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SI2E ABRIU + 5 CONCURSOS EM AGOSTO – NORTE E LISBOA

MS-SI2E-NEWS

 

O SI2E (Sistema de Incentivos ao Empreendedorismo e ao Emprego) abriu cinco concursos neste mês de Agosto, quatro para a Região Norte e um para a Região de Lisboa, para apoiar a criação de valor e de emprego para pequenos empreendedores, micro e pequenas empresas.

Estes projetos podem ter um investimento máximo até 235 mil euros e obter incentivo a fundo perdido de 30% a  50% do investimento (60% para territórios baixa densidade). Uma das principais vantagens trata-se de poder incentivar a criação de novos postos de trabalho através da atribuição de um incentivo concedido até  15 meses, ou até 18 meses para territórios de baixa densidade. O valor limite mensal é de 421,32 euros (IAS).

Para Região Norte foram lançados os seguintes concursos:

→ SI2E – COMUNIDADE INTERMUNICIPAL DO AVE

Data de início: 29-08-2017 | Data de encerramento: 30-11-2017

Área geográfica de aplicação: NUTS III AVE, da Região Norte. (Cabeceiras de Basto, Fafe, Guimarães, Mondim de Basto, Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho, Vila Nova de Famalicão, Vizela)

→ SI2E – ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO RURAL DE BASTO (PROBASTO)

Data de início: 30-08-2017 | Data de encerramento: 30-11-2017

Área geográfica de aplicação: Totalidade dos Concelhos de Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Mondim de Basto e Ribeira de Pena.

→ SI2E – GAL – ASSOCIAÇÃO DOURO HISTÓRICO (ADH)

Data de início: 29-08-2017 | Data de encerramento: 29-12-2017

Área geográfica de aplicação: Totalidade das freguesias dos concelhos de Alijó, Mesão Frio, Murça, Peso da Régua, Sabrosa, Santa Marta de Penaguião e Vila Real.

→ SI2E – GAL – BEIRA DOURO

Data de início: 21-08-2017 | Data de encerramento: 30-11-2017

Área geográfica de aplicação: Nos seguintes concelhos do território de abrangência do GAL Beira Douro: Armamar, Lamego,Moimenta da Beira, Penedono, São João da Pesqueira, Sernancelhe, Tabuaço e Tarouca.

 

No caso da Região de Lisboa o concurso SI2E – GAL A2S (Rural) encontra-se aberto até 30 de Novembro de 2017.

A área geográfica de aplicação contempla os concelhos de Loures, Mafra e Sintra nas seguintes freguesias:

LOURES – Freguesias de Intervenção:

Bucelas, Fanhões, Lousa, UF Santo Antão e São Julião do Tojal

MAFRA – Freguesias de Intervenção:

Carvoeira, Encarnação, Mafra, Milharado, Santo Isidoro, UF Azueira e Sobral da Abelheira, UF Enxara do Bispo, Gradil e Vila Franca do Rosário, UF Igreja Nova e Cheleiros, UF Malveira e São Miguel de Alcainça, UF Venda do Pinheiro e Santo Estêvão das Galés

SINTRA – Freguesias de Intervenção:

Colares, UF Almargem do Bispo, Pêro Pinheiro e Montelavar, UF São João das Lampas e Terrugem

 

Para mais informações sobre o SI2E faça download da nossa ficha resumo, ou contacte-nos.

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NOVO PRAZO APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS NÚCLEOS I&D

Foi adiado para 29 de Setembro o prazo para a apresentação de candidaturas na tipologia Núcleos de I&D, em co-promoção.

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Os projectos submetidos nesta tipologia, deverão permitir às empresas, de forma colaborativa, ou empresas e entidades do sistema cientifico nacional, criar novos núcleos de investigação e desenvolvimento, orientados para novas áreas tecnológicas e permitir a definição de estratégias conjuntas, de médio e longo prazo, para a I&DT.

 

Estes projectos permitem às empresas criar ou reforçar a sua capacidade de I&DT através da exploração de sinergias e partilha de conhecimento e infraestruturas.

