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BOOST NO PORTUGAL 2020

Aprovação da Reprogramação do Portugal 2020 e 7ª alteração ao RECI

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Finalmente chegou a aprovação da “Reprogramação do Portugal 2020”, apresentada em Seminário público no dia 7 de dezembro na FIL (Junqueira) em Lisboa, com a presença dos Ministros em peso, bem como da Comissária Europeia da Política Regional, Corina Cretu.

 

Esta reprogramação do Portugal 2020, veio permitir um reforço de verbas de mais 2.407 mil milhões de euros de investimento, decorrente da realocação de verbas de umas caixas para outras, e com isso apostar nas áreas prioritárias para o Governo na atribuição dos fundos, concentradas em 4 áreas:

→ Qualificação dos portugueses,

→ Coesão Territorial,

→ Exportações e

→ Inovação.

As principais notícias no âmbito dos incentivos às empresas, decorre das alterações legislativas concretizadas pela Portaria nº 316/2018, de 10 de dezembro, correspondente à sétima alteração ao RECI (Regulamento Específico do Domínio da Competitividade e Internacionalização), que introduz a novidade da parceria com as Instituições de Crédito que irão co-avaliar as candidaturas do SI-Inovação Produtiva e apoiar as mesmas na componente do incentivo reembolsável, ao abrigo de um Instrumento Financeiro financiado pelo Portugal 2020.

 

Outra das novidades no SI-Inovação Produtiva foi a alteração da natureza do incentivo, que à exceção das Grandes Empresas (estas só terão incentivo não reembolsável) passa agora a ser híbrido de 50% do incentivo em reembolsável e os outros 50% em incentivo não reembolsável (fundo perdido) sendo este atribuído “à cabeça” (em vez do prémio atribuído no ano cruzeiro função do excesso do cumprimento dos indicadores de realização), embora condicionado na sua atribuição pela avaliação final no ano cruzeiro, em que podem ocorrer 3 situações:

1.
Manutenção do incentivo não reembolsável se tiver havido cumprimento dos indicadores de realização (GC – Grau de Cumprimento): GC > 100%;

2.
Devolução de parte do incentivo não reembolsável, em proporção do não cumprimento: 50% < GC < 100%;

3.
Devolução da totalidade do incentivo não reembolsável se não houve cumprimento mínimo: GC < 50%.

Na referida portaria, houve ainda alteração legislativa quanto às taxas de incentivo (base + majorações), sendo que no total não podem ultrapassar os 75% (ou 40% se o investimento está localizado na Região Lisboa ou 60% na Região do Algarve), a saber:

Base:

→ 15% para Grandes Empresas ou Investimentos elegíveis > 15M€;

→ 35% para Médias Empresas;

→ 45% para Pequenas ou Micro Empresas.

Majorações:

→ 10% para Territórios de Baixa Densidade;

→ 10% para PME com Investimentos elegíveis < 15M€ e com projetos no âmbito do Industria 4.0, Transformação Digital, Economia Circular ou Transição Energética;

→ 5% para Novas Unidades Produtivas e que criem Emprego Qualificado relevante: pelo menos +10 novos RH para Micro ou Pequenas Empresas; +15 novos RH para Médias; +30 novos RH para Grandes Empresas;

→ 5% para PME que prescindam do empréstimo bancário e apresentem pelo menos 25% do investimento coberto por novos capitais próprios.

Aviso de Abertura de Concurso (AAC) nº31/SI/2018 do SI-Inovação Produtiva:

Foi publicado ontem, dia 11 de dezembro de 2018, o AAC 31/SI/2018 relativo ao SI-Inovação Produtiva, estando o concurso aberto até ao dia 15 de março de 2019, com financiamento total de 501 milhões de euros, sendo:

→ 500€ de financiamento para o Incentivo Não Reembolsável (INR);

 Dos quais, 92.225€ dedicados para os Territórios de Baixa Densidade;

 500€ de financiamento para a componente reembolsável;

→ Dos quais, 70.755€ para os Territórios de Baixa Densidade.

