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PORTUGAL: A TRANSFORMAÇÃO DIGITAL

A estratégia da União Europeia (EU) para a indústria, adoptada em abril de 2016, visa reforçar a competitividade nas tecnologias digitais e garantir que qualquer indústria independente da dimensão, local e/ou sector, possa beneficiar das inovações digitais. De modo a avaliar a evolução dos estados-membros, a Comissão Europeia publicou o “Digital Transformation Scoreboard  2018” que apresenta os progressos alcançados no âmbito da transformação digital.

A transformação digital dos estados-membros é avaliada através da evolução do Digital Transformation Enablers’ Index (DTEI) que engloba os indicadores sobre a posição de infra-estruturas digitais, o investimento e acesso a financiamento e a procura e oferta de competências digitais (com um peso de 20%, 30% e 30% do DTEI), por outro lado factores como a e-liderança e cultura empreendedora assumem uma menor ponderação no DTEI (10% cada).

 

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O outro indicador representado é o Digital Technology Integration Index (DTII) que considera na sua fórmula apenas factores individuais medidos a nível nacional, e supõe que reflecte a mudança da transformação digital das empresas europeias.

No que respeita aos valores dos índices, a nível do DTEI Portugal está abaixo da média da UE, enquanto na DTII está 5,6% acima da média dos valores europeus, ambos os índices são liderados por países nórdicos e da europa do norte.                                                                                    portugal transformação digital

Valores de Portugal e Média UE de DTEI e DTII, em 2018
Fonte: Digital Transformation Scoreboard 2018

Numa reflexão mais específica do caso português, por indicador, o que apresenta melhor performance é a cultura empreendedora, pois coloca o nosso país em segundo lugar do ranking da UE com 96% (2018) face aos 71% registados no ano anterior. Nas infra-estruturas digitais regista uma variação positiva de 63% para 66%, colocando a realidade nacional acima da média da UE (28 países) com 49%, estando com um posicionamento favorável nesta vertente.

Por outro lado, os obstáctulos nacionais são no indicador da procura e oferta de competências digitais passou de 14% (2017) para 34% (2018), e o investimento e acesso a financiamento tem crescido de 26% (2017) para 40% (2018) mas com valores abaixo da média da UE (28 países). E o pior indicador e-liderança que apesar do aumento percentual de 38% (2017) para 47% (2018) posiciona Portugal no sexto lugar a contar do fim.

É evidente a melhoria dos indicadores portugueses mas os valores ainda estão aquém das expectativas comparando com a média dos estados-membros ainda há um caminho a percorrer. O desafio português no âmbito da transformação digital para os próximos anos deve ser com foco na área do investimento e financiamento para a transformação digital e na promoção da e-liderança.

Os dados reflectem a realidade nacional, é certo que nos tempos de hoje as empresas ainda enfrentam dificuldades para obter financiamento bancário, e o investimento privado é escasso. Os esforços para o melhoramento das competências de e-liderança devem centrar-se na capacidade de desenvolver habilidades de liderança em recursos humanos qualificados na área da digitalização.

 

Bruna Parente
Estratégia & Desenvolvimento

DESAFIOS DA AGRICULTURA DE PRECISÃO

A  Multisector, em conjunto com o Núcleo de Agronomia do IPVC, dinamizou o Think Tank de Agricultura de Precisão (23 Janeiro),  que trouxe dezenas de empresas e profissionais à Escola Superior Agrária do IPVC em Ponte de Lima.

 

ThinkTank-Agricultura-Precisao

O evento começou com uma demonstração das competências dos investigadores da ESA neste domínio, fazendo referência ao seu envolvimento em projetos como:

 

→ Projeto  COCOoN – Combined sustainable strategies for root-knot nematode (RKN) management in protected crops

→ Projeto TREASURE – Diversity of local pig breeds and production systems for high quality traditional products and sustainable pork chains

→ Projeto TERR@ENO – Terroir e zonagem agro-ecológica como fator crítico de competitividade e inovação dos Vinhos Verdes/ TERR@ALVA: Definição e influência do   terroir na qualidade do vinho Alvarinho

→ Projeto GESPSA Kiwi – Ferramenta Operacional para gestão sustentável do cancro bacteriano (Psa) da Actinídea

A apresentação dos projetos deu lugar à discussão temática nas mesas: (i) horticultura e culturas protegidas, (ii) fruticultura e viticultura e (iii) produção animal.

 

Para tal, estiveram reunidos diferentes perfis cujo denominador comum é a agricultura:

 

→ Floricultura;

→ Cultura do tomate;

→ Agricultura biológica;

→ Produtores de mirtilos e cogumelos;

→ Produtores de vinho;

→ Bovinicultura;

→ Produção de leite;

→ Produtos, serviços Tecnológicas para a agricultura;

→ Soluções TI para a agricultura.

Foi uma sessão intensiva na troca de ideias e na identificação de desafios concretos que incidiram sobre a identificação em tempo útil de pragas e doenças, soluções de business analytics e ciência de dados com as mais diversas aplicações.

 

É claro o hiato existente entre pequenos e grandes produtores, na  capacidade e propensão de investir. Uma maior área de exploração apresenta uma maior diluição do impacto do investimento na rentabilidade do negócio.Para os pequenos produtores, coloca-se a questão qual o break even point, ou seja, para que montante, o investimento iguala o que o produtor está disposto a sacrificar da sua rentabilidade, para um determinado payback.

