS PERANTE UM PROJETO I&DT EMPRESARIAL?

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A aposta em I&DT é uma “bandeira” política europeia e nacional! São vários os mecanismos de estímulo à qualificação das empresas para a internalização de competências próprias de I&D, para apoiar as empresas a prosseguir uma estratégia de diferenciação competitiva pela via da I&DT e da Inovação.

 

No entanto, estes são os sistemas de incentivo que apresentam a mais baixa taxa de aprovação dos programas de incentivo, muitas vezes explicada pela criteriosa análise levada a cabo por peritos qualificados que nos seus critérios de aprovação procuram projetos, nos quais as entidades (empresas e Entidades Não Empresariais do Sistemas I&I) se proponham a contribuir, de forma clara e objetiva para acrescentar valor ao estado da arte das temáticas técnico-científicas objeto de investigação.

 

Os projetos acompanhados pela Multisector apresentam uma taxa média de aprovação duas vezes superior à taxa média de aprovação nacional. De acordo com “quem sabe”, este sucesso reside na capacidade dos consultores conseguirem, numa fase de pré-avaliação, rastrear o potencial de qualidade do projeto, sabendo à partida se estão perante um projeto ganhador.

 

Foi com este objetivo que, depois de uma validação interna com os consultores de I&DT da Multisector, partilhamos a check-list a usar num exercício de reflexão interna no planeamento de um projeto de I&DT.

O exercício baseia-se na resposta à questão: O que é um projeto de I&DT empresarial?

 

Em suma, um projeto de I&D caracteriza-se pela existência de desenvolvimentos técnicos e tecnológicos de novidade apreciável, cuja resolução se antevê ser de elevado grau de incerteza científica e/ou tecnológica (risco), mesmo para alguém especialista, que tenha o conhecimento da área e conheça as técnicas habitualmente utilizadas nesse sector (Fernando Pinto – Diretor de I&DT).

 

Nesta definição surgem dois conceitos que são essenciais para identificar um projeto de IDT, o primeiro está relacionado com os “desenvolvimentos técnicos e tecnológicos de novidade apreciável”, o que significa que qualquer projeto de I&DT tem de obrigatoriamente representar uma inovação e de ultrapassar o estado de arte. O segundo está relacionado com o grau de incerteza. Esta é , provavelmente, a principal limitação da aposta em I&DT, dado que existe sempre um grau de risco associado à novidade.

 

“Trocando por miúdos”, para se aplicar esta definição a uma ideia de projeto é necessário responder às 5 perguntas chave listadas abaixo, cujas respostas devem-se traduzir em argumentos válidos que sustentem a defesa de um projeto de I&DT ganhador :

 

#1. MOTIVAÇÃO
Quais as necessidades/problemas que o mercado anseia resolver?

#2. DIMENSÃO DO PROBLEMA
Qual a “gravidade”ou “impacto” do problema para o sector/sociedade que o Produto/Processo/Sistema visa resolver?

#3. CONCORRÊNCIA E BENCHMARKING
O que há no mercado mais parecido com o Produto/Processo/Sistema e se a forma como resolve o problema se distingue e em que grau?

#4. EXPLORAÇÃO ECONÓMICA
Qual será o impacto (ganhos) no mercado com a introdução do produto /Processo/Sistema?

#5. INOVAÇÃO TECNOLÓGICA
Qual é o avanço tecnológico e/ou de conhecimento que o projeto vai trazer?

 

Todo e qualquer projeto de I&DT apoiado pela Multisector passa por este crivo, sendo que os nossos consultores não só avaliam a viabilidade da ideia, como são proactivos na sugestão de adaptações à ideia de forma a que o projeto apresente as características necessárias para um maior potencial de aprovação, mas, acima de tudo que a empresa consiga otimizar o impacto económico da sua aposta em I&DT.

 

Obrigada João Lacão e Fernando Pinto pela partilha!

Partilhe a sua  ideia com “quem sabe”!

 

Irina Machado
Estratégia & Desenvolvimento

QUEM VEIO PRIMEIRO, O OVO OU A GALINHA? A INOVAÇÃO OU O FINANCIAMENTO?

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Na Multisector sabemos que dezenas de ideias milionárias, protótipos revolucionários e negócios promissores estão atualmente estagnados na mentira do crescimento orgânico. A verdade é que os negócios ganhadores são aqueles que entram rápido no mercado, que conseguem uma vantagem competitiva e lideram desde a sua criação.

Sem financiamento é difícil levar os projetos a um nível de maturidade e inovação necessária para conseguir financiamento. Parece uma piada este paradoxo, mas os programas de financiamento limitam a liberdade de investimento estratégico das empresas pela necessidade de enquadramento nas despesas como elegíveis e pelos critérios específicos de inovação. Um exemplo é a impossibilidade de financiamento de necessidades de tesouraria, essencial para ultrapassar a fase de implementação do projeto, onde o autofinanciamento escasseia.

 

A Multisector é especializada em Inovação e Financiamento e conhecemos os limites de ambas, por isso não discriminamos os níveis de inovação em fase inicial e ajudamos os inventores e empreendedores a obter o financiamento que necessitam. Além de trabalharmos com todos os instrumentos financeiros nacionais (Portugal 2020) e europeus (Horizon 2020) possuímos uma vasta rede de contactos com mais de 15 Capitais de Risco e Business Angels com diferentes interesses e especificidades, com as quais já estamos familiarizados.

A nossa equipa atua em prol do sucesso dos clientes, pelo que os nossos engenheiros, estrategas e gestores trabalham em conjunto para:

1. Melhorar a sua proposta de valor;
2. Conseguir financiamento necessário para as exigências da sua atividade;
3. Desenvolver o seu negócio e conseguir o retorno rápido do investimento.

 

Para Spin-off e startups com dificuldade de financiamento os benefícios do capital de risco são inúmeros. Não só conseguem os fundos necessários à sua atividade, como terão o acompanhamento de perto de uma equipa de experts com interesse no sucesso da sua empresa.

 

O mesmo se aplica para empresas em fase de crescimento ou em inovação, o capital de risco pode ser a solução de financiamento ideal para acelerar o negócios, diversificar portefólio ou mesmo mercados.

Na Multisector estamos abertos a discutir as possibilidades. Aqui o empreendedor pode contar com:

1. Apoio e coaching ao empreendedor;
2. Identificação de possibilidades de financiamento Extra2020;
3. Diagnóstico técnico e económico à ideia/projeto;
4. Elaboração de Plano de Negócios;
5. Elaboração de Dossier Due Diligence;
6. Apresentação do Projeto a várias fontes de Financiamento;
7. Negociação e defesa do empreendedor;
8. Acompanhamento e implementação do plano estratégico.

 

Entre em contato! O que tem a ganhar? €

 

JOÃO C. SOARES
Estratégia & Desenvolvimento
@: joao.soares@multisector.pt
Skype: joaoc.soares
Tlm: +351 962269096