 

Para as PME, passamos a ter “à cabeça” incentivo híbrido: Incentivo Reembolsável (IR) + Incentivo Não Reembolsável (INR), de 50% para cada componente.

 

O Incentivo Não Reembolsável (fundo perdido) pode ter que ser devolvido se a empresa não cumprir pelo menos em 100% dos objetivos propostos nos indicadores de realização no ano pós-projeto (VAB – Valor Acrescentado Bruto, CEQ – Criação de Emprego Qualificado e VN – Volume de Negócios) indicados em sede de candidatura no ano pós-projeto (por definição o 2º ano completo após o término dos investimentos):

→ Se GC (Grau de Cumprimento) > 100%, não devolve;

→ Se 50% < GC < 100%, devolve na proporção;

→ Se GC < 50% devolve na totalidade o incentivo não reembolsável.

Sendo o INR atribuído “à cabeça”, significa que deixa de existir o antigo prémio (a conversão do incentivo reembolsável em não reembolsável, pelo ultrapassar dos objetivos propostos).

 

Na pratica é mais atrativo para as empresas, porque têm logo à partida incentivo a fundo perdido.

 

O Incentivo Reembolsável é atribuído pela IC (Instituição de Crédito) protocolada com Instrumento Financeiro financiado pelo Portugal 2020, nas condições iguais antes da 7ª alteração ao RECI: taxa de juro 0% e custos da garantia mútua suportada pelo Portugal 2020.

 

Implica que vão existir duas avaliações do projeto de investimento a ocorrerem em simultâneo: Organismo Intermédio (OI) do Portugal 2020 e a Instituição de Crédito  protocolada e seleccionada pelo Promotor.

 

É importante referir que, se a IC não aprovar a componente reembolsável, toda a candidatura é considerada não elegível. A Banca vai ter por isso um papel chave, já que vai ser através dela que as PME terão acesso ao Incentivo Reembolsável, havendo a expectativa de maior rigor na avaliação da componente financeira das empresas e dos projetos de investimento, pelo que o recurso a consultores sérios e idóneos será recomendado.

 

Para as Grandes Empresas (GE) foi reduzida a taxa base de apoio (para 15% ou 25% se o investimento se localizar em Território de Baixa Densidade), mas a grande novidade é que o apoio é todo sobre a forma de Incentivo Não Reembolsável, “à cabeça”. As GE não têm direito à componente do Incentivo Reembolsável, pelo que não é requerida a análise da IC.

 

Para as empresas com Registo de Pedido de Auxílio (AAC 16/SI/2018), vai existir um prazo intermédio – 31/01/2019 – em que os promotores que submeterem a candidatura SI-Inovação Produtiva ao AC 31/SI/2018 até esta data, terão a candidatura avaliada mais rapidamente (60 dias úteis) e vai sendo apoiado até que se esgote 30% da Dotação Orçamental prevista para cada aviso.

 

Estamos disponíveis, como sempre, para o ajudar na sua candidatura, pelo que não nos deixe de contactar, sendo vital começar-se a trabalhar o mais cedo possível, pois o processo é mais complexo, temos uma entidade avaliadora extra (Banca) e tendo estado o SI-Inovação Produtiva fechado muitos meses, serão várias as candidaturas concorrentes.

Aviso de Abertura de Concurso (AAC) nº32/SI/2018 do SI-Internacionalização PME:

Igualmente publicado ontem, dia 11 de dezembro de 2018, o AAC 32/SI/2018 relativo ao SI-Internacionalização de PME estará aberto até ao dia 8 de fevereiro de 2019, com financiamento (Incentivo Não Reembolsável – INR, portanto, a fundo perdido) de:

→ 53 M€ no total do financiamento do INR;

→ Dos quais, 13,3 M€ dedicados para os Territórios de Baixa Densidade;

→ Dos 53 M€:

· 20 M€ são para o POCI (Médias Empresas com investimentos localizados nas Regiões Norte, Centro ou Alentejo, bem como investimentos em multiregiões);

· 5 M€ para o PO Norte (Micro e Pequenas Empresas com investimentos localizados na Região Norte);

· 7,5 M€ para o PO Centro (Micro e Pequenas Empresas com investimentos localizados na Região Centro);

· 15 M€ para o PO Lisboa (PME com investimentos localizados na Região Lisboa);

· 5 M€ para o PO ALentejo (Micro e Pequenas Empresas com investimentos localizados na Região do Alentejo);

· 0,5 M€ para o PO Algarve (PME com investimentos localizados na Região do Algarve).