 

Saliente-se que nestes projectos, as despesas com certificação de infraestruturas de I&DT e formação de técnicos especializados são elegíveis.

Consulte a republicação do aviso aqui.

 

Para mais informação sobre esta tipologia faça download da ficha resumo, ou contacte-nos.

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IFRRU 2020 – FINANCIAMENTO PARA APOIAR INVESTIMENTOS EM REABILITAÇÃO URBANA

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O IFRRU 2020 é um instrumento financeiro para apoio à reabilitação e revitalização urbanas, incluindo a promoção da eficiência energética. Trata-se de um fundo criado no âmbito do Portugal 2020 que é financiado pelos Programas Operacionais Regionais, pelo Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos, bem como  instituições financeiras europeias, designadamente o  Banco Europeu de Investimento (BEI) e o Banco de Desenvolvimento do Conselho da Europa (CEB).

 

Este fundo, criado para a reabilitação urbana, e que pode ser complementado com ações para a melhoria da eficiência energética de edifícios, possui aproximadamente 1,4 mil milhões de euros, dos quais cerca de 50% correspondem a fundos públicos.

Quais as intervenções a que este instrumento se dirige?

 

Intervenções de reabilitação integral de edifícios com idade igual ou superior a 30 anos (ou, no caso de idade inferior, que demonstrem um nível de conservação igual ou inferior a 2, correspondendo às classificações de “mau” ou “péssimo” estados de conservação de acordo com o Decreto-Lei n.º 266-B/2012, de 31-12), nomeadamente aqueles destinados à habitação,  equipamentos de utilização coletiva, ou atividades económicas como comércio, serviços ou turismo. Adicionalmente deverão estar localizados dentro de uma Área de Reabilitação Urbana (ARU), em zonas ribeirinhas, centros históricos ou zonas industriais abandonadas.

 

 

Quais as entidades envolvidas?

 

No seguimento de um concurso público internacional lançado para o efeito, foram escolhidas as quatro entidades gestoras (Santander Totta, BPI, Millennium BCP e o Banco Popular) que disponibilizarão produtos financeiros sob a forma de empréstimos em condições de financiamento mais favoráveis (taxas de juro mais baixas, maturidades e períodos de carência superiores).

 

Os apoios também poderão tomar a forma de concessão de garantias a custo reduzido, sendo a entidade gestora selecionada – o Fundo de Contragarantia Mútuo.

 

Resumidamente o IFRRU 2020 apoia projetos sob duas formas (não acumuláveis):

 

→ Empréstimos – concedidos pelas entidades financeiras selecionadas para gestão dos apoios IFRRU 2020, com maturidades até 20 anos, períodos de carência equivalentes ao período do investimento + 6 meses (máx. 4 anos) e taxas de juro abaixo das praticadas no mercado para investimentos da mesma natureza.

→ Garantias – associadas a empréstimos concedidos pelas mesmas entidades financeiras selecionadas, destinando-se a projetos que não dispõem de garantia bastante.

Quais as despesas apoiadas?

 

Aquelas que são relativas às obras de reabilitação e às medidas de eficiência energética, destacam-se:

Realização de estudos, planos, projetos, atividades preparatórias e assessorias diretamente ligados à operação;

Trabalhos de construção civil e outros trabalhos de engenharia;

Fiscalização, coordenação de segurança e assistência técnica;

Testes e ensaios;

Revisões de preços decorrentes da legislação aplicável e do contrato, até ao limite de 5% do valor elegível dos trabalhos efetivamente executados;

Aquisição de serviços de execução de operação de cadastro predial do prédio ou prédios em que incide a operação;

Aquisição de edifícios e terrenos, construídos ou não construídos, entre outras.

 

 

O Processo de Candidatura ao IFRRU 2020:

 

O pedido/acesso ao financiamento para projetos de reabilitação urbana é feito na página do Portal da Habitação, sendo exigidos três requisitos:

→ Obtenção de parecer de enquadramento da operação pela Câmara Municipal,

→ Obtenção do certificado energético,

→ Preparação do pedido de financiamento a apresentar aos bancos selecionados.