Face ao exposto, releva-se a cooperação dos produtores às entidades do Sistema I&I e as entidades agregadoras de interesses, como as associações e cooperativas, para a procura de soluções de financiamento mais atrativas e por conseguinte atenuar o impacto na rentabilidade do negócio agrícola.

 

Edite Rodrigues
Estratégia & Desenvolvimento

MOBILIDADE PARTILHADA E AUTÓNOMA: COMODIDADE DO FUTURO

A maneira como todo o ecossistema de mobilidade funciona está prestes a pôr-nos à prova, a bem da sustentabilidade do nosso planeta – estamos perante uma mudança de paradigma!

 

Atualmente o mundo sofre como consequência da nossa ganância de ter um produto só para nós. O exemplo mais prático e preocupante que temos é o veículo pessoal. É muito comum para irmos todos os dias para o trabalho, com um carro de 5 lugares, depósito cheio, …mas sozinhos! Se olharmos para o futuro, só podemos rir de tal egocentrismo.

 

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Embora tenham aparecido algumas soluções de car-sharing, como por exemplo as soluções eMov e DriveNow, ainda não se considera que tenha existido uma mudança de paradigma. Se olharmos aos dados de 2017, disponíveis no INE – Instituto Nacional de Estatística, sobre a mobilidade nos centros urbanos de Lisboa e Porto, verifica-se que 60% das pessoas inquiridas da região de Lisboa e de 69% no Porto ainda utilizam transporte individual motorizado (excluindo o carsharing, transportes públicos coletivos ou outros transportes não motorizados).

É caso para questionar “Porque continua a existir resiliência à mobilidade partilhada“?

 

Se do ponto de vista tecnológico e de utilização, nos garantissem que poderíamos ir para qualquer lado, a qualquer hora, a um custo inferior e com a mesma comodidade que um veículo pessoal, certamente não hesitaríamos em aderir à “nova moda”. É de facto esta comodidade que ainda não estamos prontos a abdicar em prol de uma mobilidade partilhada.

 

A este conceito de partilha, podemos acrescentar o conceito de confiarmos num veículo autónomo, uma vez que é uma abordagem que traz também muitas vantagens para o nosso planeta. São já conhecidas as vantagens de um veículo autónomo, e o site ITSdigest refere algumas: Redução de acidentes, redução de congestão de tráfego, redução de emissões de CO2, aumento da capacidade por faixa de rodagem, menor consumo de combustível, parqueamento mais eficiente, entre outras. Será que conseguimos confiar totalmente num carro autónomo para nos levar a qualquer lugar, à distância de um pedido no nosso smartphone, sem nos termos que preocupar com a condução e com a procura de lugar de estacionamento?

Na verdade, existem ainda alguns fatores que poderão condicionar a implementação destes sistemas:

 

1 – Evolução tecnológica em termos de aceitação em torno do conceito de “partilha de veículos”:

 

Segundo o estudo da IPSOS “The Future of Mobiblity” de Outubro de 2018, calcula-se que, em média, as pessoas utilizam o carro em cerca de 63 minutos por dia, sendo que cerca de 67 dias por ano o carro não é sequer utilizado. Isto perfaz um rácio de utilização de cerca de 4%, ou seja, 96 % do tempo o carro está parado sem ser utilizado. Apesar disto, mais de metade dos utilizadores de veículos próprios considera que a importância de possuir um veículo próprio irá mudar nos próximos anos, e que as pessoas irão optar pela mobilidade partilhada devido ao seu custo vir a ser inferior. De notar ainda que, nos Estados Unidos da América, cerca de 49% das pessoas ainda acredita que possuir um carro próprio no futuro será tão importante como hoje em dia.

 

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Figura 1 – Resultados do inquérito realizado pela IPSOS (Fonte: IPSOS Views: The Future of Mobilty – Shared Mobility)

2 – Evolução tecnológica em termos de aceitação e User Experience do conceito de “veículo autónomo”:

 

Um estudo recente publicado na revista Journal of Advanced Transportation de 2018, no qual se realizou um inquérito a nível mundial (em 116 países nos quais se obteve 7755 respostas) apresenta como conclusões que a maioria das pessoas inquiridas se sentiria confortável na utilização de um veículo autónomo. Numa escala de 1 a 6, sendo 1 = discordo completamente e 6 = concordo plenamente, este conjunto de pessoas pontuou o seu nível de aceitação de utilização de veículos autónomos em 4,90 (média). Para além disso, conseguiu-se identificar algumas correlações demográficas sobre o tipo de público-alvo que estaria mais suscetível para aderir a este novo conceito, como é o caso de pessoas que necessitam de se deslocar/permanecer nas cidades, sendo que a sua maior motivação está relacionada com a dificuldade em encontrar um lugar para estacionar.