Note-se que este AAC 32/SI/2018, entre outras condições de acesso do promotor e do investimento, é de acesso restrito às PME que são “Novas Exportadoras, ie, que possuem uma taxa de exportações em 2017 (ano pré-projeto) inferior a 15%.

 

Esta restrição era mais ou menos esperada, tendo em conta que até setembro passado esteve aberto um AAC para as PME já exportadoras (com taxa de exportação superior a 15% em 2017).

 

Tal como nesse aviso passado, o AAC 32/SI/2018 dá especial relevo às empresas que tenham road-map de e-commerce e o reflitam no investimento elegível proposto em candidatura.

 

A Multisector tem um registo invejável de sucesso na aprovação de candidaturas SI-Internacionalização de PME no Portugal 2020: 94% de taxa de sucesso em número de candidaturas aprovadas e igualmente 94% de taxa de sucesso no investimento elegível face ao investimento proposto; em candidaturas que no total representaram mais de 20 M€ de investimento elegível e 9 M€ de incentivo a fundo perdido aprovado. A média do Mérito do Projeto (MP) das candidaturas aprovadas foi 4,27 pontos em 5 possíveis (máximo).

 

Por isso não nos deixe de contactar, e rapidamente, pois passadas as festas natalícias e de fim do ano, sobram 5 semanas até ao dia 8 de fevereiro.

 

Rui Fradinho
Gestão Empresarial

CONTROLO DE GESTÃO E NEGÓCIOS INTELIGENTES

Controlo de Gestão e Negócios Inteligentes” foi o tema do workshop realizado no dia 27 de Novembro na AIP – Associação Industrial Portuguesa, no âmbito do projeto conjunto P&P – People & Performance que tem por objetivo apoiar as PME na sua (re)Formulação Estratégica e na implementação de um modelo avançado de Controlo de Gestão e de Avaliação de Desempenho.

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O evento teve a duração de 8 horas e contou com 16 participantes, provenientes de 6 empresas aderentes ao projeto, ligadas a áreas diversas, desde a indústria, serviços de saúde passando ainda pelo desenvolvimento de software.

 

No âmbito deste ciclo de workshops nacionais, a Multisector irá repetir este evento em conjunto com a AIP, no próximo dia 6 de Dezembro no Porto e abordará os seguintes temas:

Controlo de Gestão Inteligente – Metodologias e rotinas de gestão de indicadores de controlo de gestão

→ Pensar Melhor – Técnicas de Avaliação e otimização do modelo de negócios

→ Fazer Melhor – Técnicas de custeio e cálculos de rentabilidades

→ Pessoas no seu Melhor – Técnicas de avaliação de desempenho para maximização de performances

→ Vender Melhor – Metodologias de desenvolvimento dos canais de Vendas & Marketing

CCG – CENTRO DE COMPUTAÇÃO GRÁFICA CELEBRA 25 ANOS

O Centro de Computação Gráfica – CCG celebrou o 25º aniversário nos dias 22 e 23 de Novembro, nas suas instalações no Campus de Azurém da Universidade do Minho, em Guimarães, com uma série de dinâmicas que demonstram a importância deste centro para a inovação nacional. Para assinalar esta caminhada de sucesso em prol da Investigação e Desenvolvimento Tecnológico, o CCG reuniu todo um ecossistema de inovação tecnológica, para partilha de conhecimento e experiências, no qual a Multisector participou activamente.