 

Quanto ao pedido de financiamento e no caso de o projeto prever a exploração económica do imóvel, é necessário apresentar um estudo de viabilidade económico-financeira devidamente fundamentado que comprove que o projeto é viável e que a atividade financeira gera recursos suficientes para cumprir com o serviço da dívida nas condições deste programa.

 

Aceda ao folheto síntese aqui e consulte a apresentação detalhada do IFRRU 2020 aqui!

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I&DT E O PT2020 DEPOIS DAS FÉRIAS

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No passado dia 12 de Agosto foi publicado no Jornal Expresso, um artigo que resultou de uma reflexão conjunta de representantes de 7 consultoras das áreas da inovação e I&DT, e a jornalista Joana Nunes Mateus, no qual foram propostas “10 ideias para desbloquear os fundos à investigação e desenvolvimento tecnológico. A Multisector esteve lá.

No seu conjunto, estas consultoras representam 8% do total de candidaturas a este incentivo, tendo se obtido um amplo consenso quanto aos problemas enfrentados na implementação do Portugal 2020 no que se refere à I&DT.

Tratou-se de uma iniciativa bastante elucidativa e construtiva, que resultou na formulação de potenciais soluções para melhorar a operacionalização de um dos programas que maior impacto tem na competitividade da economia nacional – o sistema de incentivos à Investigação e Desenvolvimento Tecnológico.

Abaixo, resumem-se aquelas que foram as propostas que resultaram deste encontro:

1.

Definir e cumprir um calendário anual referente às datas de abertura dos concursos para a apresentação de candidaturas pata projetos I&DT empresarial.

2.

Abrir dois concursos anuais, para cada tipologia de projetos de I&DT previstos no PT2020 – projetos I&DT, projetos I&DT demonstradores, projetos núcleos I&DT e projetos mobilizadores, realizados pelas empresas individualmente ou realizados por um consórcio (co-promoção).

3.

Saber se entra ou não. Efetuar uma pré-avaliação mais célere e objetiva do enquadramento de cada projeto nas estratégias regionais e nacionais de investigação e inovação para uma especialização inteligente (RIS3).

4.

Desenvolver mecanismos apropriados para excluir automaticamente da plataforma electrónica de submissão de candidaturas ao PT2020, os projetos que não cumpram os requisitos quantitativos previstos no RECI (são exemplo: a autonomia financeira, a dimensão do investimento, o financiamento).

5.

Melhorar os formulários de candidatura dos projetos de I&DT. A forma como são apresentadas as candidaturas deveria ser, tanto quanto possível, similar, independentemente da entidade (IAPMEI/ANI) que avalia as candidaturas ou tipologias de projeto em causa.

6.

Criar mecanismos de penalização dos organismos do PT2020, quando não se verifique o cumprimento dos prazos definidos para a análise das candidaturas, por exemplo, através da redução de verbas ou passando-se a prever que em caso de não cumprimento dos prazos estipulados, as candidaturas sejam consideradas liminarmente aprovadas.

7.

Concentrar as competência de avaliação das candidaturas na ANI ao invés da atual distribuição entre ANI e IAPMEI, ficando num só organismo a tarefa de análise e avaliação de todos os projetos de I&DT empresarial.

8.

Reforçar o pessoal técnico qualificado para diminuir o atraso na avaliação dos projetos e aumentar a sua eficiência.

9.

Perguntar em caso de dúvida durante a análise de candidatura, poderá evitar uma decisão desfavorável e a apresentação de alegações contrárias. Um pedido prévio de esclarecimento deverá existir para que as decisões sejam mais fundamentadas.

10.

Certificar, regular e avaliar o papel dos consultorese prever a elegibilidade das suas despesas, uma vez que os empresários recorrem a estes serviços para apoiar a elaboração e submissão das suas candidaturas. Deverá igualmente ser criada uma bolsa de entidades com idoneidade reconhecida para a consultoria nesta área, sendo necessário que os técnicos das entidades sejam submetidos a um processo de formação/acreditação, gerido pela ANI.