Deste dois pontos de vista podemos concluir que em termos médios, a população mundial tem já alguma consciência sobre o que o futuro poderá ser em termos de mobilidade, tanto do ponto de vista da partilha de veículos como do ponto de vista da utilização de veículos autónomos. Mais tarde ou mais cedo estas tecnologias ou modelos de negócios irão vingar, dependendo, claro, da adoção de alguns mercados mundiais (como vimos anteriormente, que em relação aos EUA a mentalidade de ter um veiculo próprio é ainda muito acentuada). Cabe apenas às empresas e interfaces tecnológicas desenvolver e maturar a tecnologia até ao ponto em que esta seja efetivamente incorporada no dia-a-dia da população mundial. De facto, a consultora Grand View Research (no seu relatório de análise de mercado da mobilidade partilhada Shared Mobility Market Size, Share & Trends Analysis Report) estima que o mercado da mobilidade partilhada irá sofrer um crescimento anual (CAGR) de cerca de 25% entre 2018 e 2025, valendo cerca de 620 mil milhões de dólares no final desse período. Comparado com o valor atual, de cerca de 105 mil milhões de dólares em 2017, podemos inferir que estamos na base de uma rampa de lançamento para muitas alterações na maneira como nos deslocamos e de como os serviços de mobilidade nos serão apresentados. Os próximos anos serão, por isto, propícios a inovação e investimento na área da mobilidade partilhada, onde os veículos autónomos terão um papel fundamental, existindo um potencialidade de negócio tremendo.

Estas inovações serão pautadas por uma crescente aproximação das necessidades do utilizador. Isto é, o que realmente os utentes necessitam é de um transporte económico, fiável, seguro, de porta-a-porta e disponível 24/7, pois é disto mesmo que irão abdicar no futuro se o carro particular deixar de ser uma opção. Deste ponto de vista será necessário criar mecanismos de gestão de transportes suficientemente flexíveis para permitir atender aos pedidos. A investigação realizada sobre esta temática visa perceber exatamente como será feita esta aproximação, pois existem diversas vias para conseguir alcançar um serviço com estas características, como retrata o artigo do CARTRE – Coordenação da implementação do transporte rodoviário autónomo para a Europa. Dentro deste âmbito podemos ter várias soluções de transporte conforme os diferentes níveis de veículos autónomos propostos pela Soceity of Automation Engineers (SAE). No nível mais autónomo (nível 5) teremos os serviços on-demand porta-a-porta com “robots-táxis” e soluções de transporte intermodais inteligentes para transportes de longo curso. Entretanto, vamos ver surgir algumas soluções com um nível SAE mais baixo, como a possibilidade de partilha de shuttles, parqueamento autónomo, platooning (agregação de vários veículos em linha, tipo comboio, para reduzir o coeficiente de resistência aerodinâmica), transportes autónomos para realizar o “último quilómetro”, etc.

Fica só por realçar o facto de que estes sistemas terão que ser acompanhados por desenvolvimento de soluções por parte das “Smart Cities” a fim de conseguirem albergar estas mudanças de paradigma e tornar possível que, num futuro próximo, seja possível que a mobilidade facilite tanto a nossa sociedade como o impacto que esta tem no nosso planeta.

 

João Rodrigues
Consultor de I&D

COMPLEXO ARQUEOLÓGICO DOS PERDIGÕES | MONUMENTO NACIONAL

O governo aprovou em Conselho de Ministros de 10 de janeiro a classificação do Complexo Arqueológico dos Perdigões como sítio de interesse nacional, sendo-lhe atribuída a designação de «monumento nacional».

Situado numa das propriedades do Esporão, a Herdade dos Perdições em Reguengos de Mosaraz, é um sítio pré-histórico, com mais de 16 hectares, que terá sido fundado há mais de cinco mil anos e que foi originalmente descoberto de forma involuntária em 1996, quando a Herdade do Esporão realizava a plantação de vinhas. Desde então, o Esporão, em parceria com a ERA Arqueologia, apostou na descoberta, salvaguarda, proteção e divulgação deste conjunto patrimonial, assumindo o compromisso de não plantar vinha na área do sítio arqueológico e participando financeiramente na sua investigação científica e exploração arqueológica.

Com a grande preocupação de preservar o património histórico presente na herdade, o Esporão criou o Centro Arqueológico dos Perdigões, recuperou a Torre Medieval, a Ermida de Nossa Senhora dos Remédios e o Arco do Esporão. Atualmente, algumas das peças mais relevantes, provenientes das escavações estão expostas na Torre do Esporão, que acolhe o Museu Arqueológico do Complexo dos Perdigões.

 

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Em 2012, o Esporão inaugurou o renovado Enoturismo da Herdade do Esporão, projeto financiado pelo FEDER, através do COMPETE, com o apoio da Multisector, com uma nova oferta de serviços, em que, a par dos vinhos, dos azeites da marca Esporão e da riqueza da gastronomia Alentejana, passou a possibilitar aos visitantes o contacto com todo o património natural e histórico-cultural da herdade, designadamente o Complexo Arqueológico dos Perdigões, assumindo um claro compromisso com a preservação da biodiversidade natural e cultural e do seu desenvolvimento sustentável.

Como resultado desta aposta na exploração e preservação do património, o Complexo Arqueológico dos Perdigões é atualmente um dos mais importantes sítios arqueológicos em Portugal.

O “Monumento Nacional”

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O Complexo Arqueológico dos Perdigões é conjunto pré-histórico, constituído por vestígios de um santuário megalítico, com diversos menires e um conjunto de recintos concêntricos definidos por grandes fossos escavados na terra e na rocha, que incorpora ainda um cemitério de sepulturas coletivas.

O complexo detém uma grande importância a nível ibérico, constituindo-se como um sítio raro e particularmente valioso para a compreensão das relações quotidianas e simbólicas das comunidades rurais do Sudoeste Peninsular. Pelas suas dimensões monumentais e bom estado de conservação, quer pela excecionalidade dos materiais que foram recolhidos nos últimos anos, que identificam uma ocupação por um período superior a mil anos, quer ainda pela sua implantação e orientação, o complexo dos Perdigões foi reconhecido como um conjunto de superior relevância histórica, cultural e científica com elevado potencial de valorização.