 

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No dia 22 decorreram as Jornadas Tecnológicas, com a discussão de vários tópicos tecnológicos do momento e a apresentação das tecnologias desenvolvidas no CCG, assim como foi apresentada a visão de futuro do CCG para 2025.

 

Já no dia 23, além de um Open Day, a parte da tarde teve como destaque um painel de debate sobre a Transferência de Tecnologia e o papel dos CIT (Centros de Interface Tecnológicos), com a presença de representantes de CIT, Universidades e Associações Industriais nacionais e internacionais.

 

Veja o debate neste link, com intervenção da Multisector a partir do 1:57:00.

 

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Para fechar as comemorações realizou-se uma sessão solene, onde para além de individualidades com papel ativo na história do CCG, estiveram presentes o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, o Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, assim como o Reitor da Universidade do Minho.

 

Foram também entregues os galardões dos Prémios Inovação do CCG às empresas mais inovadoras, seleccionadas por um Júri na qual a Multisector também fez parte. Foi ainda apresentado o novo vídeo institucional do CCG e um livro de registo dos 25 anos de história desta instituição.

 

A empresa galardoada com o Prémio Produto Inovador 2018 CCG foi a Neadvance, Machine Vision, SAcom o seu produto URBAN PROBE”, tendo-lhe sido atribuídas 50 horas de consultoria técnica.

 

Já relativamente aos Prémios Ideia Inovadora CCG 2018, os vencedores foram as startups ADAPT4YOU, ARQI e a SHAPE, que arrecadaram 3.000€, 2.000€ e 1.000€, respetivamente, além de uma bolsa de horas de consultoria técnica para apoiar no desenvolvimento da ideia premiada.

 

Os prémios Ideia Inovadora 2018 e Produto Inovador 2018, promovidos pelo CCG, têm o cofinanciamento do Norte2020 e estão enquadrados no contexto do projecto SIAC de transferência de conhecimento científico e tecnológico  (co)desenvolvido e (co)gerido pela Multisector.

 

João C. Soares
Dept. Estratégia e Desenvolvimento

SIFIDE 2016 | RESULTADOS DAS CANDIDATURAS

A Multisector congratula os seus clientes e colaboradores pela excelente qualidade dos projetos apresentados no ano passado no âmbito do Sistema de Incentivos Fiscais à I&D Empresarial (SIFIDE) relativo ao ano fiscal de 2016.

 

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Os resultados obtidos atestam a crescente qualidade das atividades de Investigação e Desenvolvimento que o nosso tecido empresarial tem vindo a desenvolver:

 

→ 93% das candidaturas que submetemos foram bem sucedidas

→ 85% do investimento candidatado foi aprovado

→ 75% das candidaturas submetidas tiveram o benefício fiscal candidatado 100% aprovado

 

Estes resultados traduzem-se em mais de 4,2 M€ de Benefício Fiscal aprovado para os nossos clientes referentes ao Sifide2016.

Fale connosco e faça parte destes excelentes resultados!

RFAI | 6 RAZÕES PARA NOS CONTRATAR

O RFAI – Regime Fiscal de Apoio ao Investimento é um benefício fiscal que permite às empresas (sujeitos passivos de IRC) deduzirem, à sua coleta apurada, uma percentagem do investimento realizado em ativos não correntes (tangíveis e alguns intangíveis), os quais deverão ter permitido criar emprego.

 

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O objetivo político é contribuir para a revitalização da Economia Nacional, por via da concessão de Benefícios Fiscais ao Investimento. O objetivo prático é premiar as empresas – que fizeram investimentos produtivos em ativos não correntes e daí decorrentes criaram emprego –, com um benefício fiscal de dedução à coleta de IRC.

É um benefício fiscal que não está disponível para todas as empresas, existindo além das condições de elegibilidade do promotor (sujeito passivo de IRC) e do projeto, restrições quanto às atividades económicas elegíveis, localizações dos investimentos e dimensão das empresas, mas também de limites quanto à natureza e tipologia dos investimentos.