 

Caso deseje ler o artigo na íntegra visite o link que consta abaixo:

http://leitor.expresso.pt/library/expresso/semanario2337/economia/temas/10-ideias-para-desbloquear-os-fundos-a-investigacao-e-desenvolvimento-tecnologico

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APOIOS PARA EMPRESAS ATINGIDAS PELOS INCÊNDIOS DE JUNHO

A tragédia de Pedrógão Grande alertou-nos para a fragilidade de um ecossistema social perante a força de um fogo que levou vidas, alegria e pilares importantes para a sustentabilidade de uma região, que fundamenta o seu desenvolvimento nas pessoas e, também, nas empresas que ali operam.

 

As empresas são sem dúvida um dos meios para permitir que esta região recupere um pouco da sua vitalidade e sare as feridas de forma mais célere.

 

As empresas dos concelhos de Pedrógão Grande, Góis, Figueiró dos Vinhos, Castanheira de Pêra, Pampilhosa da Serra, Sertã e Penela, que sofreram prejuízos diretos com os desmedidos incêndios que deflagraram em meados de Junho, vão contar com apoios de caracter excecional para retomarem a sua atividade regular.

 

Dadas as consequências trágicas e excepcionais destes incêndios, foram tomadas medidas para apoiar as pessoas e empresas afetadas, no sentido de proporcionar uma recuperação mais acelerada e, dentro do possível, uma retoma da normalidade.

 

centro2020

 

As empresas contarão com um fundo de 25 milhões de euros que visa a reposição da atividade produtiva, através da recuperação dos bens materiais destruídos pelos incêndios. Este financiamento conta com uma componente de 85% a fundo perdido, e prevê um adiantamento de 25%, com um limite de 500 mil euros, para que as empresas possam adquirir o material necessário para as obras de recuperação ou equipamentos de produção.

 

O concurso está aberto no Programa Centro 2020  e pretende contribuir também para a manutenção dos postos de trabalho.

 

Estes apoios podem ser usados para comprar máquinas, equipamentos, reconstrução das instalações, grandes reparações, equipamentos informáticos, incluindo o software necessário ao seu funcionamento, serviços de consultoria necessários à implementação do projeto (estudos, diagnósticos, auditorias, planos de marketing e projetos de arquitetura e de engenharia), e material circulante relacionado com o exercício da atividade, que seja imprescindível à execução da operação.

 

A realização destas despesas de investimentos são consideradas elegíveis a partir do dia 24/07/2017.

 

Foi lançada também uma linha de apoio destinada ao restabelecimento das “infra-estruturas municipais básicas”.

 

O Turismo de Portugal por sua vez disponibilizou 3 linhas de apoio para as empresas do setor do turismo, que tenham sofrido danos diretos causados pelos  incêndios, e que estejam localizadas nos concelhos de Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos, Pedrogão Grande, Ansião, Alvaiázere, Arganil, Góis, Penela, Pampilhosa da Serra, Oleiros e Sertã. Saiba mais aqui.

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PAGAMENTOS EM DINHEIRO SÓ ATÉ 3.000 EUROS

Notas

 

Os pagamentos em numerário estão proibidos nas transacções de qualquer natureza que envolvam montantes iguais ou superiores a três mil euros ou de 1.500 euros, sempre que o pagamento seja realizado por pessoas singulares não residentes em território português e desde que não actuem na qualidade de empresários ou comerciantes.

 

No caso de existirem pagamentos fraccionados de uma venda ou prestação de serviços, são somados todos os pagamentos.

 

São excepções à regra as operações com instituições de crédito e sociedades financeiras, as transacções com entidades públicas bem como os pagamentos decorrentes de decisões ou ordens judiciais, que continuam a poder ser feitos em numerário.

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NESTE VERÃO DAMOS OS PARABÉNS À PRIMAVERA

Primavera

 

Com uma relação de amizade de mais de 15 anos, é com grande satisfação que a Multisector congratula a PRIMAVERA Business Software Solutions pelo recente acordo celebrado com o IEFP, para a formação e requalificação tecnológica de pessoas em situação de desemprego. O acordo agora celebrado representa o alargamento, para o âmbito nacional, de uma iniciativa conjunta que as duas entidades já tinham desenvolvido, e que resultou na formação de mais de 6800 estudantes no último ano.