A Multisector dá os parabéns ao Esporão pelo grande investimento e meritório trabalho que realizou em prol do património nacional, agora reconhecido com a distinção de “monumento nacional”.

 

Cláudia Martins
Gestão de Projetos

CONCURSO ABERTO PARA PROJETOS DE I&D

Saiu o novo aviso para as candidaturas Portugal 2020, na tipologia para Projetos de I&D Empresas Individuais até 29 de Março.

 

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A dotação orçamental para apoiar estes projetos de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico (Atividades de investigação industrial e/ou de desenvolvimento experimental, conducentes à criação de novos produtos, processos ou sistemas ou à introdução de melhorias significativas em produtos, processos ou sistemas existentes) foi fixada nos 51,5 milhões de Euros.

 

As candidaturas estão abertas para todas as regiões do Continente (Norte, Centro, Lisboa, Alentejo e Algarve).

 

A taxa média de incentivo das despesas elegíveis para investimentos localizados nas regiões menos desenvolvidas  – NUTS II Norte, Centro e Alentejo pode atingir mais de 75%, dependendo das majorações aplicadas.

 

A taxa máxima de incentivo a atribuir a projetos cujo o investimento está localizado na Região NUTS II Lisboa é de 50% e para investimentos localizados na Região NUTS II Algarve é de 62%.

 

Para qualquer esclarecimento contacte-nos!

12 PASSAS By Multisector

A época de final de ano é sempre uma boa altura para fazer um balanço do ano que culmina e mais importante para determinar os votos para o ano que se avizinha. Pois bem, na Multisector já temos as 12 passas na mão,  e sabemos  bem o que desejamos para 2019:

1.
Mais COOPERAÇÃO

 

Por um lado, uma maior cooperação entre os agentes económicos que resulte num acréscimo de competitividade, atuando como uma “hélice quadrupla”, Empresas, Administração pública, Entidades do Sistema Científico e Associações empresariais. Por outro lado, articulação e conjugação de competências complementares, reunindo esforços para uma maior eficiência de recursos.

 

Queremos ser o quinto elemento!

2.
Mais INOVAÇÃO

 

Um tecido empresarial cada vez mais inovador e com um maior valor acrescentado. Um papel afirmado dos consultores como “innovation brokers”, assume-se cada vez mais um papel essencial para a criação e monetização de inovação.

Por um lado, porque acompanha as reais necessidades das empresas  e, por outro lado, porque conhece as competências detidas pelos Interfaces do Sistema Científico para suprir essas necessidades, ou seja, todos saem a ganhar, sempre.

 

Queremos pensar fora da caixa!

3.
Mais e melhores PESSOAS

 

Porque as organizações são essencialmente as pessoas, o que traduz a importância de um melhor desempenho das suas funções, de um bom relacionamento interpessoal, intra e extra organização.  Por muita revolução digital que exista, sabemos que existe um denominador comum para o sucesso das organizações: a preocupação com o relacionamento humano.  Nas funções chave para os negócios, continuam a ser as pessoas a transcender as máquinas pela sua polivalência e predisposição para aceitar desafios e desenvolver (novas) competências.

 

Queremos ser melhores!

4.
Mais VALOR

 

Todos os dias encontramos no mercado modelos de negócio competitivos e diferenciados. É preciso continuar este caminho da diferenciação pela excelência em toda a cadeia de valor. Precisamos repensar os modelos de negócios para libertar mais valor. Com mais tecnologia (Fazer melhor) mais competências (Pensar melhor) e uma oferta mais competitiva!

 

Queremos ganhar mais!

5.
Mais ESTRATÉGIA com Inteligência (Strategy & Intelligence)
.

 

Saber para onde ir conhecendo bem o ponto de partida. O equilíbrio deste conhecimento é critico para uma estratégia inteligente de desenvolvimento. Estabelecer objectivos com expectativas alinhadas com a realidade é o ingrediente essencial para a resiliência e para o sucesso.

 

Queremos ser mais estrategas!

6.
Mais INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

 

O mundo 4.0 traz-nos muita tecnologias e automatização. Mas este novo paradigma só veio salientar mais a importância das pessoas no contexto digital. Prova disso é a valorização e procura crescente de competências pessoais, evidenciando-se a Inteligência emocional, isto é, a “capacidade de reconhecer e avaliar os seus próprios sentimentos e os dos outros, bem como a capacidade de lidar com eles.

 

Queremos ser mais inteligentes!

7.
Mais e melhor COMUNICAÇÃO

 

Comunicar é um processo cuja complexidade decorre da dificuldade do emissor em transmitir claramente a sua mensagem, de forma percetível para o seu recetor. A comunicação está sempre presente, no relacionamento com colegas, amigos, clientes, familiares e mesmo quando não falamos. As organizações comportam-se quase como pessoas, têm uma personalidade, uma cultura e os seus próprios valores e, por isso, os recetores da comunicação (clientes, fornecedores, sociedade, etc) podem não ver a empresa da forma que a empresa pensa que se está a comunicar.

 

Queremos dar-nos a conhecer!

8.
Mais atitude EMPREENDEDORA

 

É sem dúvida uma forma de estar! No nosso ponto de vista, nem todas as novas empresas podem ser consideradas empreendedoras, se seus colaboradores não  deterem a ‘atitude’, o ‘perfil’. A atitude empreendedora traduz-se em dinamismo, na inovação do produto/serviço e processo, na proatividade e na sustentabilidade. Todos na empresa devem ser empreendedores (ou intraempreendedores), o resultado desta atitude é holístico.