O tema parece, à primeira vista, simples e fácil: investimento produtivo realizado e cálculo do Benefício Fiscal…

Contudo, não é bem assim, e apresentamos de seguida as 6 principais razões pelas quais, do nosso ponto de vista, as empresas devem contratar consultores especialistas para poderem concretizar com sucesso as suas candidaturas ao RFAI:

#1 

Legislação tem vindo a ser alterada e está disseminada: decretos-leis, leis, portarias, despachos. Não apenas referente ao Código Fiscal do Investimento (CFI) onde se insere o RFAI, mas também do IRC e do preenchimento do Anexo D (benefícios fiscais) do Mod.22.

#2

Linguagem complexa, com vários conceitos, definições e termos próprios, nem sempre simples de apreender, perceber e enquadrar em cada caso. Por exemplo:

→ “projeto de investimento distinto” versus “projeto de investimento único”;

→ “investimento realizado”;

→ “investimento inicial”;

→ “aplicações relevantes”;

→ “controlo comum”;

→ “empresas parceira” e “empresa associada”;

→ “taxa de atualização”;

→ “limites máximos aplicáveis aos auxílios estatais com finalidade regional”;

→ “incentivos financeiros”;

→ “incentivos fiscais”;

→ Definição de PME;

→ Nomenclatura de Unidade Territorial (NUT).

#3

Supletivamente, a existência de vários limites, “se”, dúvidas:

→ Todas as atividades económicas são elegíveis?

→ Todas as empresas da Região da Grande Lisboa podem concorrer?

→ Quais os casos de aplicação / restrições quando se tratam de Grandes Empresas?

→ Aplicações relevantes mínimas face às tipologias do investimento produtivo;

→ O investimento em software é elegível?

→ Aplicação da percentagem para apuramento da dedução à coleta de IRC, com ou sem a majoração pela dimensão definida nos “limites máximos aplicáveis aos auxílios estatais com finalidade regional”?

→ Os limites máximos aplicáveis aos auxílios estatais com finalidade regional aplicam-se ano a ano ou em conjunto função da tipologia do projeto de investimento?

→ Como considerar no cálculo do RFAI os apoios aos mesmos investimentos provenientes de outras fontes estatais?

→ O que pode passar para crédito fiscal por insuficiência de coleta no período de tributação em análise?

→ Durante quanto tempo?

→ Como é que isso afecta o cálculo do RFAI para o período seguinte?

→ Que taxa de atualização utilizar?

→ Reportada a que período?

→ As empresas têm de pagar sempre 10% da coleta de IRC ou o RFAI constitui exceção?

#4

A par disso, o que formaliza esta candidatura? Que documentos / elementos devem constar do “Dossier Fiscal”? É preciso alguma parte de texto de enquadramento dos investimentos realizados? O “Dossier Fiscal” deve ser enviado ou basta tê-lo e só o mostrar / enviar se for requerido pelas autoridades competentes?

#5

Como preencher corretamente os vários campos dos Quadros 078, 078-A1, 078-A2 e 078-A3 do Anexo D do Mod.22, de modo a não ter problemas com a Autoridade Tributária (AT)?

#6

Posso conjugar / acumular os investimentos do RFAI com outras tipologias de benefícios fiscais ao investimento? Se sim, quais e como?

São estas, do nosso ponto de vista, algumas das dificuldades que as empresas irão encontrar para conseguirem concretizar com sucesso uma candidatura ao RFAI. Pela sua  especificidade em termos de especialidade – técnica, linguística, de formalismo associado –, estas candidaturas devem ser colocadas nas mãos de especialistas.

Se fez investimento produtivo não deixe passar esta oportunidade de aproveitar os benefícios fiscais ao investimento RFAI. Mas aposte na contratação de especialistas.

A Multisector tem este know-how e está disponível para fazer uma pré-avaliação de enquadramento sem custos, sendo que se houver quórum para avançarmos, apresentar-lhe-emos uma proposta de serviços.