 

Pela parte da Multisector conhecemos bem a sua história. Encontra-se sediada em Braga e é daqui que chega aos seus clientes espalhados por mais de 20 países do mundo. Desde 1993, quando foi pioneira no desenvolvimento das primeiras soluções de gestão para Windows, a Primavera cresceu, ganhou músculo e internacionalizou-se. Conta hoje com mais de 27.000 clientes, 600 parceiros e, antes de celebrar o seu primeiro quartel de existência,  apresenta um volume negócios anual superior a 21 M€. Para a história deste crescimento assinalável e sustentado, a inovação, a tecnologia, a visão e a estratégia, têm cada um desempenhado o seu papel.

 

A Primavera, desde a sua génese, tem apostado consistente e crescentemente no desenvolvimento de I&D e na formação e aposta em quadros especializados, que lhe têm granjeado a oferta inovadora e competitiva com que tem vindo a ser reconhecida além fronteiras, permitindo que mais de 40% do seu volume de negócios resulte hoje da sua actividade internacional.

 

A formação é um assunto que a Primavera BSS tem levado muito a sério, possuindo uma área dedicada a esta vertente – Primavera Academy. Este projecto nasce da visão estratégica de perceber que, mais do que ter um bom produto ou até o melhor produto do mercado, é necessário formar técnicos que possam levar às suas organizações todo o potencial que estes produtos encerram. Deste modo, a Primavera Academy tem vindo revelar-se uma aposta acertada e generosa para quem forma e para quem é formado: os estudantes da Primavera Academy podem contar com uma taxa de empregabilidade de 90%.

 

Enquanto empresa de referência no domínio das soluções de suporte à gestão, são estes os valores, e o valor, que a Primavera levará agora à rede nacional de centros de emprego do IEFP.

 

Parabéns Primavera.

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QUER ENTRAR NO MERCADO INTERNACIONAL E NÃO SABE COMO?

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CONSULTORIA COMERCIAL FOCADA NOS RESULTADOS

 

O Vale Oportunidades de Internacionalização pode ser uma solução para otimizar a sua capacidade comercial nos mercados internacionais.

A Multisector adaptou a sua metodologia de apoio à Internacionalização para que, no âmbito deste concurso, as empresas possam obter um serviço especializado e adaptado à sua realidade com um principal objetivo – VENDER MAIS E MELHOR.

 

Trata-se de uma intervenção focada à capacidade comercial estratificada em 3 fases:

 

1. O QUE INTERNACIONALIZAR

Avaliação rigorosa da oferta da empresa e da sua competitividade para competir no mercado internacional.

Esta avaliação não é apenas um diagnóstico, vai mais além… na proposta de um plano de ação para alavancar a capacidade comercial nos mercados-alvo.

 

2. PARA ONDE INTERNACIONALIZAR

Identificação de mercados-alvo: oportunidades, potencial, otimização do binómio oferta-mercado e diversificação de risco. Como resultado, estabelecem-se os mercados por ordem de prioridade:

Mercados crescentes onde temos oferta adequada

Mercados crescentes onde podemos adequar a oferta

Mercados com potencial onde ainda não estamos

 

3. OPERACIONALIZAÇÃO DA ESTRATÉGIA DE INTERNACIONALIZAÇÃO

Com mercados e oferta definidos é hora de operacionalizar, selecionar canais de comunicação e distribuição, definir a equipa e as ações a desenvolver e definir os objetivos de curto e médio prazo.

 

No final das 3 fases acreditamos que a empresa VENDA MAIS E MELHOR!

 

Neste Verão contacte-nos e saiba se este serviço e concurso são adequados às necessidades de expansão internacional da sua empresa. Estamos disponíveis para apoiar todo o processo, desde o rastreio de elegibilidade, passando pela submissão da candidatura e, posteriormente, na execução do trabalho.