 

Queremos ser arrojados!

9.
Conheça as oportunidades da ECONOMIA CIRCULAR

 

“O lixo de uns é o tesouro de outros”. Esta afirmação nunca foi mais verdadeira. Deparamos-nos cada vez mais com modelos de negócios que reutilizam resíduos de outras indústrias para criar produtos de valor acrescentado e ecologicamente sustentáveis.  A União Europeia (e não só) está a consciencializar-se do potencial da Economia Circular, que vai muito para além da sustentabilidade ambiental. Traduz-se igualmente em matérias-primas mais baratas, produtos certificados e de valor acrescentado, redução dos custos com resíduos/desperdícios ou até em receitas geradas pela venda dos desperdícios da sua indústria.

 

Queremos negócios mais sustentáveis!

10.
Dizer sim à TRANSFORMAÇÃO DIGITAL

 

Com certeza já ouviu falar desta “evolução natural da economia para uma era digital, de massificação de informação”. Parece algo distante e/ou só aplicável a certos negócios. Mas a digitalização dos modelos de negócios é algo transversal ao mercado e as empresas que aproveitarem esta onda vão comprovar aumentos de eficiência, processos mais ágeis, redução de custos e um maior controlo sobre a sua organização.

 

Queremos ser mais digitais!

11.
PORTUGAL no mundo!

 

O mercado nacional não passa do nosso quintal,  a nossa zona de conforto. Mas nunca foi tão fácil operar a um nível global , nem nunca Portugal teve a oportunidade de ser uma marca nacional de referência … o mundo gosta de nós e não só das nossas praias e clima  ameno. A nossa tecnologia, os nosso produtos, o nosso conhecimento tem um mercado de 7 biliões à espera.

 

Queremos ser globais!

12.
Mais CLIENTES fidelizados

 

Clientes SATISFEITOS são clientes FIDELIZADOS. O foco e o objetivo de qualquer negócio prende-se,  e prender-se-á sempre, com a satisfação das necessidades e desejos dos seus clientes. Conseguir uma venda é fácil, conseguir um cliente fiel, nem tanto. Se os seus clientes não voltam, o seu negócio tem o futuro comprometido. A fidelização de clientes garante um fluxo constante de receitas e sustentabilidade. O segredo para esta fidelização? A distribuição do esforço para as fases pré-venda e pós-venda, para garantir a satisfação de um cliente.

 

Queremos continuar a ser vossos fornecedores! :)

 

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OTIMIZE A CONTA FISCAL DA SUA EMPRESA

Com o mês de Dezembro a terminar é altura de fazer contas à casa e minimizar o impacto causado pelos impostos.

De seguida apresentamos os benefícios fiscais, relativos ao Código Fiscal do Investimento, com relevância para o tecido empresarial.

 

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SIFIDE II

Sistema de Incentivos em Investigação e Desenvolvimento Empresarial

Para quem

Empresas com atividade de natureza agrícola, industrial, comercial e de serviços.

Naturalmente que está mais direcionado para as empresas de base tecnológica que exercem atividade em setores intensivos em tecnologia ou conhecimento, portanto, com recursos e projetos de Investigação e Desenvolvimento (I&D)

 

Despesas elegíveis

·        Aquisições de ativos fixos tangíveis, na proporção da sua afetação à realização de atividades de I&D

·          Despesas com pessoal com habilitações literárias mínimas do nível 4 (Ensino secundário obtido por percursos de dupla certificação) do Quadro Nacional de Qualificações (quando digam respeito a pessoal com habilitações literárias mínimas do nível 8 (Doutoramento) do Quadro Nacional de Qualificações, são consideradas em 120 % do seu quantitativo)

·          Despesas com a participação de dirigentes e quadros na gestão de instituições de I&D

·          Despesas de funcionamento, até ao máximo de 55% das despesas com o pessoal diretamente envolvido em tarefas de I&D contabilizadas a título de remunerações, ordenados ou salários, respeitantes ao exercício

·          Despesas relativas à contratação de atividades de I&D junto de entidades reconhecidas superiormente

·          Participação no capital de instituições de I&D e contributos para fundos destinados a financiar a I&D

·          Custos com registo e manutenção de patentes

·          Despesas com a aquisição de patentes que sejam predominantemente destinadas à realização de atividades de I&D (só para PME)

·          Despesas com auditorias à I&D

·          Despesas com ações de demonstração que decorram de projetos de I&D apoiados

 

Nota: Caso as despesas, por insuficiência de coleta, não possam ser deduzidas no ano fiscal em que foram realizadas podem ser deduzidas até ao oitavo ano fiscal imediato.

RFAI

Regime Fiscal de Apoio ao Investimento

Para quem

Empresas com as seguintes atividades:

·         Indústria extrativa (divisões 06 a 09)

·         Indústria transformadora (divisões 10 a 33)

·         Turismo: Alojamento (divisão 55); Restauração e similares (divisão 56); Atividades com interesse para o turismo (subclasses 77210, 90040, 91041, 91042, 93110, 93210, 93292, 93293 e 96040)

·         Atividades e serviços informáticos (divisão 62; grupo 632)

·         Atividades de Investigação & Desenvolvimento e de alta intensidade tecnológica (divisão 72)

·         Tecnologias de informação e produção de audiovisual e multimédia (divisão 58; grupo 591)

·         Atividades de centros de serviços partilhados (classes 82110 e 82910)

 

Despesas elegíveis

Aplicáveis apenas a investimentos iniciais como:

·         Criação de um novo estabelecimento

·         Aumento da capacidade de um estabelecimento: no mínimo +20% da capacidade instalada

·         Diversificação da Produção de um Estabelecimento: Inovação produtiva de novos produtos

·         Alteração do Processo Produtivo de um Estabelecimento: Inovação do processo de produção dos produtos

 

Investimentos em Ativos fixos tangíveis adquiridos em estado novo, correspondente às adições verificadas em cada período de tributação, incluindo adições de ativo fixo tangível em curso.