 

RUI FRADINHO
Gestão Empresarial

MULTISECTOR MARCA PRESENÇA EM EVENTOS

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GALA ATIVAR IPVC BUSINESS AWARD

A Multisector foi convidada para a Gala ATIVAR IPVC  Business Award que teve lugar no passado dia 19 de outubro no Centro Cultural de Viana do Castelo. Neste evento foram distinguidas empresas do Alto Minho em diversas categorias. A lista de vencedores foi:

 

Minho Fumeiro | Inovação Produto

→ João Carlos Costa Diagnóstico por Imagem | Inovação Processo

→ Hotel FeelViana Inovação Marketing

 Sanitop | Inovação Organizacional

→ Casa Peixoto | Prémio Carreira

 Omatapalo, S.A. | Internacionalização

→ Quinta dos Fumeiros | Empreendedorismo Feminino

 António Camelo | Prestígio

→ Caixa Crédito Agrícola Mútuo do Noroeste | Instituição Mérito Regional

 ArtBeer Fest | Evento do Ano

→ Novo Rumo a Norte | Projeto do Ano

→ Lúcio Afonso – Aviários e Agro-Pecuária | Carreira Associativismo

 

Os quatros primeiros prémios foram atribuídos no âmbito do projeto ATIVAR IPVC. Este projeto, tem como objetivo a disseminação de boas práticas nos diversos domínios da inovação, como também a intensificação da interação do Instituto Politécnico de Viana do Castelo com o tecido empresarial da região, assente na transferência de tecnologia e conhecimento. A Multisector é parceira no desenvolvimento das diversas atividades de reforço das relações entre as empresas e o IPVC. Se estiver interessado em mais informação contacte-nos.

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MULTISECTOR PATROCINA LIONS MISSION’18 – 60 BOLSAS DE ESTUDO ATRIBUÍDAS

No passado dia 20 de Outubro, o Lions Club de Braga (LCB) realizou um Jantar de Gala no Colunata (Bom Jesus) com o objetivo de angariar fundos para a iniciativa Lions Mission’18.

 

A Multisector não poderia deixar de estar presente, na qualidade de patrocinador, neste evento que contou com a presença de +250 pessoas, entre empresas patrocinadoras e benfeitores. O resultado desta ação solidária, foi a atribuição de 50 bolsas de estudo para estudantes da Universidade do Minho e mais 10 bolsas para estudantes da Universidade Católica de Braga, cada uma delas no valor de 1.000€.

CENTRO DE COMPUTAÇÃO GRÁFICA (CCG) – 25 ANOS

De centro de investigação a Innovation Hub no domínio dos Sistemas e Tecnologias de Informação

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Nos próximos dias 22 e 23 de novembro, o CCG irá comemorar os seus 25 anos de existência, através de uma série de iniciativas que apresentam uma viagem ao passado, presente e futuro da sua atividade, em paralelo com as tendências de desenvolvimento dos domínios de investigação onde o CCG atua.

Para assinalar a trajetória de sucesso iniciada em 1993 em prol da Investigação e Desenvolvimento Tecnológico, o CCG pretende reunir toda a comunidade e individualidades que, de forma direta ou indireta, participaram nesta caminhada.

As celebrações contarão com um programa eclético, especialmente dedicado às empresas e aos restantes agentes e dinamizadores do ecossistema da inovação nacional, com os seguintes destaques:

 

22 de Novembro →  Jornadas  tecnológicas, nos domínios tecnológicos do CCG: presente e FUTURO (2025);

→ 23 de novembro →  Open Day e Exposição de Protótipos e Demos;

 23 de novembro   Sessão Solene, com honras de Ministro da Ciência e Tecnologia.

 

Um dos momentos mais esperado deste evento será a apresentação das tendências de desenvolvimento das áreas de atuação do CCG até 2025. Será uma excelente oportunidade para as empresas obterem conhecimento especializado para a definição dos seus roads maps estratégicos para o curto/médio prazo, assim como identificar oportunidades de colaboração com o CCG.

 

O programa detalhado do evento pode ser consultado em http://25anos.ccg.pt onde podem também confirmar a presença que é gratuita, mas sujeita a inscrição prévia.