 

Consulte aqui a ficha produto!

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COMO DAR IMPULSO A UM FABRICANTE DE MOLAS?

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A MD Springs resulta da vontade de dar continuidade a um legado familiar, com mais de 30 anos de atividade, na área da fabricação de molas. Atualmente, a empresa está organizada em 3 áreas: Comercial, Administrativa e Produção, às quais estão afetos 8 recursos humanos. Apesar da sua reduzida dimensão, o registo da atividade da empresa é efetuado de forma rigorosa, em virtude da diversidade de produtos.

 

Neste contexto, a produção e o orçamento afirmam-se como atividades críticas para a sustentabilidade da MD Springs. Como tal, a direção decidiu abraçar o desafio de disciplinar a empresa e os colaboradores, recorrendo ao Controlo de Gestão e às vantagens inerentes à sua implementação. Destas vantagens evidencia-se o acesso privilegiado e em real time a informação crucial sobre o desempenho da empresa, passível de ser analisada, e fundamentando a tomada de decisão.

A adoção de um sistema de Controlo de Gestão tem subjacente um impacto transversal à empresa não se focando somente no topo da hierarquia. Aquele está sustentado em registo de informação, cujas fontes são os diversos departamentos que compõem a empresa. Assim, o Controlo de Gestão exige o compromisso e o envolvimento de todos os colaboradores, enquanto stakeholders, em prol da rentabilidade da empresa.

 

Em termos práticos, a implementação do Sistema do Controlo de Gestão na MD Springs traduzir-se-á na adoção de boas práticas em todas as frentes com benefícios imediatos.

 

No departamento administrativo, verificar-se-á uma agilização processual, libertando os recursos humanos implicados para funções de monitorização.

 

Na produção, fomentar-se-á a partilha do know-how produtivo, através da formação on job, elevando as sinergias e a dinâmica decorrentes do trabalho em equipa na sua plenitude. A par desta mudança estrutural, será adotada uma alteração de índole tecnológica, focando-se na gestão da produção. Tal resultará num maior grau de organização, de independência e gestão de tempo intra-departamento, atendendo às prioridades definidas.

O departamento comercial, por um lado, estará munido de informações cruciais para incrementar a sua assertividade na sua infindável missão de efetuar um matching entre a vantagem competitiva da MD Springs e os clientes que efetivamente a valorizam. Por outro lado, será capaz de dar feedback da atividade realizada e, se necessário redefinir o seu target e/ou abordagem.

 

Em suma, o sistema de Controlo de Gestão exige impreterivelmente a existência de drivers como a adequação de ferramentas e o envolvimento dos colaboradores. Assim, a ferramenta, suportada ou não por tecnologias de informação, tem que responder às necessidades identificadas e particularidades da empresa, e os colaboradores deverão oferecer a menor resistência à mudança organizacional que se impõe, levando ao seu envolvimento e responsabilização, como veículos de sobrevivência do sistema de Controlo de Gestão, bem como da sua melhoria contínua.

 

Gostaria de saber mais como a Multisector pode ajudar a sua empresa? Contacte-nos.

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SIFIDE | CANDIDATURAS ATÉ 31 JULHO

SIFIDE

As atividades de I&D realizadas durante o ano de 2016 pela sua empresa ainda podem ser submetidas até 31 Julho.  Este benefício abate à coleta do IRC uma percentagem das despesas com atividades de investigação e desenvolvimento.

 

A Multisector congratula os seus clientes e colaboradores pela excelente qualidade dos projetos apresentados no ano passado no âmbito do Sistema de Incentivos Fiscais à I&D Empresarial (SIFIDE).

Os resultados obtidos atestam a crescente qualidade das atividades de Investigação e Desenvolvimento que o nosso tecido empresarial tem vindo a desenvolver:

 

100,0% das candidaturas que submetemos foram bem sucedidas

90,7% do investimento candidatado nestas candidaturas foi aprovado

 

Estes resultados traduzem-se em mais de 4,7 M€ de Benefício Fiscal para as empresas.

 

 Fale connosco e faça parte destes excelentes resultados!

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