 

Exceto

·         Terrenos

·         Construção, Aquisição, Reparação e Ampliação de quaisquer edifícios

·         Viaturas ligeiras de passageiros ou mistas

·         Mobiliário e artigos de conforto ou decoração

·        Equipamentos sociais

·         Outros bens de investimento

·         Adiantamentos

·         Adições de ativo tangível que resultem da transferência de ativo fixo tangível em curso transitado de exercícios anteriores

 

Investimentos em Ativos intangíveis, constituídos por despesas com transferência de tecnologia, nomeadamente através da aquisição de direitos de patentes, licenças, “Saber-fazer” ou conhecimentos técnicos não protegidos por patente.

 

Como funciona

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DLRR

Dedução por lucros retidos e reinvestidos

Para quem

Micro, pequenas e médias empresas com atividade principal:

·         comercial,

·         industrial ou

·         agrícola (exceto agrícola primária, pesca ou aquicultura).

 

Despesas elegíveis

Ativos fixos tangíveis adquiridos em estado novo.

 

Exceto:

·         Terrenos

·         Construção, Aquisição, Reparação e Ampliação de quaisquer edifícios

·         Viaturas ligeiras de passageiros ou mistas

·        Mobiliário e artigos de conforto ou decoração

·         Ativos afetos a atividades no âmbito de acordos de concessão ou de parceria público-privada

·         Adiantamentos

 

Como funciona

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Nota: RFAI e DLRR são cumuláveis para os mesmos investimentos.

Convictos que esta síntese lhe será útil, prepara-se e otimize a sua fatura fiscal utilizando estes mecanismos/instrumentos que apoiam o investimento feito e a realizar.

 

Caso tenha alguma questão não hesite em contactar-nos.

BOOST NO PORTUGAL 2020

Aprovação da Reprogramação do Portugal 2020 e 7ª alteração ao RECI

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Finalmente chegou a aprovação da “Reprogramação do Portugal 2020”, apresentada em Seminário público no dia 7 de dezembro na FIL (Junqueira) em Lisboa, com a presença dos Ministros em peso, bem como da Comissária Europeia da Política Regional, Corina Cretu.

 

Esta reprogramação do Portugal 2020, veio permitir um reforço de verbas de mais 2.407 mil milhões de euros de investimento, decorrente da realocação de verbas de umas caixas para outras, e com isso apostar nas áreas prioritárias para o Governo na atribuição dos fundos, concentradas em 4 áreas:

→ Qualificação dos portugueses,

→ Coesão Territorial,

→ Exportações e

→ Inovação.

As principais notícias no âmbito dos incentivos às empresas, decorre das alterações legislativas concretizadas pela Portaria nº 316/2018, de 10 de dezembro, correspondente à sétima alteração ao RECI (Regulamento Específico do Domínio da Competitividade e Internacionalização), que introduz a novidade da parceria com as Instituições de Crédito que irão co-avaliar as candidaturas do SI-Inovação Produtiva e apoiar as mesmas na componente do incentivo reembolsável, ao abrigo de um Instrumento Financeiro financiado pelo Portugal 2020.

 

Outra das novidades no SI-Inovação Produtiva foi a alteração da natureza do incentivo, que à exceção das Grandes Empresas (estas só terão incentivo não reembolsável) passa agora a ser híbrido de 50% do incentivo em reembolsável e os outros 50% em incentivo não reembolsável (fundo perdido) sendo este atribuído “à cabeça” (em vez do prémio atribuído no ano cruzeiro função do excesso do cumprimento dos indicadores de realização), embora condicionado na sua atribuição pela avaliação final no ano cruzeiro, em que podem ocorrer 3 situações:

1.
Manutenção do incentivo não reembolsável se tiver havido cumprimento dos indicadores de realização (GC – Grau de Cumprimento): GC > 100%;

2.
Devolução de parte do incentivo não reembolsável, em proporção do não cumprimento: 50% < GC < 100%;

3.
Devolução da totalidade do incentivo não reembolsável se não houve cumprimento mínimo: GC < 50%.

Na referida portaria, houve ainda alteração legislativa quanto às taxas de incentivo (base + majorações), sendo que no total não podem ultrapassar os 75% (ou 40% se o investimento está localizado na Região Lisboa ou 60% na Região do Algarve), a saber:

Base:

→ 15% para Grandes Empresas ou Investimentos elegíveis > 15M€;

→ 35% para Médias Empresas;

→ 45% para Pequenas ou Micro Empresas.

Majorações:

→ 10% para Territórios de Baixa Densidade;

→ 10% para PME com Investimentos elegíveis < 15M€ e com projetos no âmbito do Industria 4.0, Transformação Digital, Economia Circular ou Transição Energética;

→ 5% para Novas Unidades Produtivas e que criem Emprego Qualificado relevante: pelo menos +10 novos RH para Micro ou Pequenas Empresas; +15 novos RH para Médias; +30 novos RH para Grandes Empresas;

→ 5% para PME que prescindam do empréstimo bancário e apresentem pelo menos 25% do investimento coberto por novos capitais próprios.