 

Este evento integra um plano de ação estratégico de dinamização de atividades de transferência de tecnologia e conhecimento gerido com a colaboração da Multisector.

PORTUGAL, NA BATALHA TECNOLÓGICA CONTRA O CANCRO

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Sendo Outubro o mês dedicado ao cancro da mama, e à sensibilização para este problema, aproveitamos esta oportunidade para dar a conhecer 6 projetos que evidenciam de que forma a investigação em Portugal se encontra bem posicionada naquilo que são inovações associadas à Deteção/ Diagnóstico Precoce e ao Tratamento e Monitorização de doenças oncológicas.

– Deteção / Diagnóstico Precoce

Cancro da mama – No âmbito do projeto NanoSTIMA, o INESC TEC publicou um novo método para diagnóstico desta doença. Recorrendo ao uso de Redes Neuronais Convolucionais, a equipa propôs um método inovador na classificação de imagens obtidas em biópsias da mama.

 

Cancro do colo do útero – Em parceria com a Fraunhofer Portugal, o INESC TEC iniciou recentemente um novo projeto de investigação que através da combinação de métodos de triagem convencionais (como a Citologia em Base Líquida e a colposcopia) com tecnologias de visão computacional e machine learning. O objetivo passa pela obtenção de um sistema de apoio à decisão, que possa ser facilmente integrado no fluxo de trabalho clínico existente.

 

Cancro do ovário – O Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia de Braga (INL) é o representante português de um projeto internacional que está a desenvolver uma tecnologia portátil onde, através de um marcador de plasma, permite detetar a doença em poucos minutos.

 

Cancro – Fruto de uma parceria entre Instituto Superior Técnico de Lisboa e o Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores (Porto) surgiu o projeto MagCyte que promete inovação no diagnóstico precoce do cancro. Através de uma amostra de sangue, e recorrendo às potencialidades da nanotecnologia e da microfluídica, esta tecnologia deteta células tumorais circulantes (as células tipicamente responsáveis pelo aparecimento de metástases), permitindo o diagnóstico de cancro até 4 anos antes de este ser diagnosticável pelos métodos atuais de imagiologia.

– Tratamento e Monitorização

Cancro da mama / Tumores Raros – A Treat U (empresa do Grupo Bluepharma) tem dado cartas com a PEGASEMP™, uma nanopartícula capaz de transportar um fármaco e entregá-lo especificamente no interior das células tumorais, evitando os órgãos saudáveis. Com resultados promissores ao nível do cancro da mama e também em tumores raros como o mesotelioma, pretende prevenir os efeitos secundários associados à quimioterapia e aumentar a eficácia terapêutica.

 

Cancro da Bexiga – O projeto Uromonitor® desenvolvido por um grupo de investigadores do IPATIMUP e que já se encontra no mercado é uma tecnologia não invasiva que permite monitorizar a reincidência do cancro da bexiga. Baseado na análise de uma amostra de urina do doente, tem como objetivo auxiliar a atual citologia de urina que tem uma sensibilidade particularmente baixa em tumores reduzidos.

 

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A oncologia médica é uma especialidade que tem merecido um grande destaque naquilo que é atividade de I&D no setor da saúde. São vários os avanços alcançados na procura de soluções para suporte ao diagnóstico e tratamento do cancro, sendo que a atividade de investigação nacional, tem uma presença relevante nesses sucessos. Muitos destes projetos são realizados em consórcio com outras entidades nacionais ou europeias e apoiados por fundos comunitários, através de programas nacionais e/ou europeus direcionados para o investimento à I&D. Se tiver uma ideia ou um projeto para o qual procura parceiros e/ou incentivo financeiro para o realizar, pode contar com a nossa experiência para encontrar a medida de apoio e os parceiros mais indicados para o desenvolver.