Aviso de Abertura de Concurso (AAC) nº31/SI/2018 do SI-Inovação Produtiva:

Foi publicado ontem, dia 11 de dezembro de 2018, o AAC 31/SI/2018 relativo ao SI-Inovação Produtiva, estando o concurso aberto até ao dia 15 de março de 2019, com financiamento total de 501 milhões de euros, sendo:

→ 283,5 M€ de financiamento para o Incentivo Não Reembolsável (INR);

 Dos quais, 92,2 M€ dedicados para os Territórios de Baixa Densidade;

 217,5 M€ de financiamento para a componente reembolsável;

→ Dos quais, 70,6 M€ para os Territórios de Baixa Densidade.

 

Para as PME, passamos a ter “à cabeça” incentivo híbrido: Incentivo Reembolsável (IR) + Incentivo Não Reembolsável (INR), de 50% para cada componente.

 

O Incentivo Não Reembolsável (fundo perdido) pode ter que ser devolvido se a empresa não cumprir pelo menos em 100% dos objetivos propostos nos indicadores de realização no ano pós-projeto (VAB – Valor Acrescentado Bruto, CEQ – Criação de Emprego Qualificado e VN – Volume de Negócios) indicados em sede de candidatura no ano pós-projeto (por definição o 2º ano completo após o término dos investimentos):

→ Se GC (Grau de Cumprimento) > 100%, não devolve;

→ Se 50% < GC < 100%, devolve na proporção;

→ Se GC < 50% devolve na totalidade o incentivo não reembolsável.

Sendo o INR atribuído “à cabeça”, significa que deixa de existir o antigo prémio (a conversão do incentivo reembolsável em não reembolsável, pelo ultrapassar dos objetivos propostos).

 

Na pratica é mais atrativo para as empresas, porque têm logo à partida incentivo a fundo perdido.

 

O Incentivo Reembolsável é atribuído pela IC (Instituição de Crédito) protocolada com Instrumento Financeiro financiado pelo Portugal 2020, nas condições iguais antes da 7ª alteração ao RECI: taxa de juro 0% e custos da garantia mútua suportada pelo Portugal 2020.

 

Implica que vão existir duas avaliações do projeto de investimento a ocorrerem em simultâneo: Organismo Intermédio (OI) do Portugal 2020 e a Instituição de Crédito  protocolada e seleccionada pelo Promotor.

 

É importante referir que, se a IC não aprovar a componente reembolsável, toda a candidatura é considerada não elegível. A Banca vai ter por isso um papel chave, já que vai ser através dela que as PME terão acesso ao Incentivo Reembolsável, havendo a expectativa de maior rigor na avaliação da componente financeira das empresas e dos projetos de investimento, pelo que o recurso a consultores sérios e idóneos será recomendado.

 

Para as Grandes Empresas (GE) foi reduzida a taxa base de apoio (para 15% ou 25% se o investimento se localizar em Território de Baixa Densidade), mas a grande novidade é que o apoio é todo sobre a forma de Incentivo Não Reembolsável, “à cabeça”. As GE não têm direito à componente do Incentivo Reembolsável, pelo que não é requerida a análise da IC.

 

Para as empresas com Registo de Pedido de Auxílio (AAC 16/SI/2018), vai existir um prazo intermédio – 31/01/2019 – em que os promotores que submeterem a candidatura SI-Inovação Produtiva ao AC 31/SI/2018 até esta data, terão a candidatura avaliada mais rapidamente (60 dias úteis) e vai sendo apoiado até que se esgote 30% da Dotação Orçamental prevista para cada aviso.

 

Estamos disponíveis, como sempre, para o ajudar na sua candidatura, pelo que não nos deixe de contactar, sendo vital começar-se a trabalhar o mais cedo possível, pois o processo é mais complexo, temos uma entidade avaliadora extra (Banca) e tendo estado o SI-Inovação Produtiva fechado muitos meses, serão várias as candidaturas concorrentes.

Aviso de Abertura de Concurso (AAC) nº32/SI/2018 do SI-Internacionalização PME:

Igualmente publicado ontem, dia 11 de dezembro de 2018, o AAC 32/SI/2018 relativo ao SI-Internacionalização de PME estará aberto até ao dia 8 de fevereiro de 2019, com financiamento (Incentivo Não Reembolsável – INR, portanto, a fundo perdido) de:

→ 53 M€ no total do financiamento do INR;

→ Dos quais, 13,3 M€ dedicados para os Territórios de Baixa Densidade;

→ Dos 53 M€:

· 20 M€ são para o POCI (Médias Empresas com investimentos localizados nas Regiões Norte, Centro ou Alentejo, bem como investimentos em multiregiões);

· 5 M€ para o PO Norte (Micro e Pequenas Empresas com investimentos localizados na Região Norte);

· 7,5 M€ para o PO Centro (Micro e Pequenas Empresas com investimentos localizados na Região Centro);

· 15 M€ para o PO Lisboa (PME com investimentos localizados na Região Lisboa);

· 5 M€ para o PO ALentejo (Micro e Pequenas Empresas com investimentos localizados na Região do Alentejo);

· 0,5 M€ para o PO Algarve (PME com investimentos localizados na Região do Algarve).