 

Carla Ribeiro
Consultora de I&D

STRATEGY & INTELLIGENCE

Estratégia e Controlo de gestão para PME

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Gerir nunca foi tão desafiante como nos dias de hoje. As PME estão agora num mercado mais complexo onde urge inovar os métodos e as técnicas de gestão para fazer frente aos DESAFIOS, mas não menos importante, agarrar as OPORTUNIDADES advindas deste mercado mais global e mais tecnológico.

 

Strategy & Intelligence é um serviço de metodologia própria Multisector, desenvolvida ao longo de anos de experiência no apoio às PME no domínio da inovação de gestão.

 

Uma metodologia construída para PME: incisiva, descomplicada e acessível.

 

Um serviço com uma abordagem única:

· MULTIDISCIPLINAR: envolvência de uma equipa de consultores de diferentes backgrounds (estratégia, finanças, engenharia, etc.);
· MULTIFUNCIONAL: impacto transversal em cada uma das áreas funcionais (administrativo financeiro, comercial, produção, etc.);
· MODELAR: com um plano de ação construído à medida de cada empresa e que leva em consideração a natureza dos negócios e as urgências de intervenção.

 

Depois de um processo Strategy & Intelligence, a empresa pode contar com um conjunto ferramentas de gestão construídas à medida, como por exemplo:

Plano estratégico;
→ Mapa de monitorização de KPI;
→ Modelo de governação;
→ Ferramenta de custeio e pricing;
→ Sistema de avaliação de desempenho;
 Metodologia de atribuição de prémio;
→ Mapa de competências;
→ Plano de Marketing e Vendas;
→ Estudos de viabilidade;
 Custeio de produtos e serviços;
→ Entre outras…

 

O nosso conhecimento permite ainda refletir os resultados destes trabalhos em requisitos de sistemas de informação e gestão, contribuído de forma eficaz para a digitalização do negócio.

 

Mas o impacto deste serviço vai muito além destes entregáveis, o processo de implementação de Strategy & Intelligence exige uma reflexão profunda da empresa sobre todos os níveis da gestão (topo, intermédia e operacional), uma responsabilização de toda a estrutura da empresa pela sua performance e uma gestão mais fluída e saudável para os responsáveis.

 

SEM COMPROMISSO, estamos a oferecer uma reunião de avaliação com a nossa equipa, e o desenvolvimento um plano de ação adaptado à sua empresa.

 

Entre em contacto connosco e conheça o que os serviços de Strategy & Intelligence têm para oferecer ao seu negócio.

 

Mais informação aqui!

Veja o nosso vídeo teaser aqui!

NÚCLEOS DE I&D PARA PME

CANDIDATURAS ATÉ 30 NOVEMBRO

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O Aviso n.º 30/SI/2018 – SI I&DT Núcleos de I&D visa apoiar as PME a dotarem-se de uma unidade estruturada e organizada para a prática da atividade de I&D, através da criação ou reforço de competências dentro de portas para gerar novos conhecimentos técnico-científicos em prol da Inovação dos seus produtos e serviços, condição essencial para que estas possam crescer e se tornarem competitivas.

 

O concurso aplica-se a todas as regiões NUTS II do Continente, com uma taxa máxima de incentivo de 50% com excepção de Lisboa, cuja taxa é de 40%. Porém, não é admitido que num mesmo projeto existam investimentos localizados em diferentes regiões.
Esta medida de incentivo não reembolsável tanto pode ser usada por Startups como por PME já com vários anos de existência que procurem apoio para investir em atividades de I&D, podendo para o efeito contratar 3 quadros técnicos com formação superior e/ou altamente qualificados (durante 2 anos) e obter apoio para implementar boas práticas na sua empresa em matéria de Investigação e Inovação. No caso de empresas com vários anos de existência e que tenham beneficiado deste instrumento, é uma excelente oportunidade para reforçar as suas competências internas em novas áreas de conhecimento, através da criação de novas unidades estruturas de I&D no seio da empresa.

 

São igualmente despesas elegíveis: equipamento, software, consultoria, assistência técnico-científica, certificação SGIDI, adaptações de edifícios e instalações.
Não adie mais o seu projeto, contacte-nos!