Note-se que este AAC 32/SI/2018, entre outras condições de acesso do promotor e do investimento, é de acesso restrito às PME que são “Novas Exportadoras, ie, que possuem uma taxa de exportações em 2017 (ano pré-projeto) inferior a 15%.

 

Esta restrição era mais ou menos esperada, tendo em conta que até setembro passado esteve aberto um AAC para as PME já exportadoras (com taxa de exportação superior a 15% em 2017).

 

Tal como nesse aviso passado, o AAC 32/SI/2018 dá especial relevo às empresas que tenham road-map de e-commerce e o reflitam no investimento elegível proposto em candidatura.

 

A Multisector tem um registo invejável de sucesso na aprovação de candidaturas SI-Internacionalização de PME no Portugal 2020: 94% de taxa de sucesso em número de candidaturas aprovadas e igualmente 94% de taxa de sucesso no investimento elegível face ao investimento proposto; em candidaturas que no total representaram mais de 20 M€ de investimento elegível e 9 M€ de incentivo a fundo perdido aprovado. A média do Mérito do Projeto (MP) das candidaturas aprovadas foi 4,27 pontos em 5 possíveis (máximo).

 

Por isso não nos deixe de contactar, e rapidamente, pois passadas as festas natalícias e de fim do ano, sobram 5 semanas até ao dia 8 de fevereiro.

 

Rui Fradinho
Gestão Empresarial

CONTROLO DE GESTÃO E NEGÓCIOS INTELIGENTES

Controlo de Gestão e Negócios Inteligentes” foi o tema do workshop realizado no dia 27 de Novembro na AIP – Associação Industrial Portuguesa, no âmbito do projeto conjunto P&P – People & Performance que tem por objetivo apoiar as PME na sua (re)Formulação Estratégica e na implementação de um modelo avançado de Controlo de Gestão e de Avaliação de Desempenho.

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O evento teve a duração de 8 horas e contou com 16 participantes, provenientes de 6 empresas aderentes ao projeto, ligadas a áreas diversas, desde a indústria, serviços de saúde passando ainda pelo desenvolvimento de software.

 

No âmbito deste ciclo de workshops nacionais, a Multisector irá repetir este evento em conjunto com a AIP, no próximo dia 6 de Dezembro no Porto e abordará os seguintes temas:

Controlo de Gestão Inteligente – Metodologias e rotinas de gestão de indicadores de controlo de gestão

→ Pensar Melhor – Técnicas de Avaliação e otimização do modelo de negócios

→ Fazer Melhor – Técnicas de custeio e cálculos de rentabilidades

→ Pessoas no seu Melhor – Técnicas de avaliação de desempenho para maximização de performances

→ Vender Melhor – Metodologias de desenvolvimento dos canais de Vendas & Marketing

CCG – CENTRO DE COMPUTAÇÃO GRÁFICA CELEBRA 25 ANOS

O Centro de Computação Gráfica – CCG celebrou o 25º aniversário nos dias 22 e 23 de Novembro, nas suas instalações no Campus de Azurém da Universidade do Minho, em Guimarães, com uma série de dinâmicas que demonstram a importância deste centro para a inovação nacional. Para assinalar esta caminhada de sucesso em prol da Investigação e Desenvolvimento Tecnológico, o CCG reuniu todo um ecossistema de inovação tecnológica, para partilha de conhecimento e experiências, no qual a Multisector participou activamente.

 

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No dia 22 decorreram as Jornadas Tecnológicas, com a discussão de vários tópicos tecnológicos do momento e a apresentação das tecnologias desenvolvidas no CCG, assim como foi apresentada a visão de futuro do CCG para 2025.

 

Já no dia 23, além de um Open Day, a parte da tarde teve como destaque um painel de debate sobre a Transferência de Tecnologia e o papel dos CIT (Centros de Interface Tecnológicos), com a presença de representantes de CIT, Universidades e Associações Industriais nacionais e internacionais.

 

Veja o debate neste link, com intervenção da Multisector a partir do 1:57:00.

 

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Para fechar as comemorações realizou-se uma sessão solene, onde para além de individualidades com papel ativo na história do CCG, estiveram presentes o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, o Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, assim como o Reitor da Universidade do Minho.

 

Foram também entregues os galardões dos Prémios Inovação do CCG às empresas mais inovadoras, seleccionadas por um Júri na qual a Multisector também fez parte. Foi ainda apresentado o novo vídeo institucional do CCG e um livro de registo dos 25 anos de história desta instituição.

 

A empresa galardoada com o Prémio Produto Inovador 2018 CCG foi a Neadvance, Machine Vision, SAcom o seu produto URBAN PROBE”, tendo-lhe sido atribuídas 50 horas de consultoria técnica.

 

Já relativamente aos Prémios Ideia Inovadora CCG 2018, os vencedores foram as startups ADAPT4YOU, ARQI e a SHAPE, que arrecadaram 3.000€, 2.000€ e 1.000€, respetivamente, além de uma bolsa de horas de consultoria técnica para apoiar no desenvolvimento da ideia premiada.

 

Os prémios Ideia Inovadora 2018 e Produto Inovador 2018, promovidos pelo CCG, têm o cofinanciamento do Norte2020 e estão enquadrados no contexto do projecto SIAC de transferência de conhecimento científico e tecnológico  (co)desenvolvido e (co)gerido pela Multisector.

 

João C. Soares
Dept. Estratégia e Desenvolvimento